Nos últimos anos, a IA corporativa atuava como copiloto: sugeria textos, organizava e-mails, resumia relatórios. Útil, mas passiva. Respondia quando chamada. Essa era acabou.
Agora surgem agentes autônomos: com memória persistente, acesso a calendários, e-mails, bases de dados e APIs. Eles decidem, agem, encadeiam tarefas e interagem com sistemas — muitas vezes sem humanos no loop. Essa mudança é profunda e ainda subestimada pelos executivos.
O caso que expôs a vulnerabilidade
Em janeiro de 2026, o OpenClaw — antes chamado Moltbot e Clawdbot, um agente autônomo open-source criado por Peter Steinberger da Nutrient/PSPDFKit — viralizou ao rodar localmente em computadores, controlando apps reais como WhatsApp, Slack e e-mails para executar tarefas complexas via conversa simples.
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