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	<title>Arquivos LBCA Informa - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos LBCA Informa - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Competência da Justiça do Trabalho e desconsideração da personalidade jurídica em Recuperação Judicial</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A intersecção entre o Direito do Trabalho e o Direito Empresarial, especialmente no contexto de Recuperação Judicial, gera dúvidas sobre os limites de atuação de cada jurisdição. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Empresas em crise financeira frequentemente enfrentam ações trabalhistas simultâneas ao processo de Recuperação Judicial. Nesse cenário, surge uma questão crítica: qual juízo é competente para julgar e executar os créditos trabalhistas? A resposta não é óbvia e tem implicações profundas para a viabilidade do plano de recuperação e para a proteção patrimonial dos sócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intersecção entre o Direito do Trabalho e o Direito Empresarial, especialmente no contexto de Recuperação Judicial (RJ), frequentemente gera dúvidas sobre os limites de atuação de cada jurisdição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este FAQ fornece orientações práticas baseadas na jurisprudência consolidada dos tribunais superiores (STJ e STF), ajudando advogados a antecipar conflitos e estruturar estratégias adequadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-1-existe-relacao-entre-a-recuperacao-judicial-e-a-justica-do-trabalho"><strong>1. Existe relação entre a Recuperação Judicial e a Justiça do Trabalho?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A Recuperação Judicial pertence ao âmbito do Direito Empresarial, que regula a atividade econômica e a organização das empresas. Já a Justiça do Trabalho é competente para julgar conflitos entre empregados e empregadores. Assim, ainda que possa reconhecer e liquidar créditos trabalhistas, a Justiça do Trabalho não pode executar dívidas de empresas em recuperação, conforme a Lei nº 11.101/2005, alterada pela Lei nº 14.112/2020.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-2-a-justica-do-trabalho-pode-analisar-o-incidente-de-desconsideracao-da-personalidade-juridica-contra-empresa-em-recuperacao-judicial"><strong>2. A Justiça do Trabalho pode analisar o incidente de desconsideração da personalidade jurídica contra empresa em Recuperação Judicial?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A competência da Justiça do Trabalho limita-se à apuração e liquidação dos créditos. Qualquer medida que envolva atos de constrição ou execução deve ser submetida ao Juízo Universal da Recuperação Judicial, responsável por centralizar todas as decisões que impactem o patrimônio da empresa recuperanda e de seus sócios. Isso decorre do art. 6º, § 2º, da Lei 11.101/2005, que assegura a preservação da empresa e a segurança jurídica do processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-3-o-que-acontece-se-um-juiz-do-trabalho-determinar-o-bloqueio-de-bens-dos-socios-de-uma-empresa-em-rj"><strong>3. O que acontece se um juiz do trabalho determinar o bloqueio de bens dos sócios de uma empresa em RJ?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-caso-ocorra-um-bloqueio-ou-penhora-determinado-pela-justica-do-trabalho-contra-os-socios-de-uma-empresa-em-recuperacao-judicial-configura-se-um-conflito-de-competencia">Caso ocorra um bloqueio ou penhora determinado pela Justiça do Trabalho contra os sócios de uma empresa em Recuperação Judicial, configura-se um conflito de competência.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-nessas-situacoes-a-empresa-ou-os-socios-afetados-podem-suscitar-o-conflito-perante-o-superior-tribunal-de-justica-stj-a-jurisprudencia-pacificada-do-stj-reafirmada-pela-sumula-480-determina-que-prevalece-a-jurisdicao-do-juizo-da-recuperacao-judicial-consequentemente-as-ordens-de-bloqueio-emanadas-da-justica-do-trabalho-costumam-ser-suspensas-ou-anuladas-e-os-valores-eventualmente-bloqueados-devem-ser-colocados-a-disposicao-do-juizo-recuperacional">Nessas situações, a empresa ou os sócios afetados podem suscitar o conflito perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A jurisprudência pacificada do STJ, reafirmada pela Súmula 480, determina que prevalece a jurisdição do Juízo da Recuperação Judicial. Consequentemente, as ordens de bloqueio emanadas da Justiça do Trabalho costumam ser suspensas ou anuladas, e os valores eventualmente bloqueados devem ser colocados à disposição do juízo recuperacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA TAMBÉM:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/nova-lei-de-saude-no-trabalho-sua-empresa-esta-preparada-para-a-lei-n-15-377-2026/" type="post" id="31502" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nova Lei de Saúde no Trabalho: sua empresa está preparada para a Lei nº 15.377/2026? </a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-em-caso-de-conflito-de-competencia-entre-a-justica-do-trabalho-e-o-juizo-recuperacional"><strong>O que fazer em caso de conflito de competência entre a Justiça do Trabalho e o Juízo Recuperacional?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando houver conflito de competência, deve prevalecer a jurisdição do Juízo da Recuperação Judicial, conforme o entendimento pacificado do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esse juízo tem competência exclusiva para decidir sobre atos que onerem o patrimônio da empresa, inclusive a desconsideração da personalidade jurídica. Essa orientação é reafirmada pela Súmula 480 do STJ, que estabelece que o juízo da recuperação é competente para decidir sobre constrições de bens da empresa em recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-4-qual-a-importancia-atual-do-tema-e-os-impactos-dessa-definicao"><strong>4. Qual a importância atual do tema e os impactos dessa definição?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tema é estratégico porque equilibra dois interesses conflitantes: a efetividade das execuções trabalhistas e a preservação de empresas em recuperação. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) está uniformizando o entendimento através do Tema Repetitivo 26. Embora ainda sem tese final, essa discussão consolidará os argumentos que fundamentarão a futura decisão vinculante sobre a competência para o IDPJ e a responsabilização de sócios em contexto de RJ. A definição esperada trará maior segurança jurídica, evitará decisões conflitantes, garantirá a efetividade do plano de recuperação e protegerá a função social da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A coexistência entre execuções trabalhistas e a Recuperação Judicial exige atuação coordenada, técnica e estratégica, sob pena de comprometimento da própria reestruturação empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que conhecer a regra de competência, é essencial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificar riscos de constrição fora do juízo universal;</li>



<li>atuar de forma preventiva em incidentes de desconsideração;</li>



<li>e reagir rapidamente a decisões que contrariem a jurisprudência consolidada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A condução estratégica desses casos é decisiva para proteger o patrimônio, assegurar a paridade entre credores e viabilizar a continuidade da atividade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Nova Lei de Saúde no Trabalho: sua empresa está preparada para a Lei nº 15.377/2026? </title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[dirietotrabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[nova Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda as novas obrigações trabalhistas sobre a prevenção ao HPV e cânceres, e como adequar o seu RH.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-diz-a-nova-lei-nbsp"><strong>O que diz a nova Lei?</strong>&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada em abril de 2026, a Lei nº 15.377 altera a CLT para trazer o debate da saúde preventiva para dentro das organizações. O objetivo da lei é ampliar a conscientização sobre o Papilomavírus Humano (HPV) e os cânceres de mama, de colo do útero e de próstata.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-as-empresas-precisam-fazer-na-pratica-nbsp"><strong>O que as empresas precisam fazer na prática?</strong>&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora, os empregadores têm o dever de:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disponibilizar aos empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.</li>



<li>Promover ações afirmativas de conscientização sobre essas doenças.</li>



<li>Orientar a equipe sobre como acessar os serviços de diagnósticos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">VEJA TAMBÉM:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/implementacao-da-avaliacao-dos-riscos-psicossociais-na-nr-1/" type="post" id="31455" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Implementação </a><a href="https://lbca.online/implementacao-da-avaliacao-dos-riscos-psicossociais-na-nr-1/" type="post" id="31455">da avaliação dos riscos psicossociais na NR-1</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-ausencia-justificada-para-exames-nbsp"><strong>Ausência justificada para exames</strong>&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais importantes é a comunicação sobre os direitos: a empresa deve informar aos trabalhadores que é possível se ausentar do serviço para a realização de exames preventivos do HPV e dos cânceres citados na lei. Essa ausência é <strong>sem prejuízo do salário</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-que-isso-e-um-diferencial"><strong>Por que isso é um diferencial?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Informar e incentivar a prevenção do câncer e do HPV deixou de ser apenas uma boa prática e se tornou uma exigência legal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, utilizar o ambiente de trabalho para promover ações afirmativas de saúde salva vidas através do diagnóstico precoce e demonstra um cuidado real com o bem-estar dos colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, é hora de atualizar a comunicação interna, realizar campanhas informativas e garantir que todos conheçam seus direitos à prevenção e vacinação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-quanto-as-obrigacoes-do-empregado"><strong>E quanto às obrigações do empregado?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a lei imponha deveres ao empregador, ela também pressupõe uma atuação colaborativa do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ao empregado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilizar de forma responsável o direito à ausência para realização efetiva dos exames</li>



<li>Apresentar comprovação quando exigida, conforme políticas internas da empresa</li>



<li>Colaborar com as ações de conscientização e programas de saúde promovidos pelo empregador</li>



<li>Adotar condutas compatíveis com a preservação da própria saúde e do ambiente de trabalho</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção só se concretiza quando empregador e empregado atuam de forma alinhada, transformando a obrigação legal em uma cultura efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Execução trabalhista e recuperação judicial: o que muda com o posicionamento do STF</title>
		<link>https://lbca.online/execucao-trabalhista-e-recuperacao-judicial-o-que-muda-com-o-posicionamento-do-stf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[passivo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STF reafirma a prevalência do juízo universal na execução contra sócios em recuperação judicial.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/execucao-trabalhista-e-recuperacao-judicial-o-que-muda-com-o-posicionamento-do-stf/">Execução trabalhista e recuperação judicial: o que muda com o posicionamento do STF</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para empresas em recuperação judicial, ou em cenário de potencial reestruturação, recente decisão do STF reforça parâmetros relevantes sobre a exposição patrimonial dos sócios e a condução do passivo trabalhista. A adequada leitura desse entendimento é determinante para prevenir constrições indevidas e preservar a coerência da estratégia no âmbito do juízo universal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-o-stf-decidiu"><strong>O que o STF decidiu?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Gilmar Mendes reiterou que a Justiça do Trabalho não detém competência para a prática de atos de execução contra sócios de empresas em recuperação judicial, ainda que por meio da desconsideração da personalidade jurídica. A decisão afasta entendimentos que admitiam o redirecionamento da execução fora do juízo da recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento está na Lei 11.101/2005 e no chamado juízo universal: a Justiça do Trabalho continua competente para reconhecer e liquidar créditos, mas todos os atos de execução, incluindo a eventual responsabilização de sócios, devem ser concentrados no juízo da recuperação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/nr-1-e-riscos-psicossociais-no-trabalho-o-que-muda-e-como-se-preparar/" type="post" id="31145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NR 01 e Riscos Psicossociais no Trabalho: O que muda e como se preparar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-muda-na-pratica"><strong>O que muda na prática</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução do risco de bloqueios patrimoniais diretos contra sócios na Justiça do Trabalho;</li>



<li>impedimento de redirecionamentos automáticos da execução fora do juízo universal;</li>



<li>maior previsibilidade e controle na gestão do passivo trabalhista durante a reestruturação;</li>



<li>proteção do plano de recuperação contra constrições descoordenadas que possam favorecer credores individuais em detrimento dos demais. </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-os-socios-ainda-podem-ser-responsabilizados"><strong>Os sócios ainda podem ser responsabilizados?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A decisão do STF&nbsp;não afasta a desconsideração da personalidade jurídica.&nbsp;O que muda é onde essa discussão acontece: a análise deve ocorrer no juízo da recuperação judicial, dentro da lógica concursal e com respeito à coletividade de credores, e não de forma isolada na Justiça do Trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-leitura-estrategica"><strong>Leitura estratégica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse posicionamento vai além de uma questão processual. Ele afeta diretamente a&nbsp;proteção patrimonial dos sócios, a gestão do passivo trabalhista e a viabilidade do plano de recuperação.&nbsp;Empresas que organizam sua atuação com base nessa lógica conseguem operar com mais segurança jurídica e menor exposição a surpresas ao longo do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adequada condução desse cenário exige atuação integrada entre o contencioso trabalhista e a recuperação judicial, com controle técnico das execuções em diferentes frentes e monitoramento contínuo de medidas constritivas passíveis de reversão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua empresa tem execuções trabalhistas em curso ou está avaliando um processo de recuperação judicial?&nbsp;Vale revisar a estratégia de condução do passivo e verificar se a atuação está alinhada ao entendimento atual do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Licença-paternidade: o que muda com a Lei nº 15.371/2026?</title>
		<link>https://lbca.online/licenca-paternidade-o-que-muda-com-a-lei-n-15-371-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei nº 15.371/2026 passa a disciplinar de forma mais específica a licença-paternidade e o salário-paternidade.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/licenca-paternidade-o-que-muda-com-a-lei-n-15-371-2026/">Licença-paternidade: o que muda com a Lei nº 15.371/2026?</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foi publicada a Lei nº 15.371, de 31 de março de 2026, que dispõe sobre a licença-paternidade, institui o salário-paternidade no âmbito da Previdência Social e altera dispositivos da legislação trabalhista e previdenciária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma entra em vigor em 1º de janeiro de 2027. Até essa data, permanece aplicável a sistemática atualmente em vigor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da licença-paternidade ocorrerá de forma gradual. Nos casos de nascimento ou adoção de criança ou adolescente com deficiência, o período de licença previsto na lei será acrescido de 1/3 (um terço).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A duração da licença-paternidade e do salário-paternidade, considerados isoladamente, será a seguinte:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>10 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2027</strong>;<br>• <strong>15 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2028</strong>;<br>• <strong>20 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2029</strong>, observada a condição prevista no § 1º do art. 11 da lei (atingimento de meta fiscal).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/novo-manual-do-mte-orienta-empresas-sobre-a-aplicacao-da-nr-1-e-a-gestao-de-riscos-ocupacionais/" type="post" id="31265" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo manual do MTE orienta empresas sobre a aplicação da NR-1 e a gestão de riscos ocupacionais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da ampliação progressiva do prazo, a norma também prevê:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• instituição do salário-paternidade no âmbito da Previdência Social;<br>• concessão do direito nos casos de nascimento de filho, adoção e guarda judicial para fins de adoção;<br>• proteção contra dispensa arbitrária ou sem justa causa desde o início da licença até 1 mês após seu término;<br>• prorrogação da licença em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, quando relacionada ao parto;<br>• aplicação do benefício, nos termos da lei, a diferentes categorias de segurados da Previdência Social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a perspectiva empresarial, a nova legislação deverá ser acompanhada por empregadores, áreas de Recursos Humanos (RH) e departamentos jurídicos, especialmente quanto à adequação de políticas internas e de procedimentos relacionados aos afastamentos e à gestão trabalhista e previdenciária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também evidencia, no âmbito das relações de trabalho, que o cuidado com os filhos e a estrutura familiar não pode ser compreendido como responsabilidade exclusiva da mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a Lei nº 15.371/2026 passa a disciplinar de forma mais específica a licença-paternidade e o salário-paternidade, com definição de prazos, hipóteses de concessão e efeitos jurídicos no campo trabalhista e previdenciário.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/licenca-paternidade-o-que-muda-com-a-lei-n-15-371-2026/">Licença-paternidade: o que muda com a Lei nº 15.371/2026?</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Implementação da avaliação dos riscos psicossociais na NR-1</title>
		<link>https://lbca.online/implementacao-da-avaliacao-dos-riscos-psicossociais-na-nr-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[norma regulamentadora]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[NR-17]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização da NR-1 amplia o olhar das empresas sobre a gestão de riscos ao incluir os fatores psicossociais no GRO.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> <strong>1. O que mudou na NR-1 em relação aos riscos psicossociais?<br></strong>A principal mudança foi a inclusão expressa dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no escopo do GRO (gerenciamento de riscos ocupacionais). Isso reforça que esses riscos devem ser identificados, avaliados, classificados, controlados e acompanhados como parte da gestão ocupacional da empresa, e não como um tema paralelo ou facultativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Toda empresa precisa avaliar riscos psicossociais?<br></strong>Sim. A lógica do GRO é aplicável às organizações em geral, e a gestão da ergonomia, com inclusão dos fatores psicossociais relacionados ao trabalho, deve ser feita de forma combinada com a NR-17. Além disso, a AEP (avaliação ergonômica preliminar) é obrigatória para todas as organizações, inclusive para ME e EPP, as quais estão dispensadas de elaborar PGR (programa de gerenciamento de risco).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A avaliação psicossocial é a mesma coisa que examinar a saúde mental do empregado?<br></strong>Não. A avaliação psicossocial não é exame médico, nem verificação de sintomas individuais, nem avaliação clínica do estado mental da pessoa. O foco está em aspectos objetivos e modificáveis da organização do trabalho, como carga e ritmo, autonomia, clareza de papéis, suporte, comunicação e forma de gestão, com olhar coletivo sobre grupos expostos aos mesmos fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Quais riscos psicossociais podem aparecer na prática?<br></strong>Alguns exemplos frequentes são: assédio, falta de apoio, baixa autonomia, baixa clareza de papel, relações interpessoais ruins e dificuldades de comunicação. Esses fatores decorrem de problemas na concepção, organização e gestão do trabalho e podem gerar impactos psicológicos, físicos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/novo-manual-do-mte-orienta-empresas-sobre-a-aplicacao-da-nr-1-e-a-gestao-de-riscos-ocupacionais/" type="post" id="31265" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo manual do MTE orienta empresas sobre a aplicação da NR-1 e a gestão de riscos ocupacionais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Como a empresa deve começar essa implementação?<br></strong>O ideal é iniciar com uma preparação estruturada, definindo responsáveis, envolvendo áreas como SST, RH, liderança, alta administração e, quando houver, SESMT e CIPA. Também é importante conversar com os trabalhadores, esclarecer o objetivo do processo e levantar dados já existentes, como afastamentos, indicadores do PCMSO, acidentes, absenteísmo, turnover e análises ergonômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Existe uma metodologia obrigatória definida pelo MTE?<br></strong>Não. O MTE não impõe uma ferramenta única de avaliação. A empresa pode usar observação, pesquisas padronizadas, oficinas, workshops ou uma abordagem combinada, desde que o método seja adequado à realidade da organização, tecnicamente fundamentado e aplicado por profissionais competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Quais cuidados são importantes na escolha das ferramentas de avaliação?<br></strong>A ferramenta precisa ser compatível com o porte e o contexto da empresa, ter fundamentação científica e ser aplicada em ambiente de confiança. Quando houver questionários, a lógica indicada no material é de anonimato, justamente para aumentar a confiança, a qualidade das respostas e a aderência dos trabalhadores ao processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8. Qual é o papel da AEP e da AET nesse processo?<br></strong>A AEP (Avaliação Ergonômica Preliminar) é a porta de entrada da análise e serve para identificar perigos, avaliar riscos e orientar medidas de prevenção. Já a AET (Análise Ergonômica do Trabalho) é um aprofundamento, utilizado quando houver necessidade de investigação mais detalhada, sugestão do PCMSO ou análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9. Como a empresa classifica os riscos psicossociais?<br></strong>A classificação deve seguir os critérios do GRO/PGR da organização, considerando principalmente severidade das possíveis lesões ou agravos e probabilidade de ocorrência. A NR-1 exige que esses critérios sejam definidos de forma expressa e documentada, para dar transparência à gestão e permitir a priorização das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10. Depois de avaliar, o que a empresa precisa fazer?<br></strong>A avaliação não pode parar no diagnóstico. Os riscos identificados devem alimentar o inventário de riscos e o plano de ação, com medidas de prevenção, cronograma, responsáveis, formas de acompanhamento e aferição de resultados; depois disso, a empresa deve revisar continuamente a eficácia das medidas, com participação dos trabalhadores, dentro de uma lógica de melhoria contínua. Em outras palavras, não é uma foto, trata-se de um processo permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Novo manual do MTE orienta empresas sobre a aplicação da NR-1 e a gestão de riscos ocupacionais</title>
		<link>https://lbca.online/novo-manual-do-mte-orienta-empresas-sobre-a-aplicacao-da-nr-1-e-a-gestao-de-riscos-ocupacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[norma regulamentadora]]></category>
		<category><![CDATA[nr1]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[riscos psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saúde mental e gestão de riscos no trabalho entram definitivamente na agenda regulatória</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 16/03/2025, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou o Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), documento que consolida orientações técnicas para a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) nas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa busca conferir maior clareza interpretativa às recentes atualizações da NR-1, oferecendo parâmetros para empregadores, trabalhadores e profissionais de saúde e segurança do trabalho estruturarem sistemas de gestão voltados à identificação, avaliação e controle dos riscos presentes no ambiente laboral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material apresenta orientações técnicas sobre identificação, avaliação e gerenciamento de riscos ocupacionais, contribuindo para a correta aplicação das atualizações recentes da NR-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos de destaque está o tratamento dos riscos psicossociais, que passam a integrar de forma mais estruturada o processo de gestão de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/nr-1-e-riscos-psicossociais-no-trabalho-o-que-muda-e-como-se-preparar/" type="post" id="31145" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NR 01 e Riscos Psicossociais no Trabalho: O que muda e como se preparar</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses fatores estão relacionados à organização do trabalho e podem impactar diretamente a saúde mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa reforça uma tendência importante: a gestão de riscos trabalhistas passa a exigir uma abordagem cada vez mais preventiva e integrada à governança das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do manual contribui para conferir maior segurança interpretativa às recentes atualizações da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), especialmente quanto à implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e à integração dos fatores psicossociais na gestão de saúde e segurança no trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Manual pode ser consultado no link abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/marco/mte-lanca-manual-para-orientar-gestao-de-riscos-ocupacionais-nas-empresas" type="link" id="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/marco/mte-lanca-manual-para-orientar-gestao-de-riscos-ocupacionais-nas-empresas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/marco/mte-lanca-manual-para-orientar-gestao-de-riscos-ocupacionais-nas-empresas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como as empresas estão se preparando para incorporar os riscos psicossociais em seus programas de gestão de riscos?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento tributário inteligente: como reduzir riscos no novo cenário fiscal?</title>
		<link>https://lbca.online/planejamento-tributario-inteligente-como-reduzir-riscos-no-novo-cenario-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:33:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[cofins]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento tributario]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributaria]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para empresas que operam com cadeias complexas, o planejamento tributário pode ser a diferença entre crescimento e perda de competitividade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O tema <strong>planejamento tributário</strong> voltou ao centro das decisões empresariais. Não por acaso. Em um cenário de margens pressionadas, aumento de fiscalização e mudanças estruturais no sistema tributário brasileiro, <strong>organizar a carga de tributos</strong> deixou de ser uma escolha e passou a ser uma necessidade estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que operam com cadeias complexas, múltiplos fornecedores e contratos de alto valor, o impacto tributário pode representar a diferença entre crescimento sustentável e perda de competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, evidenciamos o que é o planejamento tributário, como a reforma tributária pode alterar a dinâmica e como esse novo sistema pode impactar empresas que atuam no mercado corporativo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-planejamento-tributario"><strong>O que é Planejamento Tributário?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Planejamento tributário é o <strong>conjunto de estratégias legais utilizadas para organizar a atividade empresarial </strong>com o objetivo de reduzir, postergar ou evitar o pagamento indevido de tributos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos simples, trata-se de escolher, dentro das opções previstas na lei, o caminho mais eficiente do ponto de vista fiscal. Importante destacar: planejamento tributário não é sonegação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a sonegação ocorre quando há omissão de informações ou descumprimento da lei, o planejamento tributário é baseado na legalidade, transparência e conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/reforma-tributaria-principais-impactos-e-cronograma-de-transicao-para-o-iva-dual/" type="post" id="31132" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reforma Tributária: principais impactos e cronograma de transição para o IVA Dual</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impacto-da-reforma-tributaria"><strong>Impacto da Reforma Tributária </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma tributária sobre o consumo promove uma transformação profunda no sistema brasileiro. Entre os principais pontos estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Substituição de tributos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS serão gradualmente substituídos por novos modelos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>IBS, Imposto sobre Bens e Serviços</li>



<li>CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços</li>



<li>IS, Imposto Seletivo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Tributação no destino</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A arrecadação passa a ocorrer majoritariamente no local de consumo, e não mais na origem. Isso impacta empresas com atuação interestadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Não cumulatividade ampla</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo modelo amplia o direito ao crédito tributário, o que exige controle rigoroso de documentos fiscais e cadeia de fornecedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Período de transição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A convivência entre o sistema antigo e o novo gera complexidade operacional e risco de erros.<br>Esse novo cenário fiscal impõe desafios significativos. Empresas que não se anteciparem podem enfrentar aumento de custos, falhas na precificação e contingências fiscais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-adaptar-o-planejamento-tributario"><strong>Como adaptar o planejamento tributário?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente de mudanças estruturais, o planejamento tributário inteligente deixa de ser opcional e passa a ser estratégico. Na prática, isso significa que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As regras de crédito e débito tributário mudam</li>



<li>A estrutura de contratos pode precisar de revisão</li>



<li>A cadeia de fornecedores impacta diretamente o aproveitamento de créditos</li>



<li>A precificação deve considerar a nova carga tributária </li>



<li>A escolha do regime tributário continua sendo decisiva<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma empresa que não revisa seus contratos de longo prazo durante a transição pode absorver custos tributários não previstos, reduzindo margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, outras empresas que realizam uma análise prévia, ajustam cláusulas, reavaliam fornecedores e simulam cenários tributários tendem a sofrer menos com os impactos da Reforma.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-reduzir-riscos-no-novo-cenario-fiscal"><strong>Como reduzir riscos no novo cenário fiscal?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Reduzir riscos no novo cenário fiscal exige organização, tecnologia e visão estratégica. Abaixo, apresentamos um roteiro prático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Diagnóstico tributário completo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é entender a realidade atual da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Mapeamento de riscos fiscais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Identifique processos com maior probabilidade de autuação, divergências entre prática e legislação, fragilidades em controles internos e dependência de benefícios fiscais. A reforma pode alterar incentivos e regimes especiais, exigindo reavaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Simulação de cenários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma prática recomendada é realizar simulações considerando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Impacto do IBS e da CBS</li>



<li>Revisão da cadeia de fornecimento</li>



<li>Revisão de modelos de contratos</li>



<li>Repercussão na precificação<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa análise permite decisões baseadas em dados e não em suposições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Revisão contratual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Contratos com fornecedores e clientes devem prever:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajustes tributários durante a transição</li>



<li>Cláusulas de reequilíbrio econômico</li>



<li>Definição clara de responsabilidade tributária<br></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pequenos detalhes contratuais podem gerar grandes impactos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Investimento em tecnologia e compliance</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo modelo exige maior controle de dados fiscais. Empresas que utilizam ferramentas de gestão, inteligência de dados e monitoramento tributário reduzem significativamente o risco de erros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a cultura de compliance tributário fortalece a governança corporativa e transmite segurança a investidores e parceiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao-estrategia-prevencao-e-visao-de-futuro"><strong>Conclusão: estratégia, prevenção e visão de futuro</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O novo cenário fiscal impõe desafios relevantes, mas também abre espaço para modernização e eficiência. O planejamento tributário inteligente é a principal ferramenta para reduzir riscos na reforma tributária e fortalecer a governança empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que adotam postura preventiva, investem em análise técnica e estruturam processos sólidos estarão mais preparadas para enfrentar a transição com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de um ambiente regulatório em transformação, a pergunta não é se sua empresa será impactada, mas como ela está se preparando para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Visual Law: comunicar o Direito com foco na experiência do usuário</title>
		<link>https://lbca.online/visual-law-comunicar-o-direito-com-foco-na-experiencia-do-usuario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[Visua Legal]]></category>
		<category><![CDATA[visual law]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando aplicado ao Direito, o Visual Law incorpora os princípios da experiência do usuário de forma prática e estratégica</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário marcado pelo excesso de informações, decisões rápidas e públicos cada vez mais diversos, o Direito também passa por transformações importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, não basta que o conteúdo jurídico seja tecnicamente correto. É preciso que ele seja compreensível. Nesse contexto, o <strong>Visual Law</strong> se consolida como uma abordagem que reorganiza a comunicação jurídica a partir de um de seus pilares centrais: a <strong>experiência do usuário</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, <strong>analisamos como o Visual Law incorpora a experiência do usuário </strong>como parte essencial de sua abordagem e de que forma essa integração impacta positivamente documentos, comunicações e estratégias jurídicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-experiencia-do-usuario-ux"><strong>O que é experiência do usuário (UX)?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>experiência do usuário, conhecida como UX,</strong> surgiu no campo da tecnologia e do design digital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo foi popularizado na década de 1990 pelo psicólogo Don Norman e tem como objetivo melhorar a percepção das pessoas durante a interação com produtos, serviços ou informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma simples, UX busca responder a perguntas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Essa informação é fácil de encontrar?</li>



<li>O conteúdo é compreensível?</li>



<li>A leitura é fluida?</li>



<li>O usuário consegue chegar ao que precisa sem esforço excessivo?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, analisa-se a <strong>jornada do usuário,</strong> ou seja, o caminho que ele percorre desde o primeiro contato até a compreensão final da informação. A partir dessa análise, são identificados obstáculos, dúvidas recorrentes e pontos de melhoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-visual-law-e-o-foco-na-experiencia-do-usuario"><strong>Visual Law e o foco na experiência do usuário</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando aplicado ao Direito, o <strong>Visual Law incorpora os princípios da experiência do usuário</strong> de forma prática e estratégica. O foco deixa de estar apenas em quem produz o documento e passa a considerar quem vai lê-lo, analisá-lo ou utilizá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa preocupação se reflete em diversos aspectos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Organização lógica das informações</li>



<li>Uso de linguagem clara e objetiva</li>



<li>Estrutura visual que facilita a leitura</li>



<li>Adequação do conteúdo ao perfil do destinatário</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera judicial as partes envolvidas possuem níveis de conhecimento e expectativas diferentes de juízes e advogados. O Visual Law leva isso em consideração ao estruturar a informação de forma didática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é uma <strong>comunicação mais eficiente, que reduz ruídos, evita interpretações equivocadas </strong>e melhora a experiência de quem lê o conteúdo jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/visual-law-e-information-overload-como-tornar-documentos-juridicos-mais-acessiveis/" type="post" id="31068" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Visual Law e Information Overload: como tornar documentos jurídicos mais acessíveis?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-recursos-utilizados-pelo-visual-law"><strong>Recursos utilizados pelo Visual Law</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar esse objetivo, o Visual Law<strong> utiliza diferentes recursos</strong>, sempre de forma estratégica e funcional. Entre os mais comuns, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ícones</strong> e elementos gráficos</li>



<li><strong>Infográficos e fluxogramas</strong></li>



<li><strong>Tabelas</strong> comparativas</li>



<li><strong>QR Codes e links </strong>complementares</li>



<li><strong>Vídeos</strong> ou conteúdos interativos, quando adequados</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-beneficios-da-integracao-entre-visual-law-e-experiencia-do-usuario"><strong>Benefícios da integração entre Visual Law e experiência do usuário</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao<strong> incorporar a experiência do usuário como parte essencial </strong>de sua abordagem, o Visual Law contribui para resultados mais consistentes no dia a dia jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais benefícios, estão:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Redução de ruídos na comunicação</li>



<li>Diminuição de riscos interpretativos</li>



<li>Maior engajamento com o conteúdo</li>



<li>Aumento da confiança na informação transmitida<br></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Esses fatores impactam diretamente a relação entre o Direito e seus diversos públicos, sejam eles internos ou externos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-se-adaptar-ao-novo-cenario-juridico"><strong>Como se adaptar ao novo cenário jurídico?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Adaptar-se a esse cenário não significa abandonar a técnica jurídica ou seguir modismos. Significa compreender que comunicar bem faz parte da responsabilidade profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Visual Law, com foco na experiência do usuário, <strong>amplia as possibilidades de atuação</strong> dos operadores do Direito e fortalece a forma como o conhecimento jurídico é transmitido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na LBCA, o <strong>Visual Legal, Visual Law da LBCA</strong>, é mais do que uma forma de comunicar. É uma estratégia de inovação jurídica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Traduzimos a complexidade do Direito por meio de uma linguagem visual acessível e objetiva e com o apoio de ferramentas autorais de Inteligência Artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça o Visual Legal e entenda como essa abordagem contribui para a transmissão de conteúdos jurídicos de maneira clara e eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A Lei dos Influenciadores e os novos contornos da atuação no digital </title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 12:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Influenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos influencers]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lei define o profissional multimídia como trabalhador de nível técnico ou superior apto a atuar na criação, produção, gestão e disseminação de conteúdos digitais.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.325/2026 representa um marco relevante na consolidação normativa da economia digital brasileira ao reconhecer formalmente a profissão de “multimídia”. Embora tenha sido popularmente rotulada como “Lei dos Influenciadores”, o texto legal possui alcance mais amplo e estrutura um enquadramento jurídico que transcende a figura do criador de conteúdo em redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei define o profissional multimídia como trabalhador de nível técnico ou superior apto a atuar na criação, produção, gestão, programação e disseminação de conteúdos digitais em diferentes formatos e mídias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rol de atribuições é extenso e abrange desde atividades criativas e técnicas, como captação, edição, sonorização e pós-produção, até funções estratégicas, tais como planejamento, gestão de equipes, administração de redes e plataformas digitais. A amplitude do texto indica que o legislador buscou abarcar toda a cadeia produtiva do conteúdo digital, e não apenas a exposição pública típica dos influenciadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse desenho normativo consolida juridicamente funções que já eram exercidas no mercado, mas que careciam de enquadramento específico, operando muitas vezes sob regimes híbridos ou informais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o debate público tenha se concentrado na figura do influenciador, o texto legal não cria a “profissão de influencer”, mas insere esses agentes dentro de uma categoria mais ampla e deixa claro que a profissionalização da atividade depende da habitualidade e da finalidade econômica da atividade. Assim, a monetização recorrente funciona como elemento relevante para caracterizar o exercício profissional, distinguindo o hobby da atividade regulada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção é juridicamente relevante, porque desloca a discussão do campo da liberdade de expressão para o campo da responsabilidade profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/governanca-da-inteligencia-artificial-em-2026/" type="post" id="31077" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governança da Inteligência Artificial em 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que merece destaque se refere à necessidade de formação técnica ou superior como requisito para o exercício da profissão. Trata-se de um dos pontos mais controversos da lei, dado que há questionamentos quanto à compatibilidade dessa exigência com precedentes do Supremo Tribunal Federal que restringem a imposição de diploma para profissões que não envolvam risco direto à saúde, segurança ou liberdade da coletividade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, a norma pode colidir com categorias já regulamentadas, como jornalistas e publicitários, gerando disputas interpretativas sobre delimitação de competências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento formal da profissão também impacta o contexto das relações entre plataformas, agências e criadores. Modelos anteriormente estruturados como “parcerias” ou prestações autônomas de serviço podem ser reavaliados à luz da nova configuração profissional. Aspectos como controle editorial, exclusividade, definição de pauta, metas de publicação ou subordinação organizacional podem reforçar elementos caracterizadores de vínculo empregatício, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei não cria um regime autônomo detalhado de responsabilidade civil, mas não elimina a aplicação do Marco Civil da Internet, do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil. A monetização e o alcance ampliado de público desses profissionais intensificam o seu dever de diligência, especialmente em casos de publicidade, informações técnicas sensíveis, como saúde e finanças, e conteúdos potencialmente lesivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a entrada em vigor da lei, as “publis” passam a ser compreendidas como parte de uma atividade profissional formalizada, o que reforça o debate sobre até onde vai a responsabilidade do influenciador pelos produtos ou serviços que promove. Embora o CDC já sustente a responsabilização de fabricantes e fornecedores, a responsabilização solidária do divulgador ainda é controversa e vem sendo discutida em projetos de lei em tramitação, que incluem também sanções como multa e suspensão de perfis em hipóteses específicas. Esse movimento aponta para um endurecimento do controle regulatório sobre o marketing digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de seu impacto simbólico e estrutural, a Lei nº 15.325/2026 é enxuta e não esgota a disciplina da matéria. Persistem lacunas relativas à criação de conselho profissional, definição de código de ética, critérios de fiscalização e parâmetros objetivos de qualificação técnica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.325/2026 não representa censura nem cria uma licença prévia para atuação digital, mas estabelece um marco de profissionalização da economia do conteúdo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu impacto é menos simbólico e mais estrutural: redefine relações contratuais, amplia debates trabalhistas, intensifica deveres de transparência e consolida o conteúdo digital como atividade econômica formalmente reconhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.325/2026 consolida um marco de profissionalização da economia do conteúdo e redefine a forma como a atuação digital passa a ser enquadrada. Apesar do impacto estrutural, trata-se de uma norma enxuta que não esgota o tema, mantendo lacunas relevantes, como instâncias de representação, parâmetros de qualificação, critérios de fiscalização e diretrizes éticas. Na prática, o texto abre uma etapa de consolidação regulatória, exigindo de empresas, criadores e plataformas ajustes de governança para operar em um ambiente mais técnico e institucionalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>NR 01 e Riscos Psicossociais no Trabalho: O que muda e como se preparar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[riscos psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a NR 01, as empresas passam a ter a obrigação de incluir os riscos psicossociais em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre saúde mental no ambiente de trabalho deixou de ser periférica. Com a revisão da<strong> Norma Regulamentadora 01 (NR 01)</strong>, as empresas passam a ter a obrigação de incluir os riscos psicossociais em seus <strong>Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Longe de ser uma mera formalidade, a revisão representa um marco na evolução do Direito do Trabalho, elevando a saúde mental ao mesmo patamar de importância que os riscos físicos tradicionais. A norma já está em vigor, mas sua implementação plena ocorrerá em fases até maio de 2026, dependendo do porte e do grau de risco da empresa. Ou seja: quem ainda não iniciou esse processo precisa começar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-relevancia-do-tema">A relevância do tema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados oficiais da Previdência Social, ansiedade e depressão já figuram entre as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. Não surpreende: setores como call centers, comércio e saúde vivem sob metas intensas, cobranças diárias e pressão emocional constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto delicado, e aqui está a complexidade prática, é diferenciar os transtornos ligados diretamente às condições de trabalho (jornadas incompatíveis, assédio velado, gestão por pressão) daqueles que decorrem de fatores externos, como questões familiares ou violência urbana. A fronteira não é simples, mas a obrigação de avaliar e agir agora é legalmente exigida.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-obrigacoes-praticas">Obrigações práticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da nova <strong>NR 01</strong>, o inventário de riscos deve contemplar também os psicossociais, com planos de ação estruturados. A norma deixa claro:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Primeiro, tenta-se eliminar o risco;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Depois, se não for possível, adotam-se medidas coletivas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. E apenas em último caso, recorre-se ao Equipamento de Proteção Individual (EPI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto merece destaque: o EPI não pode ser a primeira resposta. Ele é uma barreira residual, não a solução principal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/o-que-mudou-com-os-temas-repetitivos-do-tst-o-tst-uniformizou-pelos-temas-76-77-155-e-250-o-tratamento-das-indenizacoes-por-danos-materiais/" type="post" id="30692" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que mudou com os Temas Repetitivos do TST?  O TST uniformizou, pelos Temas 76, 77, 155 e 250, o tratamento das indenizações por danos materiais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a norma exige que a documentação seja assinada por profissional habilitado em Saúde e Segurança do Trabalho (engenheiro de segurança, médico ou técnico de SST, entre outros). Psicólogos organizacionais podem, e devem, atuar como apoio técnico no diagnóstico, mas a responsabilidade formal permanece com os profissionais de SST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o eSocial passa a ser uma ferramenta central: ali estarão registrados afastamentos, ASOs, CATs e treinamentos. As inconsistências saltam aos olhos da fiscalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-muito-alem-da-papelada">Muito além da papelada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que mora a verdadeira mudança: a NR 01 não é apenas sobre documentos, mas sobre cultura organizacional. Treinamentos em gestão de pessoas, comunicação não violenta, prevenção de assédio e inteligência emocional devem ser incorporados à rotina das empresas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos como o burnout — agora reconhecido como doença ocupacional pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11) — mostram que não basta treinar líderes de forma protocolar: é preciso dar condições reais de suporte, acolhimento e prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao assédio, seja moral ou sexual, não estamos diante de um “risco”, mas de um desvio de conduta que exige protocolos claros: canais de denúncia confiáveis, investigação sigilosa e medidas imediatas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-estrategicos">Impactos estratégicos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, o recado é claro: as áreas jurídica, de RH e contábil devem caminhar juntas. O jurídico revisa documentos e atua de forma preventiva; o RH conduz políticas de gestão de pessoas; e a contabilidade garante coerência nos dados enviados ao eSocial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo os pequenos negócios precisam se adaptar. A boa notícia é que podem começar com diagnósticos simples e medidas proporcionais à sua realidade, desde que documentadas. A omissão deixou de ser uma opção.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR 01 marca um avanço: coloca a saúde mental no mesmo patamar dos demais riscos ocupacionais. Isso significa que a preocupação com ansiedade, depressão, burnout e outras questões não é apenas um diferencial competitivo, mas uma obrigação legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que compreenderem que saúde mental não é custo, mas investimento em produtividade e sustentabilidade, estarão um passo à frente. E, mais do que evitar autuações, ganharão algo valioso: um ambiente de trabalho mais humano, saudável e duradouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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