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	<title>Arquivos Sem categoria - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos Sem categoria - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Crédito Tributário Disponível para Postos de Combustíveis (PIS/Cofins)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 21:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas que adquiriram diesel, GLP e querosene de aviação, podem obter judicialmente o direito de reconhecer créditos de PIS/Cofins sobre estas aquisições no período de março/2022 e setembro/2022. O STF firmou jurisprudência favorável ao contribuinte com relação ao tema. Qual foi o benefício que permitiu o creditamento de PIS/COFINS (9,25%) sobre diesel, GLP e querosene [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Empresas que adquiriram diesel, GLP e querosene de aviação, podem obter judicialmente o direito de reconhecer créditos de PIS/Cofins sobre estas aquisições no período de março/2022 e setembro/2022. O STF firmou jurisprudência favorável ao contribuinte com relação ao tema.</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Qual foi o benefício que permitiu o creditamento de PIS/COFINS (9,25%) sobre diesel, GLP e querosene de aviação?</strong></li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 9º da LC 192/22 reduziu a alíquota de PIS e COFINS. zerando para alguns itens submetidos à sistemática monofásica de apuração &#8211; como diesel, GLP e querosene de aviação. A LC 192/22, no entanto, permitiu que as pessoas jurídicas da cadeia de comercialização apurassem crédito das contribuições PIS e Cofins &nbsp;(9,25%) sobre as aquisições destas mercadorias.&nbsp; O benefício foi posteriormente restringido pela MP 1.118/22 e LC 194/22.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. &nbsp;Qual a tese que suporta o crédito tributário?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os contribuintes foram ao Judiciário para ver reconhecido seu direito de reconhecer créditos de PIS e Cofins sobre operações abarcadas com alíquota zero, tendo em vista que as alterações promovidas pela MP 1.118/22 e LC 194/22 deveriam ter obedecido o artigo 150, inciso III, alínea “c” da Constituição Federal, ou seja, que os seus efeitos só poderiam ser considerados após 90 (noventa) dias da publicação das referidas normas &#8211; a partir de 18.08.2022 e 24.09.2022, respectivamente. Na prática, isto significa que as empresas que adquiriram diesel, GLP e querosene de aviação, poderiam reconhecer créditos adicionais no período entre Março/2022 e Setembro/2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.</strong> <strong>Qual a posição do judiciário?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta questão chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da ADI nº 7.181/DF, na qual restou definido de forma favorável aos contribuintes a obrigatoriedade ao respeito da <em>vacatio legis</em> nonagesimal da MP 1.118/22, ou seja, vigorando seus efeitos somente após decorridos 90 (noventa) dias da sua publicação. Na mesma esteira, os contribuintes afirmam que a LC 194/22 também deveria respeitar o princípio da anterioridade nonagesimal e, portanto, os efeitos restritivos da LC 194/22 somente seriam aplicáveis a partir de 24.09.2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. <strong>Para se apropriar do crédito de PIS/COFINS entre março/22 (LC 192/22) a setembro/22 (LC 194/22) é necessário ingressar com ação judicial ou pode ser feito administrativamente?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário judicializar o tema, já que a Receita Federal tem entendimento contrário à tese dos contribuintes, além do que ainda não há uma decisão em sede de repercussão geral sobre o tema no STF. &nbsp;Dessa forma, com base no que o STF direito de aproveitar-se dos créditos do PIS e da COFINS (9,25%) incidentes sobre as operações de aquisição de diesel, GLP e querosene de aviação, já decidiu, é aconselhável que os postos de gasolina acionem o Judiciário para resguardar o direito de aproveitar-se dos créditos do PIS e da COFINS (9,25%) incidentes sobre as operações de aquisição de diesel, GLP e querosene de aviação, ainda que reduzidas para&nbsp; zero, entre os dias 11 de março de 2022 até 23 de setembro de 2022, data em que se completam os 90 (noventa) dias da publicação da LC 194/22.</p>
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		<title>Atuação do “Proxy Hunter” no Processo de Recuperação Judicial</title>
		<link>https://lbca.online/atuacao-do-proxy-hunter-no-processo-de-recuperacao-judicial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 21:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Maurício Regado A atuação do “Proxy Hunter” tem contribuído para adesão de credores à&#160; &#160;aprovação de planos de recuperação judicial de grandes empresas que ingressaram com esse tipo de processo. 1) Qual a função do “Proxy Hunter” no processo de Recuperação Judicial? O “Proxy Hunter” atua como um canal de contato entre a parte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Autor: Maurício Regado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação do “Proxy Hunter” tem contribuído para adesão de credores à&nbsp; &nbsp;aprovação de planos de recuperação judicial de grandes empresas que ingressaram com esse tipo de processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1) Qual a função do “Proxy Hunter” no processo de Recuperação Judicial?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O “Proxy Hunter” atua como um canal de contato entre a parte recuperanda (aquela que ingressa com o pedido de Recuperação Judicial) e credores, no sentido de oferecer a estes a possibilidade de aderir aos termos do plano de recuperação por meio de acordo, podendo esses credores a partir disso serem representados na Assembleia Geral de Credores pelo “Proxy Hunter”, com a finalidade de votar o plano conforme orientação deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2) O “Proxy Hunter” recebe valores dos créditos e repassa para os credores?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Via de regra, o “Proxy Hunter” não efetua qualquer pagamento para o credor, nem recebe qualquer valor em nome dele. Aprovado o plano de recuperação judicial, o pagamento do crédito será realizado diretamente para os credores e na forma prevista no plano com o qual concorda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, não há operações de aquisição ou cessões de crédito relacionadas a recuperação judicial. O crédito continua sendo do credor elencado na recuperação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3) Os credores são obrigados a se valer da atuação do “Proxy Hunter” numa Recuperação Judicial?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Cada credor tem a liberdade de participar diretamente das assembleias, como também de nomear os procuradores que entender conveniente, de modo que o “Proxy Hunter” é somente mais uma opção de procurador à disposição dos credores, para facilitar e concretizar a participação deles na Assembleia de Credores, em consonância com a orientação deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4) Qual a posição da Lei vigente sobre a atuação do “Proxy Hunter” na Recuperação Judicial?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei que regula a recuperação judicial (Lei nº 11.101/2005) não veda a atuação do “Proxy Hunter”, desde que o procurador atue de acordo com as instruções do credor. Diversas empresas em recuperação judicial já se valeram da atividade de um “Proxy Hunter” e assim conseguiram a aprovação do seu plano de Recuperação. Tiveram casos em que a parte recuperanda conseguiu aproximadamente 90% de aprovação do seu plano com a atuação do “Proxy Hunter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5) A atuação do “Proxy Hunter” está limitada à intermediação do contato entre recuperanda e credores, assim como à participação na Assembleia Geral de Credores?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é negativa. O “Proxy Hunter” pode agregar maior controle e legitimidade ao processo de adesão dos credores ao plano, uma vez que tem condições de gerar relatórios na forma em que for combinado, bem como realizar a gestão de documentos firmados e recebidos dos credores, se estiver no escopo da sua atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que o “Proxy Hunter” ainda pode contribuir não só com a aprovação do plano de recuperação, mas também com o cumprimento desse plano, tendo em vista os relatórios gerados e a gestão de documentos realizada.</p>
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		<title>Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 3</title>
		<link>https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 18:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o especialista a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period. </p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial-3/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A viabilidade da tutela cautelar antecedente na recuperação judicial é tema de análise pelo advogado&nbsp;Bryan Mariath Lopes, sócio do escritório&nbsp;Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA).&nbsp;Para o especialista,&nbsp;“<em>a plausibilidade de existência do direito alegado deveria ser suficiente para o judiciário atender à pretensão do requerente, quando há real necessidade da concessão da tutela cautelar antecedente à recuperação judicial, mas não é isso que acontece na prática</em>“.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista relatou que há outro viés mais restritivo, quando a Justiça exige a comprovação dos requisitos dos arts. 48 e 51 da LRF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Tal exigência não faz sentido do ponto de vista legal, sendo exacerbada a decisão que exige o preenchimento desses requisitos para pedir a tutela cautelar antecedente. Tornou-se, no entendimento de alguns magistrados, um pressuposto de admissibilidade</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado comentou, ainda, que um dos grandes entraves das empresas em dificuldades financeiras e que divisam uma saída pela recuperação judicial é levantar o grande volume de documentos previstos pela lei 11.101/05 para viabilizar o ajuizamento do pedido de recuperação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bryan, a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period (180 dias de proteção da empresa contra execuções) e evitar o colapso da empresa diante da cobrança massiva dos credores, preservando a atividade empresarial, o fim social e os postos de trabalho, podendo até mesmo, com a evolução das negociações, evitar o futuro pedido de recuperação judicial.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial-3/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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		<title>Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 18:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o especialista a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period. </p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial-2/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A viabilidade da tutela cautelar antecedente na recuperação judicial é tema de análise pelo advogado&nbsp;Bryan Mariath Lopes, sócio do escritório&nbsp;Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA).&nbsp;Para o especialista,&nbsp;“<em>a plausibilidade de existência do direito alegado deveria ser suficiente para o judiciário atender à pretensão do requerente, quando há real necessidade da concessão da tutela cautelar antecedente à recuperação judicial, mas não é isso que acontece na prática</em>“.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista relatou que há outro viés mais restritivo, quando a Justiça exige a comprovação dos requisitos dos arts. 48 e 51 da LRF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Tal exigência não faz sentido do ponto de vista legal, sendo exacerbada a decisão que exige o preenchimento desses requisitos para pedir a tutela cautelar antecedente. Tornou-se, no entendimento de alguns magistrados, um pressuposto de admissibilidade</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado comentou, ainda, que um dos grandes entraves das empresas em dificuldades financeiras e que divisam uma saída pela recuperação judicial é levantar o grande volume de documentos previstos pela lei 11.101/05 para viabilizar o ajuizamento do pedido de recuperação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bryan, a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period (180 dias de proteção da empresa contra execuções) e evitar o colapso da empresa diante da cobrança massiva dos credores, preservando a atividade empresarial, o fim social e os postos de trabalho, podendo até mesmo, com a evolução das negociações, evitar o futuro pedido de recuperação judicial.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial-2/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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		<title>Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Apr 2022 16:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o especialista a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A viabilidade da tutela cautelar antecedente na recuperação judicial é tema de análise pelo advogado&nbsp;Bryan Mariath Lopes, sócio do escritório&nbsp;Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA).&nbsp;Para o especialista,&nbsp;“<em>a plausibilidade de existência do direito alegado deveria ser suficiente para o judiciário atender à pretensão do requerente, quando há real necessidade da concessão da tutela cautelar antecedente à recuperação judicial, mas não é isso que acontece na prática</em>“.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista relatou que há outro viés mais restritivo, quando a Justiça exige a comprovação dos requisitos dos arts. 48 e 51 da LRF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Tal exigência não faz sentido do ponto de vista legal, sendo exacerbada a decisão que exige o preenchimento desses requisitos para pedir a tutela cautelar antecedente. Tornou-se, no entendimento de alguns magistrados, um pressuposto de admissibilidade</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado comentou, ainda, que um dos grandes entraves das empresas em dificuldades financeiras e que divisam uma saída pela recuperação judicial é levantar o grande volume de documentos previstos pela lei 11.101/05 para viabilizar o ajuizamento do pedido de recuperação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bryan, a tutela cautelar antecedente torna-se uma opção para assegurar os efeitos do Stay Period (180 dias de proteção da empresa contra execuções) e evitar o colapso da empresa diante da cobrança massiva dos credores, preservando a atividade empresarial, o fim social e os postos de trabalho, podendo até mesmo, com a evolução das negociações, evitar o futuro pedido de recuperação judicial.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/advogado-analisa-tutela-cautelar-antecedente-na-recuperacao-judicial/">Advogado Analisa Tutela Cautelar Antecedente na Recuperação Judicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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