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	<title>Arquivos China - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos China - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Do entretenimento à compra: o crescimento do social commerce no Brasil e a influência das redes sociais chinesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 13:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O social commerce, formato no qual os consumidores descobrem produtos por meio das redes sociais e finalizam suas compras sem sair do aplicativo tem crescido no país.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/do-entretenimento-a-compra-o-crescimento-do-social-commerce-no-brasil-e-a-influencia-das-redes-sociais-chinesas/">Do entretenimento à compra: o crescimento do social commerce no Brasil e a influência das redes sociais chinesas</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um dos países com maior uso de redes sociais no mundo e se destaca como um dos mercados mais promissores para o social commerce (em tradução livre, comércio social). O comportamento digital dos brasileiros demonstra um alto grau de engajamento, especialmente com formatos interativos, como vídeos curtos, transmissões ao vivo e compras dentro dos aplicativos.</p>
<p>O social commerce, formato no qual os consumidores descobrem produtos por meio das redes sociais e finalizam suas compras sem sair do aplicativo tem crescido no país. Empresas como Magazine Luiza, Americanas e Shopee já investem fortemente na integração entre redes sociais e e-commerce, seguindo o modelo adotado na China. Com isso, o Brasil se aproxima de uma tendência global, na qual as fronteiras entre entretenimento, conteúdo e consumo digital estão cada vez mais tênues.</p>
<p>Os desafios também crescem à medida que essas plataformas ganham relevância. O Marco Civil da Internet e a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) impõem restrições à coleta de dados, necessários para a personalização dos algoritmos, enquanto questões como fake news, desinformação e o impacto dos algoritmos no consumo de conteúdo geram debates sobre a necessidade de regulamentação mais rígida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/visual-law-como-facilitador-da-aplicacao-da-lgpd/" target="_blank" rel="noopener">Visual Law como facilitador da aplicação da LGPD</a></strong></p>
<p>Enquanto o Brasil e outros países ainda lindam com a primeira onda dessa tendência, a China já se consolidou como líder global nesse segmento. Aplicativos como TikTok, Douyin, Xiaohongshu e Lemon8 transformaram a forma como os consumidores compram, combinando algoritmos altamente personalizados com uma experiência de entretenimento.</p>
<p>Diferente das redes sociais ocidentais, que ainda dependem fortemente da receita publicitária, os aplicativos chineses majoritariamente integram compras diretamente nas plataformas, permitindo que usuários façam transações sem sair do aplicativo. Esse modelo, chamado de shoppertainment (junção de compras com entretenimento) é um dos fatores por trás do enorme sucesso dessas plataformas.</p>
<p>A pesquisa da McKinsey de 2024<a href="#_ftn1" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref1">[1]</a> revelou que quase metade dos consumidores chineses já fez compras diretamente por meio de redes sociais, demonstrando como essa tendência se consolidou no país. Redes como Taobao, Tmall e JD.com expandiram suas operações incorporando transmissões ao vivo, recomendações personalizadas e interações diretas entre vendedores e compradores.</p>
<p>Esse mesmo formato está sendo replicado globalmente e tem grande potencial no Brasil, onde o engajamento digital e a influência dos criadores de conteúdo são altíssimos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA MAIS: <a href="https://lbca.online/a-forca-do-consumo-sustentavel-contra-o-greenwashing/" target="_blank" rel="noopener">A força do consumo sustentável contra o greenwashing</a></strong></p>
<p>Nos Estados Unidos, a discussão sobre o impacto das redes sociais chinesas tomou outra proporção quando surgiu a possibilidade de proibição do TikTok no país. O receio da interrupção do app levou milhões de pessoas a procurarem alternativas, e muitas delas encontraram novas opções também desenvolvidas na China, como Xiaohongshu e Lemon8.</p>
<p>Os usuários rapidamente perceberam que esses aplicativos ofereciam a mesma experiência viciante do TikTok, com rolagem infinita de vídeos e um fluxo constante de recomendações personalizadas. O Xiaohongshu, conhecido na China como uma rede social de estilo de vida, chegou a liderar o ranking de downloads da App Store dos EUA, ultrapassando plataformas ocidentais tradicionais.</p>
<p>Esse movimento reforça um fato inegável: os algoritmos chineses são extremamente eficazes em capturar a atenção dos usuários, mantendo-os engajados por mais tempo. Além disso, a integração de compras nas redes sociais chinesas demonstra que o modelo de publicidade tradicional usado no Ocidente pode estar perdendo força.</p>
<p>Se a tendência continuar, plataformas como TikTok podem não apenas rivalizar com outras redes sociais, mas também se tornar concorrentes diretas de gigantes do varejo, como a Amazon. A prova disso está no crescimento da TikTok Shop, que ultrapassou US$ 100 milhões em vendas durante a Black Friday nos EUA em 2023.<a href="#_ftn2" target="_blank" rel="noopener" name="_ftnref2">[2]</a></p>
<p>O consumidor brasileiro já se mostrou altamente receptivo às estratégias de marketing digital, live commerce e recomendações personalizadas. Se as tendências chinesas continuarem a se espalhar, podemos esperar um cenário onde as redes sociais não apenas servem como plataformas de interação, mas também como centros de compra e descoberta de produtos.</p>
<p>Para empresas que desejam se destacar nesse ambiente, a chave será compreender as novas dinâmicas do social commerce e investir em formatos que unam engajamento, entretenimento e conversão de vendas. O futuro do e-commerce será cada vez mais imersivo, e a experiência do usuário será o fator determinante para o sucesso das marcas no ambiente digital</p>
<hr />
<p><a href="#_ftnref1" target="_blank" rel="noopener" name="_ftn1">[1]</a>[1] Disponível em: <a href="https://www.mckinsey.com/industries/consumer-packaged-goods/our-insights/state-of-consumer?cid=cl4c-cml&amp;sid=CL4C&amp;mkt_tok=NDczLVpZRS01MjIAAAGT1DEn5DMufTLS3179qfEtc4WLeklMd6TSV_o5avPdvSr48skWVkrwDRZ9vbjnjuAgrpfRzuptEnQ7-n4MKpu1S7jNMDhJnkFYeXFEXTYxLrb30w#/" target="_blank" rel="noopener">Nine key consumer trends in 2024 | McKinsey</a></p>
<p><a href="#_ftnref2" target="_blank" rel="noopener" name="_ftn2">[2]</a> Disponível em: https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-12-04/tiktok-shop-triples-black-friday-sales-topping-100-million.</p>
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		<title>Antes de lei para IA, faltam definições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 15:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[OAB-SP]]></category>
		<category><![CDATA[regulação IA]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo a IA como tema, o evento foi realizado no auditório do edifício do Grupo Tribuna e contou com a participação do sócio Solano de Camargo.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/antes-de-lei-para-ia-faltam-definicoes/">Antes de lei para IA, faltam definições</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ainda não deve criar uma legislação específica para o uso da inteligência artificial (IA). Antes de elaborar uma norma, o País precisa definir se quer ou não virar um desenvolvedor da tecnologia. Acelerar a construção das regras pode trazer impactos negativos.</p>
<p>As afirmações acima são do presidente da Comissão de Privacidade, Proteção de Dados e Inteligência Artificial da Ordem dos Advogados do Brasil de SãoPaulo (OAB-SP), Solano de Camargo. Ele abordou o assunto ontem, durante o sexto fórum deste ano do projeto A Região em Pauta.</p>
<p>Tendo a IA como tema, o evento foi realizado no auditório do edifício do Grupo Tribuna. Segundo o especialista, pelo menos dois pontos mostram que senadores ou deputados federais não têm de criar um marco regulatório para IA agora.</p>
<p>Um deles é que a tecnologia muda constantemente, podendo tornar a lei rapidamente obsoleta. O outro é que a nação deve definir qual sistema se encaixa melhor às necessidades. “Temos vontade de copiar o que fazem na Europa, mas o modelo europeu é o melhor para o Brasil?”, ponderou, apontando que os norte-americanos, líderes globais em desenvolvimento tecnológico, seguem caminhos diferentes.</p>
<p>“O modelo descentralizado é usado pelos Estados Unidos. Lá, não se cogita uma lei geral de IA, como estabelece o modelo europeu, que sempre é central, regulando todos os aspectos da nova tecnologia.” Camargo afirmou que um passo mal calculado, neste momento, eleva o risco de o País perder oportunidades futuras.“Quem está dominando o mundo em inteligência artificial? Estados Unidos em primeiro lugar, China em segundo, Japão em terceiro e, depois, a União Europeia. Perdemos oportunidades nas ondas tecnologias.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/ia-como-ferramenta-de-inclusao-dentro-do-fator-s-do-esg/" target="_blank" rel="noopener">IA como ferramenta de inclusão dentro do fator S do ESG</a></strong></p>
<p>O Brasil quase teve fábrica de microchips, e foi preterido pela Costa Rica. Vamos perder a corrida das IAs? Se coloco muita amarra para o desenvolvedor, ele não vai ficar aqui. Vai procurar um lugar com arcabouço regulatório mais favorável.”</p>
<p>Diante disso, o integrante da OAB-SP asseverou que as autoridades públicas não devem criar uma legislação pensando somente nos possíveis perigos oriundos da inteligência artificial. É necessário encontrar o que chamou de “meio-termo”. “Se quero regular pensando no risco, que é o objetivo do Senado&#8230; Precisamos de algo que permita o desenvolvimento de tecnologias ao lado da proteção. Isso tudo tem de caminhar junto”, salientou Camargo.</p>
<p>“A IA não substituiu profissão, porque isso é um contexto, mas substitui tarefas repetitivas, operacionais. Então, profissionais tarefeiros estão ameaçados.(&#8230;) Vamos precisar de muito do ser humano, mas vamos ter de nos colocar no contexto estratégico, crítico e generalista, não mais especialista” Gabriela Morais Professora e especialista em DesignGráfico, com especialização em Desenvolvimento Web.</p>
<p>“Alguns aplicativos não permitem palavras (ofensivas). Por outro lado, o pessoal faz vídeos sexualizados como rosto (de alunos) para causar bullying na classe. Isso não dá para postar no Instagram, mas dá no WhatsApp, que não tem bloqueio de ninguém. Existem aplicativos que permitem tudo” PauloHenrique Farias Publicitário</p>
<p>“Perdemos oportunidades nas ondas tecnologias. O Brasil quase teve fábrica de microchips e foi preterido pela Costa Rica.Vamos perder a corrida das IAs? Se coloco muita amarra para o desenvolvedor, ele não vai ficar aqui” Solano de Camargo Presidente da Comissão de Privacidade, Proteção deDados e Inteligência Artificial da OAB-SP</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/diferentes-graus-de-emprego-da-ia-convivem-na-advocacia-brasileira/" target="_blank" rel="noopener">Diferentes graus de emprego da IA convivem na advocacia brasileira</a></strong></p>
<h2>Mau uso da tecnologia preocupa e exige cuidados de todos</h2>
<p>Embora tenham enfatizado que a IA traz muitos benefícios, os convidados do fórum declararam que o mau uso da tecnologia preocupa. Como disse Solano de Camargo, há uma “epidemia” de deepfakes (imagens ou vídeos manipulados) e golpes. Assim, todos devem estar atentos. Os especialistas lembraram que há plataformas, como o Facebook, com regras para a bloquear conteúdos danosos.</p>
<p>Porém, outros canais não apresentam o mesmo recurso, o que requer cuidado de pais e da sociedade como um todo. “Alguns aplicativos não permitem palavras (ofensivas). Por outro lado, o pessoal faz vídeos sexualizados com o rosto (de alunos) para causar bullying na classe. Isso não dá para postar no Instagram, mas dá no WhatsApp, que não tem bloqueio de ninguém. Existem aplicativos que permitem tudo”, disse o publicitário Paulo Henrique Farias.</p>
<h2>Trabalho</h2>
<p>Outro ponto abordado no evento foi emprego, pois a internet está cheia de pesquisas e estudiosos afirmando que a inteligência artificial vai eliminar funções. Segundo a professora e especialista em Design Gráfico, com especialização em Desenvolvimento Web, Gabriela Morais, não é bem assim, mas faz uma ressalva. “AIAnão substituiu profissão, porque isso é um contexto, mas substitui tarefas repetitivas, operacionais.</p>
<p>Então, profissionais tarefeiros estão ameaçados”, admitiu. A palestrante declarou, ainda, que “vamos precisar de muito do ser humano, mas vamos ter de nos colocar no contexto estratégico, crítico e generalista, não mais especialista”. No domingo, A Tribuna publicará caderno especial do sexto fórum de A Região em Pauta e aprofundará o assunto inteligência artificial. (MS)</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/antes-de-lei-para-ia-faltam-definicoes/">Antes de lei para IA, faltam definições</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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