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	<title>Arquivos compliance o que e - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos compliance o que e - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Descomplicando Compliance &#8211; Parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 13:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A implantação de um Programa de Compliance passa pelo compromisso da empresa e espelha um conjunto de regras que devem ser seguidas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A implantação de um Programa de Integridade (Compliance) passa pelo compromisso da alta administração da empresa e espelha um conjunto de regras internas e externas que devem ser seguidas do chão de fábrica ao C-level.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>1. O que é um programa de compliance?</strong></span><br />
O programa de compliance é um conjunto de procedimentos para o cumprimento de regras internas e externas definidos por uma empresa que deseja atuar dentro da regularidade. O programa de compliance conta com uma redação como se fosse um passo a passo do que é permitido ou não fazer, seja pela diretoria e ou demais colaboradores da empresa, atendendo às exigências normativas e técnicas do segmento do negócio. A política organizacional deve comtemplar também, a prevenção dos riscos operacionais, a gestão dos riscos existentes, identificando possíveis erros e apresentando soluções eficazes a serem cumpridas dentro de um prazo razoável para não prejudicar o negócio da empresa.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>2.Quais são os níveis do compliance? </strong></span><br />
No Compliance identificamos quatro níveis: I. Ser compliance: É quando a empresa e os seus colaboradores estão alinhados às normas da organização e orientados oficialmente a agir de conforme a ética e idoneidade; II. Estar em compliance: Está relacionado não apenas às normas internas da empresa, mas também à legislação à qual a empresa responde. É estar em conformidade com os regulamentos externos. III. Ser e estar em compliance: É agir de acordo com as normas internas da empresa e com a legislação. Está relacionado à postura individual dos trabalhadores, independente da função ou cargo que ocupa na organização. Ter um time que é e está em compliance é resultado direto de um programa de compliance bem estruturado. IV. Risco de compliance: É a ausência de qualquer política de gestão de riscos. Uma empresa sem gestão de riscos está sujeita a sanções legais, perdas financeiras e de reputação. A melhor forma de ser e estar em compliance é simplesmente seguir as regras internas e externas.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>3. Como implantar o compliance nas empresas? </strong></span><br />
A implantação de um programa de compliance é função da alta administração, ou seja, CEO e Diretoria. O primeiro passo é buscar um profissional dentro ou fora da diretoria que tenha as habilidades desejáveis para a função de compliance officer. Deve ser uma pessoa diplomática e capaz de dialogar com os diferentes setores da empresa, sempre pautada pela ética para a tomada de decisões. A essa pessoa compete, realizar uma análise de riscos para entender quais serão os desafios de implantar um programa de compliance. Com a análise concluída, vai criar um plano de ação para que a transição ocorra dentro do esperado pela organização naquele momento. Em paralelo à formulação de um Código de Conduta. O compliance officer deve gerir os riscos das práticas diárias, além de conscientizar os diretores e demais colaboradores sobre a importância de ser e de estar em compliance.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>4.Quais exemplos de compliance podemos considerar na prática? </strong></span><br />
Nenhuma empresa quer que os seus dados sensíveis e de seus clientes caiam em mãos erradas, portanto, a análise de risco faz parte importante de um programa de compliance. Um exemplo é a transferência da base de dados de um servidor interno para um servidor remoto, na nuvem. Estratégias, objetivos e estruturas alinhados aos treinamentos constantes dos colaboradores garantirão que todos estejam na mesma “página”, respeitando as normas internas e a legislação vigente. Outros dois pontos importantes para identificar eventuais irregularidades que possam ser cometidas são o controle de qualidade interno e a auditoria especializada externa, além da manutenção um canal de denúncias, onde as irregularidades possam ser comunicadas anonimamente por qualquer colaborador.</p>
<p>Veja a primeira parte do artigo <a href="https://bit.ly/3E9vKdI">&#8220;Descomplicando Compliance&#8221;</a>.</p>
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		<title>Programas de Compliance precisam ser atualizados</title>
		<link>https://lbca.online/programas-de-compliance-precisam-ser-atualizados/</link>
					<comments>https://lbca.online/programas-de-compliance-precisam-ser-atualizados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 18:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[compliance o que e]]></category>
		<category><![CDATA[compliance traducao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com que periodicidade,  as regras de compliance precisam ser revisadas? O sócio Fernando Torre comenta sobre em seu FAQ. Confira na íntegra.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/programas-de-compliance-precisam-ser-atualizados/">Programas de Compliance precisam ser atualizados</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as constantes mudanças legislativas e jurisprudenciais, as empresas precisam se adequar às alterações e o programa de compliance deve acompanhar essa atualização com revisões e ajustes, modernizando-se regularmente.</p>
<h2>1. Com que periodicidade,  as regras de compliance precisam ser revisadas?</h2>
<p>A atualização deve ser feita anualmente ou no máximo a cada 3 anos, porque a realidade vai se modificando, assim como os delitos, especialmente diante dos avanços das tecnologias. Se conhecermos os novos riscos, poderemos manter a prevenção e modernizar os parâmetros esperados dos colaboradores. Essas revisões também  servem para completar alguma informação ou esclarecer algum ponto que não ficou explicitado para a equipe de gestores e colaboradores no treinamento anterior.</p>
<h2>2. O treinamento é fundamental  para completar a atualização?</h2>
<p>Certamente, o treinamento  é a hora de reforçar  a cultura ética  da empresa e deve ser retomado periodicamente para manter os valores  vivos e evitar riscos reputacionais  à imagem da companhia. Nos treinamentos , o profissional  irá rever detalhes da política de integridade  e regras de governança da  organização e  da conduta que se espera dele,  visando antecipar possíveis riscos. O treinamento  presencial ou digital tem a função de chamar a atenção do colaborador para os pontos importantes do Código de Conduta e ajudará a memorizar os regramentos de maneira mais assertiva.</p>
<ul>
<li>Leia mais: <a href="https://lbca.online/compliance-consumerista-previne-conflitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compliance Consumerista previne conflitos</a></li>
</ul>
<h2>3. Qual é a área mais sensível?</h2>
<p>Sem dúvida, aquela que interage e negocia com a administração pública  porque é fundamental   assegurar que a linha da integridade não seja ultrapassada entre as esferas privada e a pública. Essas diretrizes  precisam estar claras no Código de Conduta da empresa, principalmente porque vivemos em  sociedade informatizada,  onde há uma superexposição das empresas e os danos à imagem podem ser imediatos em decorrência de disseminação de informações, verídicas ou não,  pelos sites,  redes sociais e aplicativos de mensagem.</p>
<h2>4. O Código de Conduta também deve ser atualizado?</h2>
<p>Este documento é o coração do Programa de Compliance , porque expressa a cultura da empresa e  tem a função  de orientar e padronizar  a atuação dos profissionais,   estipulando regras cotidianas para sustentar padrões de comportamento esperados, evitando mal- entendidos  e tornando mais simples e objetivo o relacionamento com clientes, gestores, parceiros, fornecedores e outros públicos.  Deve ter sempre como pilares, a ética, a  justiça e a accountability. Também é uma ferramenta  de transparência, na qual a organização assume publicamente seus compromissos com a ética empresarial, gerando valor e  sustentabilidade.</p>
<p><a class="botao-noticia" href="https://lbca.online/coronavirus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira  as últimas atualizações jurídicas sobre o impacto do Coronavírus no Brasil e no mundo/a&gt;&lt;/a</a></p>
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