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	<title>Arquivos consciencia-negra - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos consciencia-negra - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>LBCA GANHA DESTAQUE POR PROGRAMAS DE INCLUSÃO SOCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 18:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LBCA ganha destaque em matéria publicada pela Folha de São Paulo por implantação de programas de inclusão social. Confira.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-por-programas-de-inclusao-social/">LBCA GANHA DESTAQUE POR PROGRAMAS DE INCLUSÃO SOCIAL</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-tooltip="19 de novembro de 2020 18:19:27 UTC-3"></div>
<div data-tooltip="19 de novembro de 2020 18:19:27 UTC-3">Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA), ganha destaque em matéria publicada pela Folha de São Paulo por implantação de novas estratégias e  criação de programas de inclusão social.</div>
<div data-tooltip="19 de novembro de 2020 18:19:27 UTC-3"></div>
<div data-tooltip="19 de novembro de 2020 18:19:27 UTC-3">O curso de direito da Faculdade Zumbi dos Palmares não é considerado de elite no mundo do ensino jurídico, mas suas aulas levaram a refugiada ugandense Price Winfred Natutaaya, 39, a conseguir um emprego de assistente jurídica na área de direito do consumidor em um grande escritório de São Paulo.</div>
<div data-tooltip="19 de novembro de 2020 18:19:27 UTC-3">
<p>Ameaçada de morte em Uganda pelo ativismo contra a mutilação genital de mulheres, Price chegou ao Brasil em 2013.</p>
<p>No começo deste ano, foi contratada pelo escritório <a href="https://lbca.online/lbca-faz-assessoria-de-companhias-participantes-do-programa-empresa-amiga-da-justica/">Lee, Brock, Camargo Advogados</a> (LBCA) no âmbito do programa de diversidade racial da banca jurídica.</p>
<p>“No escritório (LBCA) me sinto prestigiada. Estou aprendendo muitas coisas na prática sobre direito do consumidor. A teoria que aprendemos na academia não é suficiente. Aqui vejo como a vida anda”, diz Price.</p>
<p>A contratação da ugandense faz parte de uma estratégia de eliminar requisitos elitistas de formação para contratar profissionais, deixando de lado também a tradicional cota numérica, em um novo método que está em implementação por grandes escritórios para aumentar a diversidade racial em seus quadros.</p>
<p>Exigências como ter estudado em faculdades consideradas de primeira linha, como USP, PUC, Mackenzie e FGV, e ter fluência em inglês foram abolidas como critérios eliminatórios e abriram caminho para reverter situações de até<br />
completa ausência de negros nas bancas jurídicas.</p>
<p>Esses programas de diversidade, porém, ainda não permitiram a chegada dos negros ao grupo dos sócios das cúpulas das bancas jurídicas. Algumas das firmas que implantaram a estratégia antielitista fazem parte do grupo intitulado Aliança Jurídica pela Equidade Racial, composto por dez grandes escritórios que desde o fim de 2017 realizam atividades para promover a inclusão racial internamente.</p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/11/escritorios-de-advocacia-derrubam-barreira-elitista-para-melhorar-inclusao-racial.shtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=compwa">Para ler a matéria completa, clique aqui!</a></p>
</div>
<p><a class="botao-noticia" href="https://lbca.online/coronavirus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira as últimas atualizações jurídicas sobre o impacto do Coronavírus no Brasil e no mundo/a&gt;&lt;/a</a></p>
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		<title>“Pouca gente sabe, mas racismo dói”: veja perfil do colaborador Teddy Wellington Gonçalves Da Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 18:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[21-de-novembro-consciencia-negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira: no Dia da Consciência Negra, a LBCA publica a história do colaborador Teddy Wellington Gonçalves Da Silva, vítima de racismo.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/pouca-gente-sabe-mas-racismo-doi-veja-perfil-do-colaborador-teddy-wellington-goncalves-da-silva/">“Pouca gente sabe, mas racismo dói”: veja perfil do colaborador Teddy Wellington Gonçalves Da Silva</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 16 anos, o analista e colaborador da LBCA, Teddy Wellington Gonçalves da Silva, foi vítima de racismo em um megashow. Ao entrar na fila para comprar lanches e bebidas não alcoólicas com dois amigos (um branco e um mulato) encostaram ao lado do caixa para separar o dinheiro e foram abordados por seguranças à paisana, que ordenaram que se virassem e começaram a revistá-los, perguntando se estavam vendendo drogas no local. Tiveram de mostrar os documentos e após a revista vexatória foram liberados. “Era nítido ver quem eram as pessoas que estavam consumindo drogas e por ser negro fui abordado”, diz indignado o bacharel em direito.</p>
<p>Teddy sente muito orgulho de suas raízes, de sua origem. Seu nome foi homenagem a um cantor negro de rhythm-and-blues, Teddy Pendergrass, de quem seu pai era fã.</p>
<p>Há 1 ano na LBCA, ele aponta como um dos fatores positivos do escritório a possibilidade de realizar funções diferentes em curto espaço de tempo e aprender coisas novas. Teddy já trabalhou em publicação, habilitação, diligência, cópia e intimação.</p>
<p>Comparativamente a outros escritórios, onde passou por processo seletivo, Teddy<a href="https://lbca.online/index.php/quem-somos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> se sentiu bem mais acolhido na LBCA</a>. “Nas entrevistas que fiz anteriormente, senti um certo racismo, me senti discriminado, porque fui deixado por último, era menos ouvido, a forma como era olhado, me sentia constrangido. Aqui, deu para perceber que era diferente. A sala estava cheia, tinha mais diversidade, a forma que vieram falar comigo, o RH, meus gestores, foram muito mais receptivos”, diz o colaborador. Teddy lembra também que na integração ficou claro para ele <a href="https://lbca.online/index.php/eventos/comite-da-lbca-participa-do-forum-de-empresas-e-direitos-lgbti/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">a importância que a LBCA dá para a diversidade e profissionais negros, LGBTI, PcDs, etc.</a></p>
<p>Segundo Teddy, se ele fosse vítima de racismo dentro da LBCA, ele denunciaria, porque se sente seguro. “Muitas vezes, as pessoas não denunciam por medo de não dar em nada, porque quem discriminou está hierarquicamente acima, porque há o medo de sofrer algum assédio moral ou até mesmo demissão”. Ele entende que o país está evoluindo na questão do combate às práticas racistas, porque sua mãe, avós e tios, provavelmente sofreram racismo de forma muito mais agressiva, há 30 ou 40 anos, do que podemos constatar atualmente.</p>
<p><a href="https://lbca.online/index.php/areas-de-atuacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teddy quer fazer carreira na LBCA</a>: “Meus objetivos são crescer gradativamente, primeiro me tornar advogado, ir me qualificando para um dia poder ocupar o cargo de gerência”. O colaborador já participou de dois processos seletivos internos, porque surgiram vagas e pretende crescer à medida que aparecerem novas oportunidades. Ele admira o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Barbosa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Joaquim Barbosa</a>, por ser negro, sofrer racismo, ter enfrentado dificuldades e ter se desafiado a ascender na carreira, o que inspira Teddy a tentar seguir uma carreira pública no Judiciário, no futuro. “Meu desejo é que um dia a sociedade, ao ver um negro em posição de destaque, não fique surpresa, pois capacidade não depende de cor, religião, etc”, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/pouca-gente-sabe-mas-racismo-doi-veja-perfil-do-colaborador-teddy-wellington-goncalves-da-silva/">“Pouca gente sabe, mas racismo dói”: veja perfil do colaborador Teddy Wellington Gonçalves Da Silva</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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