<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos consumerista - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<atom:link href="https://lbca.online/tag/consumerista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Jun 2024 15:35:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://lbca.online/wp-content/uploads/2023/06/favicon-150x150.png</url>
	<title>Arquivos consumerista - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>LBCA vê tendência de crescimento dos serviços jurídicos no turismo</title>
		<link>https://lbca.online/lbca-ve-tendencia-de-crescimento-dos-servicos-juridicos-no-turismo/</link>
					<comments>https://lbca.online/lbca-ve-tendencia-de-crescimento-dos-servicos-juridicos-no-turismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 15:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[consumerista]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[hotelaria]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=23765</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tendência de crescimento no turismo se fortalece porque o Brasil é atualmente o único país da América Latina considerado seguro para viajar.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/lbca-ve-tendencia-de-crescimento-dos-servicos-juridicos-no-turismo/">LBCA vê tendência de crescimento dos serviços jurídicos no turismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria do turismo vem se apresentando como uma das mais promissoras no cenário econômico brasileiro, tanto que pesquisa da CNC apontou dados superlativos para última alta temporada brasileira, que se encerrou em fevereiro, com faturamento R$ 155,87 bilhões. &#8220;Com índices tão positivos, as demandas por serviços jurídicos estão em crescimento e a Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) criou área específica para tratar deste segmento, assim como prestar consultoria jurídica para megashows, especialmente no eixo São Paulo-Rio de Janeiro&#8221;, diz o sócio Jayme Barbosa Lima.</p>
<p>Segundo ele, o turismo exige um guarda-chuvas de serviços do escritório, seja da prática do consumidor pela crescente relação consumerista entre empresa e viajante; Direito Trabalhista pela contratação de temporários em serviços de hotelaria, cruzeiros, comércio e alimentação; contratual na  costura de  pacotes turísticos entre operadoras, agências, empresas áereas, hotéis, tecnologia, pelo uso intensivo de chatbots e IA no segmento; área de seguros, envolvendo mais do que seguros de viagens e recuperação de crédito em casos de inadimplência.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/turismo-e-entretenimento-movimentam-mercado-de-escritorios-de-advocacia/" target="_blank" rel="noopener">Turismo e entretenimento movimentam mercado de escritórios de advocacia</a></strong></p>
<p>Na avaliação do advogado, a tendência de crescimento no turismo brasileiro vem se fortalecendo também porque o Brasil é atualmente o único país da América Latina considerado seguro para viajar, de acordo com a Berkshire Hathaway Travel Protection, estando em 15ª no ranking mundial, porque no país não há terrorismo e visa um turismo inclusivo, recebendo bem todos os viajantes, além de reunir belezas naturais, regiões históricas, boa gastronomia, etc.</p>
<p>Jayme também chama a atenção para o fato de que o Brasil está ocupando a presidência do G20 neste ano, que reúne as principais economias do planeta. As reuniões estão acontecendo em 13 diferentes cidades-sede do país (3 Sudeste, 5 Nordeste, 2 Sul, 12 Norte e 1 Centro-Oeste). &#8220;A ideia é que as comitivas de cada país ajudem a movimentar a indústria turística, além de chamar a atenção mundial para as atrações brasileiras&#8221;, afirma.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/lbca-ve-tendencia-de-crescimento-dos-servicos-juridicos-no-turismo/">LBCA vê tendência de crescimento dos serviços jurídicos no turismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/lbca-ve-tendencia-de-crescimento-dos-servicos-juridicos-no-turismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ações consumeristas e desjudicialização</title>
		<link>https://lbca.online/acoes-consumeristas-e-desjudicializacao/</link>
					<comments>https://lbca.online/acoes-consumeristas-e-desjudicializacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 14:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[consumerista]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[desjudicialização]]></category>
		<category><![CDATA[desjudicializacao civil]]></category>
		<category><![CDATA[desjudicializacao o que e]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=12374</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estamos no caminho certo, uma vez que contamos com diversas frentes para viabilizar a desjudicialização.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/acoes-consumeristas-e-desjudicializacao/">Ações consumeristas e desjudicialização</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estamos no caminho certo, uma vez que contamos com diversas frentes para viabilizar a desjudicialização.</em></p>
<p>Mesmo diante dos percalços gerados pela pandemia da Covid-19, a Justiça brasileira recebeu 25,8 milhões de novos processos em 2020, segundo dados do anuário &#8220;Justiça em Números &#8211; 2021&#8221;, do Conselho Nacional de Justiça, publicado em setembro de 2021. Deste total, 1.655.989 são ações consumeristas.</p>
<p>Nos artigos 4º e 5º do Código de Defesa do Consumidor constam os princípios e as formas de execução da Política Nacional das Relações de Consumo, na qual o objetivo, de forma sucinta, é a criação de meios e instrumentos que atendam às demandas consumeristas.</p>
<p>Nestes artigos temos, por exemplo, o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor, que pode acarretar na inversão do ônus da prova, a assistência judiciária gratuita e a iniciativa de ação governamental com o objetivo de proteger efetivamente o consumidor, caso da plataforma consumidor.gov, criada em 2014, para solução rápida de conflitos pela internet, dentre outros meios que lá constam.</p>
<p>Vale destacar aqui o inciso IV do artigo 4º cita a &#8220;<em>educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo</em>&#8220;, ou seja, precisamos dar ênfase à melhoria da qualidade da relação entre fornecedores e consumidores, com por exemplo, a aderência de maior número de empresas à plataforma do consumidor gov, uma maior divulgação da própria plataforma, a inserção de cláusula de resoluções alternativas de conflitos nos contratos, programas de conscientização para os fornecedores, dentre outras medidas que podem ser adotadas.</p>
<p>E não se trata de um dever apenas do Estado, mas sim, da sociedade como um todo, adotar posturas e políticas que visem regular da melhor forma possível a relação entre os fornecedores e consumidores e contribuir com a diminuição dos processos judiciais da esfera consumerista que, inclusive, no último relatório Justiça em Números do CNJ mostra que Direito do Consumidor foi o 2º tema mais demandado na Justiça Estadual.</p>
<p>O direito de acesso à Justiça é uma garantia constitucional, mas será que diante de um conflito o melhor caminho é acionar o Poder Judiciário imediatamente?</p>
<p>Nem todo conflito precisa se transformar em litígio e não se trata de um óbice de acesso à Justiça. Quem é esse fornecedor que está do outro lado? A ideia é que haja uma manutenção desta relação. Se o consumidor ingressar diretamente com uma ação judicial, em quanto tempo terá sua pretensão analisada? Além de todo o desgaste natural presente em uma ação judicial!</p>
<p>Isso, sem contar que  há várias formas alternativas de resolução de conflitos, como os Procons, a plataforma do consumidor gov, as câmaras privadas de mediação, além de significativas alterações na busca desta desjudicialização como, por exemplo, o novo Decreto do SAC, que deve ser aprovado ainda esse ano com inovações no que se refere aos atendimentos através de canais digitais, já que em decorrência da pandemia da Covid-19 tivemos uma aceleração na digitalização total das atividades e serviços.</p>
<p>Infelizmente, ainda está imbuída na cultura do brasileiro a judicialização de qualquer tipo de conflito, facilitada muitas vezes por políticas públicas &#8211; <em>como o benefício da Justiça Gratuita e os Juizados Especiais Cíveis</em> &#8211; que visam atender quem realmente precisa exercer seu direito de litigar diante de uma pretensão resistida. No entanto, por vezes tais instrumentos acabam por ter sua utilização desvirtuada e corroboram ainda mais para o aumento de ações judiciais.</p>
<p>Mas, em que pese todas as dificuldades, entendo que estamos no caminho certo, uma vez que contamos com diversas frentes para viabilizar a desjudicialização. O interesse é de todos, de diversos entes do Estado e da sociedade civil. Na verdade, precisamos é de uma mudança no <em>mindset</em> das pessoas pois, infelizmente, somos conhecidos como um país de litigantes e é essa mudança cultural que precisa ocorrer para que todas as ferramentas disponíveis sejam de fato bem utilizadas, direcionando  ao Poder judiciário apenas as ações de maior complexidade jurídica,  para que assim possamos ter uma justiça mais célere e, porque não dizer, mais barata e acessível para todos.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/acoes-consumeristas-e-desjudicializacao/">Ações consumeristas e desjudicialização</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/acoes-consumeristas-e-desjudicializacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
