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	<title>Arquivos direito do trabalho - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos direito do trabalho - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Competência da Justiça do Trabalho e desconsideração da personalidade jurídica em Recuperação Judicial</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:04:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A intersecção entre o Direito do Trabalho e o Direito Empresarial, especialmente no contexto de Recuperação Judicial, gera dúvidas sobre os limites de atuação de cada jurisdição. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Empresas em crise financeira frequentemente enfrentam ações trabalhistas simultâneas ao processo de Recuperação Judicial. Nesse cenário, surge uma questão crítica: qual juízo é competente para julgar e executar os créditos trabalhistas? A resposta não é óbvia e tem implicações profundas para a viabilidade do plano de recuperação e para a proteção patrimonial dos sócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intersecção entre o Direito do Trabalho e o Direito Empresarial, especialmente no contexto de Recuperação Judicial (RJ), frequentemente gera dúvidas sobre os limites de atuação de cada jurisdição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este FAQ fornece orientações práticas baseadas na jurisprudência consolidada dos tribunais superiores (STJ e STF), ajudando advogados a antecipar conflitos e estruturar estratégias adequadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-1-existe-relacao-entre-a-recuperacao-judicial-e-a-justica-do-trabalho"><strong>1. Existe relação entre a Recuperação Judicial e a Justiça do Trabalho?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A Recuperação Judicial pertence ao âmbito do Direito Empresarial, que regula a atividade econômica e a organização das empresas. Já a Justiça do Trabalho é competente para julgar conflitos entre empregados e empregadores. Assim, ainda que possa reconhecer e liquidar créditos trabalhistas, a Justiça do Trabalho não pode executar dívidas de empresas em recuperação, conforme a Lei nº 11.101/2005, alterada pela Lei nº 14.112/2020.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-2-a-justica-do-trabalho-pode-analisar-o-incidente-de-desconsideracao-da-personalidade-juridica-contra-empresa-em-recuperacao-judicial"><strong>2. A Justiça do Trabalho pode analisar o incidente de desconsideração da personalidade jurídica contra empresa em Recuperação Judicial?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A competência da Justiça do Trabalho limita-se à apuração e liquidação dos créditos. Qualquer medida que envolva atos de constrição ou execução deve ser submetida ao Juízo Universal da Recuperação Judicial, responsável por centralizar todas as decisões que impactem o patrimônio da empresa recuperanda e de seus sócios. Isso decorre do art. 6º, § 2º, da Lei 11.101/2005, que assegura a preservação da empresa e a segurança jurídica do processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-3-o-que-acontece-se-um-juiz-do-trabalho-determinar-o-bloqueio-de-bens-dos-socios-de-uma-empresa-em-rj"><strong>3. O que acontece se um juiz do trabalho determinar o bloqueio de bens dos sócios de uma empresa em RJ?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-caso-ocorra-um-bloqueio-ou-penhora-determinado-pela-justica-do-trabalho-contra-os-socios-de-uma-empresa-em-recuperacao-judicial-configura-se-um-conflito-de-competencia">Caso ocorra um bloqueio ou penhora determinado pela Justiça do Trabalho contra os sócios de uma empresa em Recuperação Judicial, configura-se um conflito de competência.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-nessas-situacoes-a-empresa-ou-os-socios-afetados-podem-suscitar-o-conflito-perante-o-superior-tribunal-de-justica-stj-a-jurisprudencia-pacificada-do-stj-reafirmada-pela-sumula-480-determina-que-prevalece-a-jurisdicao-do-juizo-da-recuperacao-judicial-consequentemente-as-ordens-de-bloqueio-emanadas-da-justica-do-trabalho-costumam-ser-suspensas-ou-anuladas-e-os-valores-eventualmente-bloqueados-devem-ser-colocados-a-disposicao-do-juizo-recuperacional">Nessas situações, a empresa ou os sócios afetados podem suscitar o conflito perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A jurisprudência pacificada do STJ, reafirmada pela Súmula 480, determina que prevalece a jurisdição do Juízo da Recuperação Judicial. Consequentemente, as ordens de bloqueio emanadas da Justiça do Trabalho costumam ser suspensas ou anuladas, e os valores eventualmente bloqueados devem ser colocados à disposição do juízo recuperacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA TAMBÉM:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/nova-lei-de-saude-no-trabalho-sua-empresa-esta-preparada-para-a-lei-n-15-377-2026/" type="post" id="31502" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nova Lei de Saúde no Trabalho: sua empresa está preparada para a Lei nº 15.377/2026? </a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-em-caso-de-conflito-de-competencia-entre-a-justica-do-trabalho-e-o-juizo-recuperacional"><strong>O que fazer em caso de conflito de competência entre a Justiça do Trabalho e o Juízo Recuperacional?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando houver conflito de competência, deve prevalecer a jurisdição do Juízo da Recuperação Judicial, conforme o entendimento pacificado do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esse juízo tem competência exclusiva para decidir sobre atos que onerem o patrimônio da empresa, inclusive a desconsideração da personalidade jurídica. Essa orientação é reafirmada pela Súmula 480 do STJ, que estabelece que o juízo da recuperação é competente para decidir sobre constrições de bens da empresa em recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-4-qual-a-importancia-atual-do-tema-e-os-impactos-dessa-definicao"><strong>4. Qual a importância atual do tema e os impactos dessa definição?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tema é estratégico porque equilibra dois interesses conflitantes: a efetividade das execuções trabalhistas e a preservação de empresas em recuperação. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) está uniformizando o entendimento através do Tema Repetitivo 26. Embora ainda sem tese final, essa discussão consolidará os argumentos que fundamentarão a futura decisão vinculante sobre a competência para o IDPJ e a responsabilização de sócios em contexto de RJ. A definição esperada trará maior segurança jurídica, evitará decisões conflitantes, garantirá a efetividade do plano de recuperação e protegerá a função social da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A coexistência entre execuções trabalhistas e a Recuperação Judicial exige atuação coordenada, técnica e estratégica, sob pena de comprometimento da própria reestruturação empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que conhecer a regra de competência, é essencial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificar riscos de constrição fora do juízo universal;</li>



<li>atuar de forma preventiva em incidentes de desconsideração;</li>



<li>e reagir rapidamente a decisões que contrariem a jurisprudência consolidada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A condução estratégica desses casos é decisiva para proteger o patrimônio, assegurar a paridade entre credores e viabilizar a continuidade da atividade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>NR 01 e Riscos Psicossociais no Trabalho: O que muda e como se preparar</title>
		<link>https://lbca.online/nr-1-e-riscos-psicossociais-no-trabalho-o-que-muda-e-como-se-preparar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[riscos psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a NR 01, as empresas passam a ter a obrigação de incluir os riscos psicossociais em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre saúde mental no ambiente de trabalho deixou de ser periférica. Com a revisão da<strong> Norma Regulamentadora 01 (NR 01)</strong>, as empresas passam a ter a obrigação de incluir os riscos psicossociais em seus <strong>Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Longe de ser uma mera formalidade, a revisão representa um marco na evolução do Direito do Trabalho, elevando a saúde mental ao mesmo patamar de importância que os riscos físicos tradicionais. A norma já está em vigor, mas sua implementação plena ocorrerá em fases até maio de 2026, dependendo do porte e do grau de risco da empresa. Ou seja: quem ainda não iniciou esse processo precisa começar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-relevancia-do-tema">A relevância do tema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados oficiais da Previdência Social, ansiedade e depressão já figuram entre as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. Não surpreende: setores como call centers, comércio e saúde vivem sob metas intensas, cobranças diárias e pressão emocional constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto delicado, e aqui está a complexidade prática, é diferenciar os transtornos ligados diretamente às condições de trabalho (jornadas incompatíveis, assédio velado, gestão por pressão) daqueles que decorrem de fatores externos, como questões familiares ou violência urbana. A fronteira não é simples, mas a obrigação de avaliar e agir agora é legalmente exigida.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-obrigacoes-praticas">Obrigações práticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da nova <strong>NR 01</strong>, o inventário de riscos deve contemplar também os psicossociais, com planos de ação estruturados. A norma deixa claro:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Primeiro, tenta-se eliminar o risco;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Depois, se não for possível, adotam-se medidas coletivas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. E apenas em último caso, recorre-se ao Equipamento de Proteção Individual (EPI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto merece destaque: o EPI não pode ser a primeira resposta. Ele é uma barreira residual, não a solução principal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/o-que-mudou-com-os-temas-repetitivos-do-tst-o-tst-uniformizou-pelos-temas-76-77-155-e-250-o-tratamento-das-indenizacoes-por-danos-materiais/" type="post" id="30692" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que mudou com os Temas Repetitivos do TST?  O TST uniformizou, pelos Temas 76, 77, 155 e 250, o tratamento das indenizações por danos materiais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a norma exige que a documentação seja assinada por profissional habilitado em Saúde e Segurança do Trabalho (engenheiro de segurança, médico ou técnico de SST, entre outros). Psicólogos organizacionais podem, e devem, atuar como apoio técnico no diagnóstico, mas a responsabilidade formal permanece com os profissionais de SST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o eSocial passa a ser uma ferramenta central: ali estarão registrados afastamentos, ASOs, CATs e treinamentos. As inconsistências saltam aos olhos da fiscalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-muito-alem-da-papelada">Muito além da papelada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que mora a verdadeira mudança: a NR 01 não é apenas sobre documentos, mas sobre cultura organizacional. Treinamentos em gestão de pessoas, comunicação não violenta, prevenção de assédio e inteligência emocional devem ser incorporados à rotina das empresas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos como o burnout — agora reconhecido como doença ocupacional pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11) — mostram que não basta treinar líderes de forma protocolar: é preciso dar condições reais de suporte, acolhimento e prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao assédio, seja moral ou sexual, não estamos diante de um “risco”, mas de um desvio de conduta que exige protocolos claros: canais de denúncia confiáveis, investigação sigilosa e medidas imediatas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-estrategicos">Impactos estratégicos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, o recado é claro: as áreas jurídica, de RH e contábil devem caminhar juntas. O jurídico revisa documentos e atua de forma preventiva; o RH conduz políticas de gestão de pessoas; e a contabilidade garante coerência nos dados enviados ao eSocial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo os pequenos negócios precisam se adaptar. A boa notícia é que podem começar com diagnósticos simples e medidas proporcionais à sua realidade, desde que documentadas. A omissão deixou de ser uma opção.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A NR 01 marca um avanço: coloca a saúde mental no mesmo patamar dos demais riscos ocupacionais. Isso significa que a preocupação com ansiedade, depressão, burnout e outras questões não é apenas um diferencial competitivo, mas uma obrigação legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que compreenderem que saúde mental não é custo, mas investimento em produtividade e sustentabilidade, estarão um passo à frente. E, mais do que evitar autuações, ganharão algo valioso: um ambiente de trabalho mais humano, saudável e duradouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Teses Vinculantes do TST: o que muda no Direito do Trabalho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:16:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[fgts]]></category>
		<category><![CDATA[teses vinculantes]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[TRT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essas decisões garantem maior segurança jurídica e evitam interpretações divergentes. Também visam uniformizar a jurisprudência trabalhista, proporcionando maior previsibilidade e segurança para empregadores e empregados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O Tribunal Superior do Trabalho (TST) consolidou 21 teses vinculantes sobre temas trabalhistas, que agora devem ser seguidas obrigatoriamente!</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Essas decisões garantem maior segurança jurídica e evitam interpretações divergentes. Também visam uniformizar a jurisprudência trabalhista, proporcionando maior previsibilidade e segurança para empregadores e empregados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Confira todas as mudanças:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">FGTS<span style="font-weight: 400;"> deve ser depositado na </span>conta vinculada do trabalhador<span style="font-weight: 400;">, sem pagamento direto ao empregado.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Intervalo para mulheres antes da hora extra (antes da reforma trabalhista) gera direito ao</span> pagamento de horas extras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Contrato de transporte de cargas <span style="font-weight: 400;">é comercial, afastando a terceirização prevista na Súmula nº 331 do TST.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Falta de recolhimento do FGTS pode justificar</span> rescisão indireta<span style="font-weight: 400;"> sem necessidade de imediata reação do empregado. </span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Motoristas e cobradores devem ser </span>incluídos na base de cálculo<span style="font-weight: 400;"> da cota de aprendizes. </span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Acusação infundada de improbidade não valida justa causa e pode gerar </span>indenização por danos morais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Promoção por antiguidade:<span style="font-weight: 400;"> cabe ao empregador provar que o empregado não atende aos requisitos. </span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Petroleiros não têm direito a</span> horas in itinere<span style="font-weight: 400;">, pois transporte fornecido por obrigação legal afasta essa previsão. </span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Falta de banheiro e local de alimentação para trabalhadores externos de limpeza pode gerar</span> indenização por danos morais<span style="font-weight: 400;">.</span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 400;">Comissões sobre vendas canceladas devem considerar o </span>valor total da operação, <span style="font-weight: 400;">salvo acordo em contrário. </span></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Multa por atraso<span style="font-weight: 400;"> nas verbas rescisórias também se aplica em casos de rescisão indireta.</span></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/novas-regras-sobre-recursos-contra-decisao-do-trt-que-nega-seguimento-ao-rr/" target="_blank" rel="noopener">Novas regras sobre Recursos contra decisão do TRT que nega seguimento ao RR</a></strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Gerente-geral da CEF não tem direito à jornada reduzida de seis horas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Venda de produtos de empresas do grupo econômico do banco não gera direito a comissões adicionais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Pedido de demissão de empregada gestante exige assistência sindical para ser válido.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Parte que não leva testemunhas à audiência não pode alegar cerceamento de defesa.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Função Comissionada Técnica (FCT) no Serpro integra o salário para todos os efeitos legais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Trabalhador obrigado a transportar valores sem ser especializado tem direito a indenização por danos morais.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA MAIS: <a href="https://lbca.online/a-regulamentacao-das-redes-sociais-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">A regulamentação das redes sociais no Brasil</a></strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Caixa da CEF tem direito a intervalo de digitação de 10 min a cada 50 min, independentemente da preponderância da atividade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Falta de anotação na CTPS não gera dano moral automaticamente; é necessário comprovar prejuízo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Revista de bolsas e pertences de forma visual e impessoal não caracteriza dano moral.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="color: #000000;">Contrato de transporte de cargas afasta a responsabilidade subsidiária da empresa contratante.</span></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://lbca.online/teses-vinculantes-do-tst-o-que-muda-no-direito-do-trabalho/">Teses Vinculantes do TST: o que muda no Direito do Trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde atualiza lista de doenças relacionadas ao trabalho</title>
		<link>https://lbca.online/ministerio-da-saude-atualiza-lista-de-doencas-relacionadas-ao-trabalho/</link>
					<comments>https://lbca.online/ministerio-da-saude-atualiza-lista-de-doencas-relacionadas-ao-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 19:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[doenças relacionadas ao trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Portaria GM/MS nº 1999 de 27/11/2023]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Portaria GM/MS nº 1999 de 27/11/2023 que altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, incorpora 165 novas patologias.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A lista de doenças relacionadas ao trabalho foi atualizada pelo Ministério da Saúde. A adequação do protocolo às necessidades dos trabalhadores coloca os profissionais no centro do debate sobre saúde pública. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Portaria GM/MS nº 1999 de 27/11/2023 que altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, incorpora 165 novas patologias que causam danos à integridade física ou mental do trabalhador, como por exemplo, COVID 19, doenças de saúde mental, distúrbios músculos esqueléticos e outros tipos de cânceres foram inseridos na lista. </span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/5-dicas-sobre-o-inicio-da-transmissao-dos-eventos-trabalhistas-no-esocial/" target="_blank" rel="noopener">5 dicas sobre o início da transmissão dos eventos trabalhistas no eSocial</a></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A finalidade da Portaria é orientar o uso clínico-epidemiológico de forma a permitir a qualificação da atenção integral à Saúde do Trabalhador; facilitar o estudo da relação entre o adoecimento e o trabalho; adotar procedimentos de diagnóstico; elaborar projetos terapêuticos mais acurados; e orientar as ações de vigilância e promoção da saúde em nível individual e coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lista de doenças relacionadas ao trabalho consta no Anexo LXXX da Portaria, sendo organizada nas seguintes estruturas: I &#8211; Lista A: agentes e/ou fatores de risco com respectivas doenças relacionadas ao trabalho; e II &#8211; Lista B: doenças relacionadas ao trabalho com respectivos agentes e/ou fatores de risco.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>SAIBA MAIS: <a href="https://lbca.online/principais-pontos-de-gestao-para-empresarios-no-setor-maritimo/" target="_blank" rel="noopener">Principais pontos de gestão para empresários no setor marítimo</a></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova Portaria agora conta com 347 classificações de doenças relacionadas ao trabalho e atenderá os trabalhadores em geral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Portaria entra em vigor 30 dias após a data de sua publicação.</span></p>
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		<title>Mau uso do WhatsApp gera demissões e processos contra empresas da região de Rio Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 18:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Dados da Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[demissões]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunais Regionais do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<category><![CDATA[uso de whatsapp nas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[whatsapp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cresce o número de processos trabalhistas envolvendo o aplicativo de mensagens</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/mau-uso-do-whatsapp-gera-demissoes-e-processos-contra-empresas-da-regiao-de-rio-preto/">Mau uso do WhatsApp gera demissões e processos contra empresas da região de Rio Preto</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O mau uso do WhatsApp, seja por parte do empregado ou do empregador, tem feito crescer o número de processos trabalhistas envolvendo o aplicativo de mensagens. Advogados apontam que o número de ações do tipo dobraram nos últimos anos, principalmente após a pandemia do coronavírus, quando o WhatsApp passou a ser mais utilizado no ambiente do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais pedidos na Justiça do Trabalho envolvendo o aplicativo de mensagens têm sido pelo direito de se “<em>desconectar do trabalho</em>”. Ou seja, funcionários que entram na Justiça solicitando o pagamento de horas extras da empresa por serem acionado pelo empregador através do WhatsApp fora do seu tradicional horário de expediente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados da Justiça do Trabalho apontam que, entre 2018 e 2022, o número de ações do tipo dobraram no País: de 1.319, em 2018, para 2.666, em 2022. Um aumento de 102%.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA SOBRE: <a href="https://lbca.online/5-dicas-sobre-o-inicio-da-transmissao-dos-eventos-trabalhistas-no-esocial/" target="_blank" rel="noopener">5 dicas sobre o início da transmissão dos eventos trabalhistas no eSocial</a><br />
</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Marcia é um dos casos. A funcionária que prefere não se identificar entrou na Justiça após ser demitida, solicitando o direito de receber hora extra da empresa por ser acionada corriqueiramente pelo empregador fora do horário de expediente enquanto era contratada. “<em>A gente fica com receio de não responder, pois é seu chefe</em>”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gustavo Esquive, coordenador da comissão de direito do trabalho da OAB de Rio Preto, ressalta que a maior parte dos casos de ações trabalhistas pelo direito de se desconectar do trabalho é de funcionários demitidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“<em>Normalmente, enquanto o funcionário está empregado ele fica com receio de entrar com uma ação contra a empresa e acaba respondendo as mensagens por medo de ser demitido. O mais comum é o funcionário entrar com ação quando é demitido. Nesse caso, ele tem prazo de até dois anos, contados da data de desligamento da empresa, para entrar com ação trabalhista</em>”, explicou Esquive.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora no Brasil ainda não haja uma legislação específica sobre o tema, a jurisprudência brasileira tem aplicado o entendimento que cabe o pagamento de horas extras ao funcionário acionado fora do expediente e, em alguns casos, até mesmo de indenização. <em>“Hoje, o WhatsApp é um meio cada vez mais utilizado na Justiça do Trabalho como prova.</em></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em> Se o empregador aciona o funcionário pelo aplicativo, a própria mensagem configura uma prova para a ação que pede o pagamento de horas extras”</em>, ressaltou Manuela Tavares, conselheira estadual da OAB de São Paulo.</span></p>
<h2>Excessos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Menos corriqueira como ação na Justiça do Trabalho, a prática de abuso do uso aplicativo de mensagens no horário de expediente tem sido notada por gestores de recursos humanos das empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juliana Ferrari, psicóloga organizacional e do trabalho, conta que já viu pessoas sendo advertidas e até suspensas pelo uso desvirtuoso do WhatsApp no horário de trabalho. “<em>É importante que a empresa faça um trabalho de conscientização com o empregado e empregador sobre o uso de aplicativo, em que ambas as partes estabeleçam limites.”</em></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as dicas da especialista, estão retirar as notificações do aplicativo – que geram impulso por parar o que se está fazendo para ler a mensagem – bem como de o empregador entender os horários em que pode acionar o funcionário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é recomendado o incentivo ao WhatsApp corporativo, em que o funcionário o abre apenas durante o expediente. “<em>Toda vez que uma pessoa é interrompida ela perde o foco e a concentração. Estudos mostram que se demora até 20 minutos para recuperar o foco, o que gera uma diminuição da produtividade. Sem contar, que quem está em casa e recebe uma mensagem do chefe fica ansioso e até estressado, o que pode gerar problemas de sono e até transtornos mentais</em>”.</span></p>
<h2>Europa cria legislação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferentemente do Brasil, que ainda não possui uma legislação para tratar sobre o assunto, na Europa, alguns países já possuem legislação própria que obriga empresas a especificar os horários nos quais os empregados não precisam ler e-mails ou mensagens, nem mesmo respondê-las.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na França, por exemplo, desde 2017, uma lei obriga empresas com mais de 50 funcionários a especificar os horários nos quais os empregados não precisam mais ler e-mais ou mensagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na Bélgica, desde 2022, funcionários públicos não podem ser contatados fora do horário de expediente. Lei similar à de Portugal, que também veta o contato por WhatsApp do empregador com empregado no horário de descanso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gustavo Esquive, coordenador da comissão de direito do trabalho da OAB de Rio Preto, explica que embora o Brasil não tenha uma legislação específica sobre o tema as demandas do tipo podem ser resolvidas na Justiça com base em entendimentos do Tribunal Superior do Trabalho (TST). “<em>Hoje, grande parte das ações do tipo tem sido resolvidas com base em jurisprudência dos tribunais brasileiros</em>”, ressaltou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, para Juliana Ferrari, psicóloga organizacional e do trabalho, muito além de pensar no resguardo dos direitos do trabalhador é necessário que o assunto também seja discutido em prol da saúde dele. “Hoje, 99% das pessoas tem o aplicativo instalado no telefone e a grande maioria utiliza para o trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Mais do que nunca é preciso cuidado para não trabalhar demais e desencadear problemas de saúde, como a síndrome de burnout – distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastantes.” </span><i><span style="font-weight: 400;">(RC)</span></i></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/advogada-analisa-decisao-do-stf-sobre-folga-quinzenal-para-as-mulheres-aos-domingos/" target="_blank" rel="noopener">Advogada analisa decisão do STF sobre folga quinzenal para as mulheres aos domingos</a><br />
</strong></p>
<h2>TIRE SUAS DÚVIDAS</h2>
<h2>Posso exigir hora extra da minha empresa ao ser acionado pelo WhatsApp fora do meu horário de trabalho?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Contudo, cada caso necessita ser analisado pela Justiça do Trabalho. Em regra, o funcionário não é obrigado a responder mensagens do seu chefe fora do seu expediente. Isso porque o descanso remunerado é um dos direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Porém, a partir do momento em que a prática se torna reiterada o ato pode configurar pagamento de horas extras pela empresa.</span></p>
<h2>Quanto tempo tenho para entrar com ação trabalhista solicitando o pagamento da hora extra?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em regra, o empregado possui o prazo de até dois anos, contado da data do desligamento da empresa para entrar com uma ação trabalhista solicitando o pagamento das horas extras.</span></p>
<h2>Prints podem ser utilizados como prova em ações trabalhistas que demandam o pagamento de hora extra pelo uso do WhatsApp fora do horário de trabalho?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais recomendados pelo Tribunais Regionais do Trabalho é o uso da técnica de “<em>exportar conversa</em>” localizado no canto direito da tela do aplicativo. Isso porque, atualmente, existem sites onde é possível criar mensagens falsas com layout do aplicativo. Dessa forma, embora prints de WhatsApp possam ser utilizados como meio de prova em alguns casos, o mais recomendado é usar os arquivos históricos da conversa.</span></p>
<h2>A empresa pode monitorar meu WhatsApp?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Depende. A empresa somente tem direito de fazer o monitoramento do WhatsApp do funcionário, caso ele esteja sendo usado em equipamento empresarial, ou até mesmo em número disponibilizado para função comercial. Entretanto, caso a empresa utilize as mensagens da conta particular do funcionário como prova a seu favor, quando o WhatsApp esteja sendo usado no computador da empresa, o empregador pode perder o processo, visto que</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">não está respeitando as diretrizes de proteção de dados do funcionário.</span></p>
<h2>E quando o WhatsApp pode ser usado como prova pela empresa?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em regra, a empresa pode monitorar o WhatsApp do funcionário quando o número não seja o particular, mas o que ela ofereceu ao funcionário para trabalho. Nessa situação, caso o WhatsApp corporativo esteja sendo utilizado com outra função diferente de trabalho, cabe o monitoramento e a punição ao funcionário.</span></p>
<h2>Empresa pode monitorar o e-mail corporativo?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, por ser um dos suportes oferecidos pelo empregador ao empregado para exercício de sua função, a empresa tem direito de monitorar e-mails corporativos e aplicar penalidades em caso de uso desvirtuoso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Isso ocorre porque o Código Civil e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) consideram que a empresa é a responsável pelos atos de seus funcionários. Diante disso, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já tem jurisprudência no sentido de que o e-mail institucional pode ser monitorado pelas empresas sem ser considerada invasão de privacidade ou violação</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">de correspondência.</span></p>
<p><b>Fontes</b><span style="font-weight: 400;"> – CLT, TST, OAB e reportagem</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 dicas sobre o início da transmissão dos eventos trabalhistas no eSocial</title>
		<link>https://lbca.online/5-dicas-sobre-o-inicio-da-transmissao-dos-eventos-trabalhistas-no-esocial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 12:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria eSocial]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[esocial]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Manual de Orientação do eSocial]]></category>
		<category><![CDATA[processos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[processos trabalhistas no eSocial]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão dos eventos trabalhistas no eSocial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para garantir uma transição suave, é importante compreender plenamente o que o novo evento do eSocial exige.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>1. <strong>Atualização e Conhecimento</strong></h2>
<p>Antes de mais nada, os empregadores devem atualizar-se sobre a nova obrigatoriedade. Para garantir uma transição suave, é importante compreender plenamente o que o novo evento do eSocial exige, bem como as datas relevantes. A familiarização com o Manual de Orientação do eSocial é crucial para entender os detalhes, prazos e tipos de ações a serem lançadas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/stf-decide-que-contribuicao-sindical-obrigatoria-deve-ser-restabelecida/" target="_blank" rel="noopener">STF decide que Contribuição Sindical Obrigatória deve ser restabelecida</a></strong></p>
<h2>2. <strong>Fluxo de Trabalho para Processos Antigos e Novos</strong></h2>
<p>Esteja ciente de que processos com decisões homologatórias definitivas a partir de 1º de outubro de 2023 devem ser informados via eSocial para emissão das guias de recolhimento. Em contraste, os pagamentos decorrentes de decisões proferidas até 30 de setembro de 2023, serão realizados por meio de GFIP e GPS, mesmo que o pagamento ocorra após essa data.</p>
<h2>3. <strong>Gestão de Contribuições e Débitos</strong></h2>
<p>A mudança de declaração de débitos das contribuições de GFIP para DCTFWeb, e a mudança subsequente no procedimento de emissão das guias, requer uma adaptação na contabilidade. As equipes financeira e contábil devem estar bem informadas e treinadas sobre esses procedimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>SAIBA MAIS: <a href="https://lbca.online/pat-ganha-novas-regras-e-empresas-devem-ficar-atentas/" target="_blank" rel="noopener">PAT ganha novas regras e empresas devem ficar atentas</a></strong></p>
<h2>4. <strong>Preparação para o FGTS Digital</strong></h2>
<p>Embora o FGTS continue a ser recolhido por meio da GRF até janeiro de 2024, a partir de novembro de 2023 o eSocial disponibilizará ambiente teste do módulo FGTS digital, é fundamental já começar a se preparar para a transição. Isso significa atualizar sistemas e treinar a equipe sobre os novos procedimentos.</p>
<h2>5. <strong>Uso do Módulo Web Exclusivo</strong></h2>
<p>O eSocial oferece um módulo web exclusivo para processos trabalhistas. Empregadores, contadores, advogados e outros profissionais envolvidos na gestão de processos devem familiarizar-se com este portal. Será uma ferramenta valiosa, especialmente para aqueles que não têm sistemas próprios de gestão de folha ou que preferem uma interface centralizada para lidar com os processos trabalhistas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PAT ganha novas regras e empresas devem ficar atentas</title>
		<link>https://lbca.online/pat-ganha-novas-regras-e-empresas-devem-ficar-atentas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 15:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[governo brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Decreto do PAT]]></category>
		<category><![CDATA[PAT]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Alimentação do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[vale refeição]]></category>
		<category><![CDATA[vale-alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Decreto nº 11.678/2023 altera o decreto regulamentador do PAT para regulamentar os benefícios que podem ser oferecidos pelas empresas fornecedoras de cartões de alimentação e refeição às empresas beneficiárias do PAT.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/pat-ganha-novas-regras-e-empresas-devem-ficar-atentas/">PAT ganha novas regras e empresas devem ficar atentas</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Decreto atualiza o Programa de Alimentação do Trabalhador, o PAT. Vale relembrar que o </span><span style="font-weight: 400;">Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) é uma iniciativa do governo brasileiro, instituída pela Lei nº 6.321/76, que visa melhorar as condições nutricionais dos trabalhadores, garantindo-lhes uma alimentação saudável e adequada, contribuindo assim para a promoção da saúde e a prevenção de doenças, em troca de incentivos fiscais.</span></p>
<h2>1. O que o novo decreto estabelece?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Decreto nº 11.678/2023 altera o decreto regulamentador do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), especificamente o Decreto nº 10.854/2021, para regulamentar os benefícios que podem ser oferecidos pelas empresas fornecedoras de cartões de alimentação e refeição às empresas beneficiárias do PAT.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA </strong><strong>TAMBÉM: </strong><a href="https://lbca.online/reforma-trabalhista-e-poder-judiciario-a-reviravolta-do-stf-e-o-novo-horizonte-das-sumulas-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Reforma Trabalhista e Poder Judiciário: A Reviravolta do STF e o Novo Horizonte das Súmulas Trabalhistas</strong></a></p>
<h2>2. Quais são as principais mudanças trazidas pelo decreto?<span style="font-weight: 400;"> </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O decreto apresenta diversas mudanças, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Portabilidade:</b><span style="font-weight: 400;"> Todas as instituições que oferecem vale-refeição e vale-alimentação devem oferecer a opção de portabilidade dos valores aos funcionários.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transferência do crédito integral:</b><span style="font-weight: 400;"> Todo o saldo creditado na conta pode ser transferido para o novo cartão.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Decisão do funcionário:</b><span style="font-weight: 400;"> O funcionário é quem decide e solicita a mudança sem custo adicional.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Comunicação direta:</b><span style="font-weight: 400;"> O funcionário se comunica diretamente com a empresa do cartão sem passar pelo RH.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Proibição de </b><b><i>cashback</i></b><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> Empresas não podem atrair clientes com bônus pela preferência.</span></li>
</ul>
<h2>3. Como será a operacionalização da portabilidade e quando será regulada?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A portabilidade, apesar de ser lei, ainda não foi regulada. O Ministério do Trabalho e Emprego está encarregado de fornecer direcionamento sobre sua operacionalização, conforme detalhado no decreto.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/nova-lei-estabelece-equidade-salarial-e-criterios-de-remuneracao-entre-generos/" target="_blank" rel="noopener">Nova Lei estabelece Equidade Salarial e Critérios de Remuneração entre Gêneros</a></strong></p>
<h2>4. Os estabelecimentos comerciais precisam de algum requisito para aceitar esses pagamentos?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Estabelecimentos comerciais precisam estar registrados como atividade comercial de alimentação e refeição para aceitar pagamentos por meio deste crédito.</span></p>
<h2>5. Quando as mudanças passam ser aplicadas?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O decreto determina que as novas diretrizes serão aplicadas a partir da data de sua publicação, em 31 de agosto de 2023, sem apresentar regras de transição específicas. Considerando que as alterações do PAT foram implementadas em maio de 2023, existem incertezas sobre como o recente decreto afeta os contratos estabelecidos entre maio e 30 de agosto de 2023, levando a uma situação de ambiguidade jurídica.</span></p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/pat-ganha-novas-regras-e-empresas-devem-ficar-atentas/">PAT ganha novas regras e empresas devem ficar atentas</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova Lei estabelece Equidade Salarial e Critérios de Remuneração entre Gêneros</title>
		<link>https://lbca.online/nova-lei-estabelece-equidade-salarial-e-criterios-de-remuneracao-entre-generos/</link>
					<comments>https://lbca.online/nova-lei-estabelece-equidade-salarial-e-criterios-de-remuneracao-entre-generos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 20:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de equidade de gêneros]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[disparidades salariais entre homens e mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Equidade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 14.611/202]]></category>
		<category><![CDATA[programas de diversidade e inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[reputação da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[transparência nos critérios remuneratórios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei estabelece importantes diretrizes em relação à equidade salarial e critérios remuneratórios entre homens e mulheres.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Lei nº 14.611/2023, publicada no dia 4 de julho no “Diário Oficial da União”, estabelece importantes diretrizes em relação à igualdade salarial e critérios remuneratórios entre homens e mulheres. Essa legislação traz mudanças significativas para as empresas, que precisarão se adequar às novas exigências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as principais medidas estão a transparência nos critérios remuneratórios, a implementação de mecanismos de fiscalização interna, a promoção de programas de diversidade e inclusão, a capacitação de funcionários e o monitoramento contínuo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/lei-define-regras-para-aumentar-insercao-e-manutencao-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho-2/" target="_blank" rel="noopener">Lei define regras para aumentar inserção e manutenção das mulheres no mercado de trabalho</a></strong></p>
<h2>1. Quais as primeiras medidas de adequação  para as empresas?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se adequarem à nova lei, as empresas devem rever suas políticas existentes, garantindo que estejam alinhadas aos princípios de igualdade salarial. Além disso, é fundamental analisar os dados internos para identificar possíveis disparidades salariais entre homens e mulheres que desempenham as mesmas funções ou trabalhos de igual valor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base nessas informações, devem ser estabelecidas diretrizes claras, que proporcionem uma compreensão transparente dos critérios utilizados para determinar os salários.</span></p>
<h2>2. O novo regramento ressalta uma cultura de equidade de gêneros?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, por isso a capacitação dos funcionários é um elemento-chave nesse processo. É essencial fornecer treinamentos adequados para conscientizá-los sobre a importância da igualdade salarial e eliminar quaisquer preconceitos inconscientes relacionados à remuneração. Dessa forma, cria-se uma cultura organizacional que valoriza a equidade de gênero e promove um ambiente de trabalho inclusivo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/fator-social-questao-de-genero-e-licenca-menstrual/" target="_blank" rel="noopener">Fator Social, questão de gênero e licença menstrual</a></strong></p>
<h2>3. As  práticas de igualdade salarial devem ser observadas continuamente ?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento contínuo desempenha um papel crucial. As empresas devem estabelecer sistemas eficientes de monitoramento, que permitam a revisão regular das práticas de remuneração, a análise de dados internos e a identificação de possíveis disparidades salariais. Essa vigilância constante possibilita a correção imediata de qualquer desigualdade salarial e assegura a conformidade com as diretrizes da lei.</span></p>
<h2>4. Por que a adoção da Lei 14.611/2023 é importante para as empresas?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotar essas medidas, as empresas demonstram seu compromisso com a equidade de gênero e contribuem para a construção de um ambiente de trabalho mais justo e inclusivo. A igualdade salarial e critérios remuneratórios justos não apenas promovem a justiça social, mas também fortalecem a reputação da empresa, atraindo talentos qualificados e impulsionando um futuro mais diversificado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, a implementação das medidas da Lei 14.611 é de extrema importância para garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres. Ao seguir essas diretrizes, as empresas reforçam sua cultura organizacional, destacam-se positivamente e contribuem para uma sociedade mais igualitária e inclusiva.</span></p>
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		<title>Trabalho temporário no setor de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 15:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[fgts]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[legislacao-trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento de férias]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[produtos alimentícios]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador temporário]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho temporário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É importante que as empresas fiquem atentas às diretrizes legais e saibam suas principais regras, a fim de evitar falhas e eventuais penalizações.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O setor de alimentos possui algumas peculiaridades que podem ser observadas principalmente em épocas de comemorações, quando a demanda por produtos alimentícios aumenta significativamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os maiores desafios que as empresas deste setor enfrentam durante esses períodos, incluem: planejamento e logística, manutenção da qualidade, escalabilidade, mão de obra sazonal, marketing e promoção, gestão de resíduos e sustentabilidade, adaptações a tendências e preferências do consumidor, gerenciamento de riscos e imprevistos, regulamentações e conformidade, gestão financeira, dentre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, o ponto de reflexão são os desafios com a mão de obra sazonal, geralmente sanada através da contratação de trabalhadores temporários, o que gera grandes dúvidas e faz, inclusive, com que este modelo de contratação seja confundido com outros. Desta forma, é importante que as empresas fiquem atentas às diretrizes legais e saibam suas principais regras, a fim de evitar falhas e eventuais penalizações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contrato de trabalho temporário é um tipo de contratação com um prazo de duração estabelecido, assim, o vínculo entre empregado e empregador não é permanente. É uma exceção à regra vigente no Direito do Trabalho, em que o tempo do vínculo laboral é indeterminado.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/como-as-praticas-esg-impactam-o-setor-de-alimentos/" target="_blank" rel="noopener">Como as Práticas ESG Impactam o Setor de Alimentos</a><br />
</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a legislação, o trabalho temporário é prestado por pessoa física, geralmente contratada por uma empresa de trabalho temporário, as conhecidas &#8220;<em>agências</em>&#8221; — que devem ser registradas no Ministério do Trabalho e Previdência — que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente, para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contrato de trabalho temporário foi instituído no Brasil pela </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6019.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Lei 6.019/1974</span></a><span style="font-weight: 400;">, alterado pela Lei nº 13.429 de 2017 e regulamentado pelo </span><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-10.060-de-14-de-outubro-de-2019-221814552" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Decreto 10.060/2019</span></a><span style="font-weight: 400;">, que alterou diversas regras, dentre elas, o prazo do contrato, que era de três meses e passou a ser de 180 dias e prorrogável, desde que justificado, por mais 90 dias. Após o qual, o trabalhador temporário só poderá ser colocado à disposição da mesma tomadora de serviços depois de 90 dias, sob pena de configuração do vínculo empregatício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Decreto nº 10.060/2019 foi revogado em razão da entrada em vigor do Decreto 10.854/21 que regulamentou vários assuntos atinentes à legislação trabalhista, dentre eles, o trabalho temporário. Este decreto deixou claro que a necessidade contínua ou permanente ou a decorrente de abertura de filiais não é considerada demanda complementar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que essa modalidade de contratação é bastante utilizada em demandas sazonais no comércio, como Páscoa, Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, etc. Em 2020, o interesse em contratar trabalhadores temporários teve mais uma motivação: as circunstâncias excepcionais decorrentes da Covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2020, o contrato de trabalho temporário teve uma demanda atípica, por se ajustar à imprevisibilidade e às circunstâncias geradas pela Covid-19, alguns setores da economia encontraram nesse regime de contratação, com prazo limitado, uma maneira de atender de imediato as necessidades transitórias de sua empresa e de substituir os profissionais do grupo de risco que precisaram se afastar do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), o número de </span><a href="https://asserttem.org.br/noticia/apos-boom-de-vagas-temporarias-na-pandemia-previsao-e-de-retorno-de-contratacoes-sazonais-apos-boom-de-vagas-temporarias-na-pandemia-previsao-e-de-retorno-de-contratacoes-sazonais" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">trabalhadores contratados nessa modalidade</span></a><span style="font-weight: 400;"> no Brasil, de janeiro a setembro de 2020, ultrapassou 1,5 milhão de pessoas, 46% a mais que as ocorridas no mesmo período de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contrato individual de trabalho temporário deve conter os direitos do trabalhador e a indicação da empresa cliente, onde o serviço será prestado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Entre eles estão a remuneração equivalente à recebida pelos empregados da mesma categoria da tomadora de serviços, o pagamento de férias proporcionais, em caso de dispensa sem justa causa, pedido de demissão ou término normal do contrato, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> benefícios e serviços da Previdência Social, seguro de acidente do trabalho, anotação da condição de trabalhador temporário na CTPS, em anotações gerais, jornada de, no máximo, oito horas (poderá ser superior, se a empresa cliente adotar jornada específica);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> horas extras, no máximo de duas por dia, remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%, adicional noturno de, no mínimo, 20% da remuneração e descanso semanal remunerado.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/seguranca-do-trabalhador-no-setor-alimenticio/" target="_blank" rel="noopener">Segurança do Trabalhador no Setor Alimentício</a><br />
</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalhador temporário não tem direito à indenização de 40% sobre o FGTS, ao aviso-prévio, ao seguro-desemprego e à estabilidade provisória </span><a href="https://portal.trt3.jus.br/internet/conheca-o-trt/comunicacao/noticias-juridicas/justica-do-trabalho-descarta-estabilidade-a-gestante-admitida-por-contrato-de-trabalho-temporario" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no emprego da trabalhadora temporária gestante</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma grande polêmica envolveu a questão da estabilidade provisória da gestante, e, em 2019, no julgamento do Incidente de Assunção de Competência nº 5639-31.2013.5.12.0051. o Tribunal Pleno do TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu que a garantia da estabilidade provisória à empregada gestante não é cabível nesta modalidade de trabalho, já que sua natureza é de transitoriedade, ou seja, há incompatibilidade com o instituto da estabilidade provisória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando que a </span><a href="https://jurisprudencia-backend.tst.jus.br/rest/documentos/ae82bb6e161e73b7cdef708dfc6d9bd7" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">tese estabelecida pelo Pleno</span></a><span style="font-weight: 400;"> é vinculante, a decisão deve ser observada por todos os órgãos julgadores do TST e da Justiça do Trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da inexistência de vínculo empregatício, a tomadora de serviço estenderá ao trabalhador temporário o mesmo salário e o atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos seus empregados. Também é sua responsabilidade garantir as condições de segurança, higiene e salubridade do local de trabalho. Além disso, é ela que exerce o poder técnico, disciplinar e diretivo sobre os trabalhadores temporários colocados à sua disposição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho temporário não se confunde com a prestação de serviços a terceiros. De acordo com o artigo 4º-A da Lei 6.019/1974, incluído pela nova </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13429.htm#art2" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Lei da Terceirização (Lei 13.429/2017)</span></a><span style="font-weight: 400;">, a prestação de serviços a terceiros é a transferência, pela contratante, da execução de qualquer atividade, inclusive sua atividade principal, à pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviços com capacidade econômica compatível com a sua execução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, não há obrigatoriedade de equiparação salarial: é a prestadora de serviços que contrata, remunera e dirige o trabalho realizado por seus empregados ou subcontrata outras empresas para realização desses serviços. Conforme o artigo 5º-D da lei, também incluído pela Lei da Terceirização, o trabalhador demitido não poderá prestar serviços à mesma tomadora antes de 18 meses, contados a partir da demissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, é crucial que as empresas do setor de alimentos, assim como de outros setores que recorrem ao trabalho temporário, estejam cientes dos direitos e deveres associados a este modelo de contratação. A utilização correta e consciente do trabalho temporário pode ser uma ferramenta eficaz para atender às demandas sazonais e transitórias, ao mesmo tempo em que garante os direitos dos trabalhadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, é imprescindível que haja um entendimento claro das particularidades do contrato de trabalho temporário, a fim de evitar confusões com outros modelos de contratação, como a terceirização. Embora possam parecer semelhantes, estes dois regimes possuem diferenças significativas, sobretudo no que tange à gestão do trabalhador e aos direitos trabalhistas assegurados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir a legalidade e a efetividade dessas contratações, é fundamental que as empresas busquem o suporte de profissionais especializados na área jurídica, capazes de orientar sobre a melhor forma de contratar trabalhadores temporários, evitando assim quaisquer falhas ou penalizações.</span></p>
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		<title>STF define quando começa licença-maternidade</title>
		<link>https://lbca.online/stf-define-quando-comeca-licenca-maternidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 19:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direitos da mãe]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Previdenciária]]></category>
		<category><![CDATA[licença maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O STF, que ampliou seu entendimento acerca marco inicial do benefício e converte a liminar referendada em 2020 em julgamento de mérito.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando começa o período de licença-maternidade? Essa controvérsia já tem uma definição, por maioria de votos, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou seu entendimento acerca marco inicial do benefício e converte a liminar referendada em 2020 (na ADIn 6.327) em julgamento de mérito.</p>
<h2>1. Quando afinal começa o período de licença-maternidade?</h2>
<p>Havia uma polêmica se seria na data do parto, mas a maioria dos Ministros do STF definiu que a licença maternidade de 120 dias (parágrafo 1º do art. 392 da CLT e art. 71 da Lei 8.213/91) começará a valer a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido da maternidade, o que vier a ocorrer por último.</p>
<h2>2. Qual o argumento dos ministros?</h2>
<p>Segundo o Ministro relator, Nelson Fachin, em seu voto, o entendimento é uma forma de garantir não apenas os direitos da mãe à licença, mas do recém-nascido, pois cabe ao Estado assegurar prioridade do direito à vida, à saúde, à alimentação, à dignidade, à liberdade e à convivência família da criança.</p>
<p>Ele afirma: “<em>o período de convivência fora do ambiente hospitalar entre mães e recém-nascidos acaba por ser reduzido de modo irrazoável e conflitante com o direito social de proteção à maternidade e à infância</em>”.</p>
<h2>3. No caso de recém-nascido com problemas de saúde, como fica a licença-maternidade?</h2>
<p>A Lei não prevê a extensão da licença-maternidade por conta de internações das crianças que tenham nascido prematuramente e a decisão do STF supre essa omissão legislativa, sem previsão na CLT ou na Lei Previdenciária.</p>
<p>O Supremo tem ressaltado que a falta previsão legal não pode ser óbice para o acesso a um benefício ou à proteção de direito constitucional. Vale lembrar, ainda, que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) editou a Portaria Conjunta nº. 28/2021, além de ter regulado o benefício de salário-maternidade em caso de prematuridade, sendo que o Brasil ocupa o 10º lugar no ranking mundial de prematuridade.</p>
<h2>4. A quem cabe o custeio: ao Estado ou ao empregador?</h2>
<p>Para o Ministro-relator, a fonte de custeio do salário-maternidade devido à segurada caberá à Seguridade Social, que deve ser compreendida como sistema de proteção social.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/stf-define-quando-comeca-licenca-maternidade/">STF define quando começa licença-maternidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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