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	<title>Arquivos direito-e-inteligencia-artificial - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos direito-e-inteligencia-artificial - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>No Brasil, IA não pode ser inventora patenteada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 12:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[diana inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[direito-e-inteligencia-artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[inteligencia artificial no judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em decisão recente, a Justiça Federal brasileira entendeu que a IA não pode patentear uma invenção. Esse tipo de ação vem sendo proposta em vários países por um professor do Reino Unido, Ryan Abbott, para abrir esse tipo de discussão. 1. O que é uma patente? Um título de propriedade temporária relativa à invenção de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em decisão recente, a Justiça Federal brasileira entendeu que a IA não pode patentear uma invenção. Esse tipo de ação vem sendo proposta em vários países por um professor do Reino Unido, Ryan Abbott, para abrir esse tipo de discussão.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>1. O que é uma patente?</strong></span><br />
Um título de propriedade temporária relativa à invenção de um produto ou processo, cujo registro é realizado junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e assegura que a criação não seja explorada comercialmente por terceiros, sem o consentimento do titular (Lei 9.279/1996)</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>2.Qual o argumento da Justiça brasileira?</strong></span><br />
A IA chamada Dabus não pode se qualificar como inventora pela Lei brasileira de patentes porque não é uma pessoa natural, mas ferramenta para criar e desenvolver produtos. Segundo a sentença judicial : “o termo ‘indivíduo’ presume-se ter um significado persistente em toda a Lei de Patentes.”.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>3.O que argumentou a parte?</strong></span><br />
Que a permissão de patente para invenções geradas por IA contribuiria para ampliar as inovações. A negação, pelo contrário, ameaçaria o sistema de patentes ao deixar de incentivar invenções socialmente valiosas.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>4.A decisão deixa brecha de que isso possa ocorrer?</strong></span><br />
A juíza do caso entende que a questão é do Legislativo &#8211; e não do Judiciário – e afirma, em sua decisão, que a tecnologia evolui e “ pode chegar um momento em que a inteligência artificial alcance um nível de sofisticação que possa satisfazer os significados aceitos de invenção. Mas esse momento ainda não chegou e, se chegar, caberá ao Congresso decidir como, se é que deseja, expandir o escopo da lei de patentes”</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>5.Como é em outros países?</strong></span><br />
A Austrália reconheceu os direitos autoriais da IA, que pode patentear suas criações, mas há questões de fundo não resolvidas, que podem ser judicializadas: e se um engenheiro registrar como sua uma inovação da IA, seria eticamente aceitável? A IA é capaz de gerar soluções abertas e autônomas? O tema promete novos capítulos.</p>
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		<title>Ricardo Freitas, sócio da LBCA, fala sobre Inteligência Artificial no ES</title>
		<link>https://lbca.online/ricardo-freitas-socio-da-lbca-fala-sobre-inteligencia-artificial-no-es/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 14:43:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[direito-e-inteligencia-artificial]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio de advocacia inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[palestra-inteligencia-artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Freitas irá detalhar as mudanças que a Inteligência Artificial vem trazendo para a atividade do Direito e para a advocacia. Confira data e local do evento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de sincronizar Inteligência Artificial e Direito, o“ O Uso de Robôs na Advocacia” é o título da palestra que nosso sócio, <a href="https://lbca.online/index.php/profissionais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ricardo Freitas Silveira</a>, realizará no dia 6 de agosto,  fechando o  seminário “Os Novos Desafios da Advocacia 4.0”, promovido pelo Centro Universitário do Espírito Santo (UNESC) e pela Ordem dos Advogados do Brasil – Secional do Espírito Santo (OAB-ES).</p>
<p>Enquanto especialista em Direito Digital e <a href="https://www.lgpdbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Geral de Proteção de Dados</a> (LGPD) e CDO (Chief Digital Officer)  da LBCA, Freitas irá detalhar as mudanças que a Inteligência Artificial vem trazendo em ritmo exponencial  para a atividade do Direito, que vai muito além da classificação de dados e análise de documentos, porque já realiza tarefas de alto valor agregado.</p>
<h2><strong>Inteligência Artificial na advocacia</strong></h2>
<p>O segmento jurídico será um dos mais impactados pela <a href="http://bit.ly/2X5NVe8">transformação provocada pela inteligência artificial</a>. Primeiro, porque está baseado em informações. Contratos e processos carregam em si um gigantesco conjunto de dados, portanto, há matéria-prima. E segundo, porque os benefícios dessa tecnologia, como aumento de produtividade, economia e predição, atingem todos os agentes do segmento, com ênfase para os tribunais e os advogados.</p>
<p><a href="http://bit.ly/31Kmz0V">Inúmeros casos reais apresentados por tribunais</a>, empresas e escritórios revelaram um cenário colaborativo que deve nortear esta relação, o caminhar junto, homem e máquina, com resultados incríveis. Novas atividades, maior eficiência e celeridade e, principalmente, humanos realizando tarefas não repetitivas e que não valorizam sua capacidade criativa.</p>
<p>Para contextualizar e provocar reflexões preliminares, <a href="https://lbca.online/index.php/artigos/dez-motivos-para-conectar-o-direito-a-inteligencia-artificial/?fbclid=IwAR1TcZhg0iy1Rx8xIzfB36rHK3LdmvxKs1OGJWV4ueRGpTPYDGzkpdRBKl8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">confira aqui</a> dez motivos para que seja feita uma real conexão entre o Direito, a tecnologia e a inteligência artificial:</p>
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		<title>Dez motivos para conectar o Direito à inteligência artificial</title>
		<link>https://lbca.online/dez-motivos-para-conectar-o-direito-a-inteligencia-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 15:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmos-direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial é a tecnologia com maior potencial de transformar a sociedade. Incontáveis são os seus benefícios e ainda indefinidos são todos os riscos que ela pode causar. Fato é que nenhuma pessoa física ou jurídica, pública ou privada, escapará dos reflexos dessa inovação e da tecnologia principalmente no direito. O segmento jurídico será [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/dez-motivos-para-conectar-o-direito-a-inteligencia-artificial/">Dez motivos para conectar o Direito à inteligência artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial é a tecnologia com maior potencial de transformar a sociedade. Incontáveis são os seus benefícios e ainda indefinidos são todos os riscos que ela pode causar. Fato é que nenhuma pessoa física ou jurídica, pública ou privada, escapará dos reflexos dessa inovação e da tecnologia principalmente no direito.</p>
<p>O segmento jurídico será um dos mais impactados pela <a href="http://bit.ly/2X5NVe8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transformação provocada pela inteligência artificial</a>. Primeiro, porque está baseado em informações. Contratos e processos carregam em si um gigantesco conjunto de dados, portanto, há matéria-prima. E segundo, porque os benefícios dessa tecnologia, como aumento de produtividade, economia e predição, atingem todos os agentes do segmento, com ênfase para os tribunais e os advogados.</p>
<p>Acontece que as primeiras notícias desta conexão inteligência artificial + Direito foram sensacionalistas e não contribuíram para uma análise mais completa sobre essa relação. Manchetes como “<a href="https://administradores.com.br/artigos/seria-realmente-o-fim-da-advocacia-departamentoasquintas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O fim dos advogados</a>” e “O robô que substitui o juiz” são apenas alguns exemplos que circularam em todos os meios de comunicação, inclusive em canais não especializados.</p>
<p>Do outro lado, <a href="http://bit.ly/31Kmz0V" target="_blank" rel="noopener noreferrer">inúmeros casos reais apresentados por tribunais</a>, empresas e escritórios revelaram um cenário colaborativo que deve nortear esta relação, o caminhar junto, homem e máquina, com resultados incríveis. Novas atividades, maior eficiência e celeridade e, principalmente, humanos realizando tarefas não repetitivas e que não valorizam sua capacidade criativa.</p>
<p>Para contextualizar e provocar reflexões preliminares, a seguir serão apresentados dez motivos para que seja feita uma real conexão entre o Direito, a tecnologia e a inteligência artificial:</p>
<p><strong>1</strong><br />
A inteligência artificial já tem sido utilizada pelos tribunais e demais órgãos públicos. Não se questiona mais “será que o Judiciário aceitará os robôs?”. O exemplo mais conhecido é o robô Victor desenvolvido pelo Supremo Tribunal Federal;</p>
<p><strong>2</strong><br />
Advogados de empresas e escritórios têm ferramentas de análise preditiva, pelas quais é possível estimar o resultado do processo com base no histórico de processos semelhantes;</p>
<p><strong>3</strong><br />
Novas demandas jurídicas consultivas decorrentes da inteligência artificial precisarão ser analisadas por advogados. Novos contratos, políticas de uso e pareceres serão demandados pelos clientes;</p>
<p><strong>4</strong><br />
Como as demandas que chegam ao Judiciário refletem as relações sociais, novas demandas jurídicas contenciosas serão levadas aos tribunais. É questão de tempo para que a Justiça analise casos sobre discriminação algorítmica;</p>
<p><strong>5</strong><br />
O compliance digital, especialmente relacionado à aplicação da inteligência artificial, ainda está sendo construído. Códigos de conduta serão atualizados com novas regras, e empresas com larga atuação em tecnologia certamente criarão um código específico para tratar da utilização da inteligência artificial;</p>
<p><strong>6</strong><br />
A regulamentação da inteligência artificial demandará participação efetiva da sociedade. Muitas aplicações de inteligência artificial são polêmicas. Além de uma lei geral, segmentos regulados terão legislações específicas;</p>
<p><strong>7</strong><br />
A inteligência artificial já tem sido aplicada aos métodos adequados de solução de conflito. E estudos recentes indicam novas utilizações desta tecnologia inclusive na arbitragem, como por exemplo, a escolha dos árbitros por algoritmos;</p>
<p><strong>8</strong><br />
As últimas eleições atestaram o que havia sido antecipado por cientistas políticos: a aplicação da inteligência artificial no processo eleitoral reconfigurou a democracia;</p>
<p><strong>9</strong><br />
O ensino jurídico precisará ser atualizado. Cada vez mais o profissional que atua na área jurídica será multidisciplinar. Advogados, juízes e demais operadores do Direito precisarão conhecer as leis materiais e processuais, lógica de programação e conhecimento em tecnologia e direito;</p>
<p><strong>10</strong><br />
O marketing jurídico, aqui representado pelo relacionamento entre advogado e cliente, terá uma nova dinâmica. Basta projetar eventual diferença entre o resultado efetivo do processo e a análise preditiva realizada no momento da contratação.</p>
<p>Todos os tópicos, sem exceção, ainda estão em construção. E outros tantos pontos poderiam ser inseridos na relação. Certo é que a aplicação da inteligência artificial no Direito, assim como em qualquer outro segmento, é inevitável. A comunidade jurídica será responsável por criar um ambiente propício à inovação, estabelecendo como padrão a participação conjunta do homem e da máquina, superando, assim, os limites humanos.</p>
<p>*Ricardo Freitas Silveira é advogado e sócio da <a href="https://lbca.online/index.php/quem-somos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lee, Brock, Camargo Advogado (LBCA)</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/dez-motivos-para-conectar-o-direito-a-inteligencia-artificial/">Dez motivos para conectar o Direito à inteligência artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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