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	<title>Arquivos Eduardo Luiz Brock - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos Eduardo Luiz Brock - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Pedidos de remoção de conteúdo devem crescer por causa das eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 14:23:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O JOTA entrevistou os sócios da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) sobre as áreas que foram mais promissoras em 2017 e as projeções que fazem para 2018.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/pedidos-de-remocao-de-conteudo-devem-crescer-por-causa-das-eleicoes/">Pedidos de remoção de conteúdo devem crescer por causa das eleições</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Área do Direito Digital é uma das apostas dos sócios da LBCA para 2018</em></strong></p>
<p>Uma das apostas do escritório Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA) para continuar a crescer em 2018 é a área de Direito Digital até porque os ações de remoção de conteúdo tendem a crescer num ano eleitoral a pedido dos candidatos que entendem ser difamatórias notícias e comentários críticos.</p>
<p>Em 2017, a área já foi importante para o escritório, que obteve vitórias no Judiciário “voltadas ao reconhecimento da limitação da legislação nacional para restringir o acesso a conteúdos considerados ofensivos na internet, não cabendo aos buscadores o dever de promover a censura prévia ou remover o conteúdo indesejado”.</p>
<p>Além do digital, todas as áreas do Direito Empresarial apresentaram crescimento, com destaque para o Cível, Societário e Contratos, que ampliaram a carteira de clientes do escritório.</p>
<figure id="attachment_5315" aria-describedby="caption-attachment-5315" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-5315" src="https://lbca.online/site/wp-content/uploads/2018/01/LBCA-Socios.jpg" alt="Os advogados Carlos Hargreaves (CEO), Solano de Camargo, Eduardo Brock, Ricardo Rezende e Yun Ki Lee do escritório LBCA / Crédito: Divulgação" width="400" height="266" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2018/01/LBCA-Socios.jpg 400w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2018/01/LBCA-Socios-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-5315" class="wp-caption-text"><em>Os advogados Carlos Hargreaves (CEO), Solano de Camargo, Eduardo Brock, Ricardo Rezende e Yun Ki Lee do escritório LBCA / Crédito: Divulgação</em></figcaption></figure>
<p>Os sócios do escritório lamentam ainda o baixo percentual no uso da conciliação na Justiça brasileira. Segundo o Justiça em Números, divulgado no último ano, foi obtido o total de 26% de acordos por conciliação nas ações concluídas.</p>
<p>“Certamente, a litigiosidade encarece as despesas judiciais de uma empresa, que pode gastar com isso até 2% de sua receita, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT)”, avaliam os sócios da LBCA.</p>
<p>“Por isso, temos apontado aos nossos clientes os métodos consensuais de solução de conflitos como uma alternativa para reduzir custos com a Justiça e chegar a solução de forma mais rápida e menos burocratizada com a parte litigante”.</p>
<p>Leia a íntegra das entrevista com os sócios da LBCA.</p>
<h3>Quais áreas registraram crescimento e garantiram faturamento em 2017?</h3>
<p>Para a LBCA, todas as áreas do Direito Empresarial, nosso foco, apresentaram crescimento, mas destacamos o Cível, Societário e Contratos, que ampliaram nossa carteira de clientes.</p>
<p>O escritório também se desdobrou para atender as demandas complementares dos clientes, que buscam uma série de serviços, que são comuns no exterior, como as soluções do law enforcement, metrologia legal, infográficos, etc.</p>
<h3>Quais áreas tiveram retração em 2017?</h3>
<p>Não constatamos retração em qualquer área que tivesse impactado o escritório.</p>
<h3>Os dois movimentos surpreenderam o escritório ou os avanços e recuos eram esperados nestas áreas?</h3>
<p>Esse cenário de estabilidade tende a melhorar com a consolidação da retomada da economia, recuperação da confiança do setor produtivo e possibilidade de crescimento de forma sustentada. Todos esses fatores permitem uma projeção positiva para o escritório em 2018.</p>
<h3>Quais as grandes vitórias da banca em 2017, tanto no Judiciário quanto no âmbito administrativo?</h3>
<p>A banca encerra o ano com um balanço positivo. No âmbito administrativo, podemos destacar uma grande vitória no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) decorrente do cancelamento de uma autuação fiscal, referente a preço de transferência de uma empresa multinacional.</p>
<p>Em 2017, podemos citar também como destaque a elaboração de um plano de recuperação judicial de uma grande empresa brasileira, com dívidas acima de bilhões e que envolvia dezenas de milhares de credores, no qual buscamos soluções criativas que atendessem os dois lados e que mereceu elogios por parte do cliente.</p>
<p>Na área do Direito Digital, obtivemos muitas vitórias no Judiciário, voltadas ao reconhecimento da limitação da legislação nacional para restringir o acesso a conteúdos considerados ofensivos na internet, não cabendo aos buscadores o dever de promover a censura prévia ou remover o conteúdo indesejado.</p>
<h3>E as derrotas mais sentidas?</h3>
<p>Não aconteceram derrotas judiciais que fossem relevantes para o escritório.</p>
<h3>O que esperava que aconteceria neste ano e que na prática não se concretizou?</h3>
<p>Em 2017, tínhamos uma expectativa de que o período de recrudescimento da economia fosse mais curto.</p>
<h3>O escritório aposta em quais áreas para crescer em 2018?</h3>
<p>No Direito Digital, principalmente quanto a infrações voltadas à propriedade intelectual, liberdade de expressão na internet e remoção de conteúdo, tipo de ação que em ano eleitoral tende a crescer a pedido de candidatos, que entendem ser determinada notícia difamatória.</p>
<p>Com a retomada da economia, deve crescer também os casos de recuperação judicial de empresas que enfrentam dificuldades, buscando uma reestruturação para passivos elevados e inadimplências. Outro fator que deve contribuir para o crescimento dos pedidos é a aprovação de uma nova lei, que deve diminuir o tempo da recuperação judicial.</p>
<p>O Asian Desk é outro foco. Em novembro, por exemplo, o escritório participou de um encontro com os 18 parques tecnológicos da Coreia do Sul, em Seul, no qual fizemos palestra sobre como ingressar no mercado brasileiro, apontando as peculiaridades do mercado nacional, que é cheio de “jabuticabas”.</p>
<p>Essa movimentação está diretamente relacionada ao interesse asiático no mercado brasileiro, principalmente o coreano e o chinês. Em 2017, a China liderou o total de aquisições no país e os investimentos devem crescer muito mais em 2018, quando começa a operar também um fundo de US$ 3 bilhões para empreendimentos no Brasil ou para empresas brasileiras que queiram expandir negócios na China.</p>
<p>Os ativos brasileiros têm atraído mais atenção e muitas aquisições devem se concretizar. As empresas asiáticas querem conhecer melhor o cipoal tributário brasileiro, como as agências regulatórias veem certificados internacionais, etc. Isso é um grande filão para o escritório.</p>
<p>Também acreditamos que novas oportunidades surjam para a LBCA nas áreas do Direito Cível, Trabalhista, Tributário, Societário, Consumidor, Ambiental e Propriedade Intelectual.</p>
<h3>Quais as perspectivas para o mercado de advocacia em 2018 num contexto ainda de instabilidade política e econômica?</h3>
<p>Somos otimistas e acreditamos na consolidação de todas as áreas a do Direito Empresarial, com alguns solavancos gerados pelas eleições gerais de 2018. Ressaltamos as atividades de fusão e aquisições (M&amp;A), que devem apresentar bom volume, embora seja esperado só para 2019 um pico dessas transações.</p>
<p>Depois de uma recessão, na qual o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu mais de 7% nos últimos dois anos, estamos vendo uma reação positiva da atividade econômica, com projeção de crescimento do PIB em 2018. Esse cenário econômico mais otimista deve ampliar as demandas para o escritório.</p>
<h3>Em 2017, vários escritórios apareceram nas delações da JBS sob acusação de emitirem notas falsas e outros advogados foram acusados de intermediar propina por outros delatores. A imagem da advocacia saiu arranhada neste ano?</h3>
<p>A prática de ilícitos por parte de bancas e advogados são casos esporádicos e não atingem a imagem da advocacia. As medidas disciplinares vêm sendo adotadas pela OAB, que solicitou ao Supremo Tribunal Federal informações sobre a conduta desses profissionais no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.</p>
<p>A advocacia possui um papel constitucional importante dentro do ordenamento jurídico brasileiro, sendo essencial à aplicação da Justiça (art. 133 CF) e vem escrevendo, juntamente com o Judiciário e o Ministério Público uma nova história da Justiça nacional, nesse momento de crise, instabilidade política e de mudança de valores.</p>
<h3>Quais as perspectivas do escritório sobre o Judiciário em 2018?</h3>
<p>As metas nacionais do Judiciário estabelecidas para 2018 são animadoras. A Justiça brasileira, com milhões de processos em tramitação, pretende julgar mais ações do que as distribuídas, priorizar o julgamento dos processos com maiores litigantes, recursos repetitivos, ações coletivas, casos de corrupção, além de aumentar o uso das soluções consensuais.</p>
<p>O relatório “Justiça em Números de 2017”, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça, ainda registra um percentual baixo no uso da conciliação. Foi obtido o total de 26% de acordos por conciliação nas ações concluídas.</p>
<p>Atualmente, os escritórios de advocacia lutam para apresentar ao cliente uma solução jurídica criativa, com economia de custos. Certamente, a litigiosidade encarece as despesas judiciais de uma empresa, que pode gastar com isso até 2% de sua receita, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).</p>
<p>Por isso, temos apontado aos nossos clientes os métodos consensuais de solução de conflitos como uma alternativa para reduzir custos com a Justiça e chegar a solução de forma mais rápida e menos burocratizada com a parte litigante.</p>
<p>Nesse sentido, em 2017, passou a integrar a LBCA como consultor associado, o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo José Roberto Neves Amorim, um especialista no assunto.</p>
<h3>2017 foi o ano da reforma trabalhista. E em 2018 que lei será o destaque?</h3>
<p>Em 2018, a reforma trabalhista continuará a ter destaque, porque será o ano da consolidação de sua jurisprudência. Teremos de ver como a Justiça Trabalhista irá aplicar essa lei que modificou muitos artigos da CLT, principalmente diante da resistência de inúmeros magistrados e do Ministério Público do Trabalho. Também há muitas ações tramitando no Supremo Tribunal Federal contra dispositivos da nova lei, que podem entrar em pauta, trazendo modificações importantes, que o escritório vem acompanhando de perto.</p>
<p>Deve ganhar protagonismo em 2018 a minirreforma da Previdência, que o governo busca aprovar. Caso isso ocorra, esse diploma legal terá repercussões amplas na sociedade brasileira, por atingir a massa de trabalhadores, alterando os critérios e formas de cálculo e de reajustes das concessões de aposentadoria, tanto na esfera pública, quanto na privada. Por um lado, as resistências devem gerar muitos questionamentos e recursos ao Judiciário. De outro, deve movimentar o mercado de previdência privada. Duas áreas que interessam ao escritório.</p>
<p>Para consolidar a caminhada rumo à retomada da economia, pode ganhar importância a sempre lembrada, mas também sempre adiada, Reforma Tributária, que pode ajudar a diminuir a carga tributária sobre o setor produtivo e o contribuinte que, atualmente, estão sufocados, trazendo mais racionalidade ao sistema.</p>
<p>Também está em gestação no âmbito do Executivo uma Lei Geral sobre o Licenciamento Ambiental, pendente desde a promulgação da Constituição Federal de 1988. Hoje, temos órgãos de vários entes federativos (federal, estaduais, municipais) com competências sobrepostas, sem prazos para cumprir seus encaminhamentos, além de forte judicialização do processo de licenciamento que, muitas vezes, inviabiliza um empreendimento importante para o país. Essa lei geral pode trazer mais segurança jurídica para novos projetos, especialmente na área de infraestrutura, gerando demanda para o escritório.</p>
<h3>Raio-x do escritório</h3>
<p><strong>Crescimento percentual:</strong> 5%<br />
<strong>Número de sócios:</strong> 104<br />
<strong>Número de advogados:</strong> 256</p>
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		<title>LBCA é destaque na Análise Advocacia 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 14:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A LBCA conquistou o 1º lugar entre as bancas Mais Admiradas em Direito do Consumidor e no setor de Borracha e Plástico do Anuário da Análise Advocacia 500 – 2016. O desempenho positivo da LBCA ainda inclui 2º lugar em Eletroeletrônico e 3º posição nos segmentos Bancário, Direito Civil, Farmacêutico e Financeiro. No ranking geral, figura em 7º lugar entre os maiores escritórios full service de todo o Brasil, por número de advogados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>LBCA</strong> conquistou o <strong>1º lugar</strong> entre as bancas<strong> Mais Admiradas em Direito do Consumidor e no setor de Borracha e Plástico</strong> do Anuário da <strong>Análise Advocacia 500 – 2016</strong>. O desempenho positivo da LBCA ainda inclui 2º lugar em Eletroeletrônico e 3º posição nos segmentos Bancário, Direito Civil, Farmacêutico e Financeiro. No ranking geral, figura em <strong>7º lugar</strong> entre os maiores escritórios full service de todo o Brasil, por número de advogados.</p>
<p>Nesta 11ª edição da <strong>Análise Advocacia </strong>500, o trabalho dos sócios da <strong>LBCA &#8211; Yun Ki Lee, Eduardo Luiz Brock, Solano de Camargo e Tae Young Cho</strong> – também ganhou projeção na publicação, que mensura os advogados e bancas mais admirados do País, na avaliação dos responsáveis jurídicos das principais empresas do Brasil, dentro de um universo de nomes indicados, composto por 3.742 advogados e 1.600 escritórios.</p>
<p>O sócio da <strong>LBCA, Yun Ki Lee</strong>, figura entre os advogados Mais Admirados do país, segundo o Anuário <strong>Análise Advocacia</strong> 500 – 2016. Obteve também o 3º lugar na lista dos profissionais do Direito mais destacados do Estado e teve seu trabalho reconhecido no setor econômico de Eletroeletrônico.</p>
<p>Ocupando a 3ª colocação entre os advogados mais admirados do Brasil, de acordo com a publicação <strong>Análise Advocacia</strong> – 2016, o sócio da <strong>LBCA, Eduardo Luiz Brock</strong>, também é destacado pela sua atuação trabalhista no setor de Bancos, tendo obtido a 2ª colocação entre os citados pela pesquisa.</p>
<p>Entre os advogados mais citados nos rankings da <strong>Análise Advocacia</strong> deste ano, o sócio da <strong>LBCA, Solano de Camargo</strong>, ocupa o 1º lugar entre os advogados Mais Admirados do Pais e enquanto especialista em Direito do Civil. Obteve, também, o 2º lugar em Direito Cível, Eletroeletrônico e Aeronáutico e a 3ª posição no setor Farmacêutico.</p>
<p>A advogada, <strong>Tae Young Cho, sócia da LBCA</strong>, conquistou o 3º lugar entre os advogados Mais Admirados do setor Eletroeletrônico no Anuário da <strong>Análise Advocacia</strong> 500, deste ano. De acordo com a publicação, as grandes demandas jurídicas da área são trabalhista, tributária e de normatização.</p>
<p>Além dos sócios, a diretora da área trabalhista da <strong>LBCA, Aline Moreira da Costa</strong>, foi citada na pesquisa da <strong>Análise Advocacia</strong> &#8211; 2016, ocupando o 2º lugar entre os mais advogados Mais Admirados no setor de Borracha e Plásticos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4670" src="https://lbca.online/site/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016.png" alt="Analise Advocacia 500 - 2016" width="850" height="2034" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016.png 850w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016-125x300.png 125w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016-428x1024.png 428w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016-768x1838.png 768w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/11/analise-advocacia-500-2016-642x1536.png 642w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
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		<title>Cuidado com encrencas na loja. Saiba como evitar riscos jurídicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 19:50:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois sócios da LBCA – Eduardo Brock e Tae Young Cho - concederam entrevista ao Diário do Comércio sobre como o varejo pode evitar riscos nas relações trabalhistas e de consumo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medidas preventivas podem barrar desgastantes disputas judiciais, que mancham a reputação do estabelecimento com clientes, funcionários e fornecedores.</p>
<p>Processo na Justiça desperta um verdadeiro pavor entre os empreendedores. Além dos custos financeiros com advogados e despesas com indenizações, a imagem da empresa pode ser seriamente comprometida – em tempos de sites como o Reclame Aqui e redes sociais, um cliente furioso pode causar tanto estrago quanto o martelo de um juiz.</p>
<p>Mas quem não deve não teme. Então, nada melhor do que medidas preventivas para evitar infortúnios judiciais.<br />
“O lojista deve mapear sua operação para mitigar possíveis riscos judiciais com antecedência”, afirma <strong>Eduardo Brock</strong>, sócio do escritório de advocacia <strong>Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA)</strong>.</p>
<p>Conheça os riscos judiciais mais comuns no varejo e sabia como prevenir processos de clientes, funcionários e fornecedores.</p>
<h3>CLIENTES</h3>
<p>Por mais que o empreendedor siga as regras do Código de Defesa do Consumidor (CDC), ainda há chances de conflitos com clientes. Em parte, o problema se inicia quando a empresa não resolve a demanda do cliente pelos canais de atendimento.</p>
<figure id="attachment_3955" aria-describedby="caption-attachment-3955" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3955" src="https://lbca.online/site/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Tae.jpg" alt="TAE: FUNCIONÁRIOS INSATISFEITOS COM OS CANAIS DE ATENDIMENTO RECORREM À JUSTIÇA" width="300" height="350" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Tae.jpg 300w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Tae-257x300.jpg 257w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-3955" class="wp-caption-text">TAE: FUNCIONÁRIOS INSATISFEITOS COM OS CANAIS DE ATENDIMENTO RECORREM À JUSTIÇA</figcaption></figure>
<p>“Atualmente, clientes que se sentem lesados após recorrer ao SAC tendem a abrir ações de consumo na Justiça”, afirma <strong>Tae Young Cho</strong>, advogada do escritório <strong>LBCA</strong> e professora de Direito Corporativo da Fundação Armando Álvares Penteado.</p>
<p>Além de processo por dano material, o consumidor pode recorrer à ação por danos morais quando o não cumprimento da relação de consumo fere sua honra &#8211; como ser maltratado por um vendedor ou passar por constrangimento público.</p>
<p>Outro caso é quando o dano causa frustração irreversível, como uma noiva que compra um vestido de casamento e não recebe o traje até o dia da cerimônia.</p>
<p>Para evitar problemas, além de seguir a riscas as normas de defesa do CDC, que deve estar à disposição do cliente na loja, empresas que possuem políticas que extrapolam as regras definidas por lei – como prazos mais longos para trocas e outros critérios para devolução de produtos –, devem comunicar as exceções por escrito aos clientes, seja em banners no caixa, menção na nota fiscal ou na etiqueta dos produtos.</p>
<p>Os próprios vendedores devem reforçar as políticas da empresa. Profissionais que comercializam produtos sem manual de instrução, como roupas, devem explicar suas características a fim de evitar danos nas peças por mau uso após a compra.</p>
<h3>FUNCIONÁRIOS</h3>
<p>Geralmente, ações trabalhistas são causadas por relações informais entre empregados e empregadores – o que, com frequência, costuma ocorrer principalmente em pequenas lojas.</p>
<p>São típicos exemplos de informalidade: não registrar a carteira de trabalho de um vendedor iniciante ou contratado em situação de urgência; não respeitar a jornada de trabalho; não pagar horas extras e usar profissionais auxiliares, como segurança e faxineira, sem contratos formais. Neste último caso, o maior perigo é o profissional exigir o reconhecimento do vínculo empregatício no futuro.</p>
<p>Outra fonte de problema é quando o funcionário recebe comissões ou outros rendimentos sem o devido registro na folha de pagamento. Por lei, a comissão faz parte do salário e deve compor a base para contribuições tributárias e previdenciárias.</p>
<figure id="attachment_3954" aria-describedby="caption-attachment-3954" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3954" src="https://lbca.online/site/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Brock.jpg" alt="BROCK: ECONOMIA DE CUSTOS BASEADA EM INFORMALIDADE É DE ALTO RISCO" width="300" height="350" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Brock.jpg 300w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/03/Mat-Site-Brock-257x300.jpg 257w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-3954" class="wp-caption-text">BROCK: ECONOMIA DE CUSTOS BASEADA EM INFORMALIDADE É DE ALTO RISCO</figcaption></figure>
<p>“Caso seja condenado em um processo, o lojista terá de pagar todos os valores que deve ao funcionário com incidência de atualização monetária, juros de 1% ao mês e contribuição previdenciária atrasada”, diz <strong>Brock</strong>. “Em determinados casos, o valor se torna muito alto e pode comprometer seriamente a empresa.”</p>
<p>A orientação dos especialistas é que o lojista busque a formalidade – por mais custoso e burocrático que seja.</p>
<p>Funcionários de segurança e limpeza podem ser contratados por meio de uma empresa terceirizada. Lojas com pico de vendas sazonais podem contratar funcionários temporários, com contratos que variam entre três e seis meses.</p>
<p>“Se o negócio não faturar o bastante para comportar funcionários formais, o próprio empreendedor terá de tocar a loja”, afirma <strong>Brock</strong>. “Qualquer tipo de economia baseada em informalidade é de alto risco.”</p>
<h3>FORNECEDORES</h3>
<p>É comum que pequenos lojistas dependam de um único fornecedor e que realizem contratos individuais a cada nova compra.</p>
<p>“Neste caso há risco de o lojista ficar à mercê de um fornecedor que pode alterar preços, formas de pagamento e prazos de entrega de forma repentina”, afirma José Vanildo Veras, vice-presidente da Associação das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo.</p>
<p>Muitas vezes, o fornecedor não age de má fé, pois seu negócio também sofre oscilações de mercado e macroeconômicas, como flutuação cambial e inflação.</p>
<p>No entanto, o problema para o lojista é não saber em que condições será feita a próxima compra.</p>
<p>A consequência de relações conflituosas com fornecedores, além de render ações na Justiça, incide na relação entre lojista e cliente final, que pode sofrer como a falta de produtos nas prateleiras, entregas fora do prazo e preços que sobem repentinamente para não causar rombo no caixa da loja.</p>
<p>Uma boa medida preventiva é o lojista alinhar expectativas de compras com fornecedores regulares. Em um único contrato de política de compras, o varejista pode apresentar um cronograma sobre as aquisições em longo prazo. Pedidos feitos com antecedência também podem render melhores negociações de preços – e evitar reajustes de última hora.</p>
<p>Grandes empresas têm o poder de ditar as regras da negociação com seus fornecedores, pois compram em grande volume e com maior frequência.</p>
<p>Essa vantagem é bem difícil para uma loja de pequeno porte. Uma alternativa para fazer frente ao jogo duro de um fornecedor durante a negociação é pequenos varejistas se unirem para realizar compras em conjunto de itens comuns a todos.</p>
<p>Outro cuidado importante é verificar se o fornecedor respeita as normas regulatórias de seu setor e não usufrui de práticas ilegais, como desrespeito às leis trabalhistas, tanto em sua operação quanto nas empresas que subcontrata.</p>
<p>Há o perigo de o lojista ser responsabilizado por atos ilegais de sua cadeia de fornecedores.</p>
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