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	<title>Arquivos empresas do setor aéreo - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos empresas do setor aéreo - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Cliente que vende milhas pessoais desvirtua relações de consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 15:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[comercializar os pontos das milhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ato de comercializar os benefícios acaba se tornando atividade mercantil; empresas podem coibir prática, segundo a justiça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Assinantes de </span>programas de milhas <span style="font-weight: 400;">que comercializam os benefícios recebidos têm sido uma dor de cabeça para as empresas do setor aéreo. Para coibir a prática de venda de milhas pessoais, as companhias têm limitado o número de pessoas que podem receber passagens ou ainda bloqueado a conta de quem ultrapassa esse limite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns consumidores </span><span style="font-weight: 400;">entraram na justiça</span><span style="font-weight: 400;"> alegando abusividade na prática. Mas as cortes têm reconhecido como legais os contratos dessas empresas.</span></p>
<hr />
<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong><strong><a href="https://lbca.online/o-incidente-learjet-em-congonhas-e-as-consequencias-inevitaveis-na-aviacao/">O incidente LearJet em Congonhas e as consequências inevitáveis na aviação</a></strong></p>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">Um caso recente teve desfecho no ano passado, no </span>Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC)<span style="font-weight: 400;">. Um cliente do programa de milhas da </span>Latam<span style="font-weight: 400;"> processou a empresa por impedir  a emissão de passagens para mais de 25 pessoas e embargar sua conta. Uma alteração no contrato do pleiteante permitia à empresa estabelecer o limite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No processo, ele alegou que essa mudança no regulamento era abusiva. A Justiça, porém, em primeira e segunda instância, não acolheu os termos expostos no pedido inicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><strong>Jayme Barbosa Lima Netto, sócio do escritório Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA)</strong><span style="font-weight: 400;">, que defendeu a Latam no caso, no regulamento que foi alterado já não era permitido comercializar os pontos das milhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios eram acumulados no programa de fidelização da companhia prevendo utilização dentro da própria empresa, como troca por passagens aéreas ou outros benefícios.</span></p>
<hr />
<p><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/o-futuro-do-turismo-e-a-governanca-juridica/" target="_blank" rel="noopener">O futuro do turismo e a governança jurídica</a></strong></p>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a defesa, os pontos não são propriedade do consumidor, mas um incentivo para que ele participe do programa. “<em><strong>A partir do momento que o cliente começa a comercializar passagens, ele perde a característica de consumidor</strong>”, Lima Netto. “<strong>Vira um agente comercial. Ou seja, desvirtua a finalidade do plano</strong></em>”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tribunal reconheceu que o consumidor deixou de atuar como tal, além de validar a limitação contratual imposta pela Latam. Na avaliação do advogado, foi positivo o tribunal se pronunciar quanto à legalidade do plano, até como uma forma de</span> desincentivo à judicialização<span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“<em><strong>Eu não estou falando para o consumidor não buscar o Judiciário, mas ele deve buscar antes outros métodos alternativos, como os SACs das empresas</strong>”, disse Lima Netto,</em> que afirma ter tido conhecimento de centenas processos semelhantes<em>. “<strong>É um cenário de excessiva judicialização</strong></em>”, termina.</span></p>
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