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	<title>Arquivos estratégia - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos estratégia - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Governança estratégica em terceirização na prática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 17:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA Informa]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governança estratégica em terceirização vai além da simples conformidade e cumprimento de regras. Ela integra mecanismos jurídicos e processos à estratégia corporativa, garantindo que decisões relacionadas a riscos e inovação estejam alinhadas com os objetivos e a criação de valor sustentável para as empresas. Isso orienta a organização rumo ao futuro, promovendo adaptabilidade e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A governança estratégica em terceirização vai além da simples conformidade e cumprimento de regras. Ela integra mecanismos jurídicos e processos à estratégia corporativa, garantindo que decisões relacionadas a riscos e inovação estejam alinhadas com os objetivos e a criação de valor sustentável para as empresas. Isso orienta a organização rumo ao futuro, promovendo adaptabilidade e vantagem competitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário em que judicialização trabalhista continua crescendo, torna-se crucial uma governança voltada à redução de riscos jurídicos,&nbsp; prevenção de falhas operacionais e de fortalecimento das parcerias no âmbito da terceirização. Essa meta é viável por meio de sistemas estruturados que antecipam problemas, otimizam resultados e geram valor tangível para o negócio e a sociedade.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>CONFIRA O ARTIGO COMPLETO NA ÍNTEGRA: </strong><a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/447290/governanca-estrategica-em-terceirizacao-na-pratica">Governança estratégica em terceirização na prática</a></p>



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		<title>LBCA inova com o lançamento do Projeto SHIFT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 19:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
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		<category><![CDATA[SHIFT]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Summit 2025 realizado nesta quinta-feira (16/10), no auditório do CIEE, a&#160;Lee, Brock, Camargo Advogados&#160;lança o Projeto SHIFT. Nessa entrevista, o sócio da LBCA,&#160;Solano de Camargo, explica porque o SHIFT é diferente de todas as plataformas jurídicas que estão no mercado, já que permite que o jurídico acesse uma visão inovadora do começo ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o Summit 2025 realizado nesta quinta-feira (16/10), no auditório do CIEE, a&nbsp;<strong>Lee, Brock, Camargo Advogados</strong>&nbsp;lança o Projeto SHIFT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa entrevista, o sócio da LBCA,&nbsp;<strong>Solano de Camargo</strong>, explica porque o SHIFT é diferente de todas as plataformas jurídicas que estão no mercado, já que permite que o jurídico acesse uma visão inovadora do começo ao fim do processo, com IA de ponta e integrada a mais de 60 soluções tecnológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia, a seguir, os principais detalhes do projeto:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são os objetivos do Projeto SHIFT?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Projeto SHIFT é o nome da metodologia criada pela LBCA visando organizar o contencioso do cliente de ponta a ponta, com o advogado no centro e a tecnologia de Inteligência Artificial como ferramenta. Nosso objetivo é simples de entender: unir estratégia jurídica, IA de ponta e ciência de dados para que o profissional acompanhe o caso desde a propositura até o relatório final, com visão integrada e tempo para pensar na estratégia.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>CONFIRA A MATÉRIA COMPLETA NA ÍNTEGRA:</strong> <a href="https://www.conjur.com.br/2025-out-16/lbca-inova-com-o-lancamento-do-projeto-shift/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LBCA inova com o lançamento do Projeto SHIFT</a></p>



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		<title>O futuro sustentável e resiliente do ESG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 16:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[desafios globais]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Metas de sustentabilidade têm, sim, relação com o desempenho financeiro das empresas Não há dúvidas de que o&#160;ESG&#160;(boas práticas ambientais, sociais e de governança) vem evoluindo de maneira robusta nas últimas décadas, mesmo embutindo inicialmente outras designações – como responsabilidade social corporativa –, tendo consolidado a sustentabilidade como um pilar estratégico, vinculado a padronizações e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Metas de sustentabilidade têm, sim, relação com o desempenho financeiro das empresas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há dúvidas de que o&nbsp;<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/esg">ESG</a>&nbsp;(boas práticas ambientais, sociais e de governança) vem evoluindo de maneira robusta nas últimas décadas, mesmo embutindo inicialmente outras designações – como responsabilidade social corporativa –, tendo consolidado a sustentabilidade como um pilar estratégico, vinculado a padronizações e complexidades regulatórias, para criar valor dentro das companhias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentes fatores têm contribuído para impulsionar proativamente o ESG: desafios globais, como a crise climática, conflitos sociais decorrentes de diferentes demandas, crescente empoderamento dos stakeholders (partes interessadas) e o incremento tecnológico dos sistemas de IA sobre tudo e todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito de ESG não deve ser confundido com um modelo de negócio ou ferramenta operacional. Trata-se de uma abordagem transversal de gestão e disclosure, centrada na identificação, mensuração e transparência de riscos e impactos não financeiros — ambientais, sociais e de governança — que possam influenciar o desempenho econômico das organizações no curto, médio e longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto do novo ESG,&nbsp;<strong>a inteligência artificial tem se mostrado uma aliada estratégica na viabilização técnica do ESG</strong>, especialmente na automação da coleta, classificação e auditoria de grandes volumes de dados não estruturados, o que permite aumentar a eficiência, a rastreabilidade e a tempestividade dos relatórios ESG.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS:</strong> <a href="https://lbca.online/o-uso-responsavel-da-inteligencia-artificial-generativa-na-advocacia/">O uso responsável da inteligência artificial generativa na advocacia</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora decisões como políticas de diversidade ou inclusão dependam fundamentalmente de compromissos institucionais e governança corporativa, a tecnologia pode apoiar a detecção de vieses, a avaliação de métricas de equidade e a identificação de padrões comportamentais, fornecendo insumos valiosos para a tomada de decisões conscientes e baseadas em evidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto da padronização métrica, a União Europeia tem avançado significativamente na consolidação de sua taxonomia verde — um sistema de classificação que estabelece critérios técnicos rigorosos para identificar atividades econômicas consideradas ambientalmente sustentáveis e que trazem significativa contribuição para mitigar as mudanças climáticas, inspirando inúmeros países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa taxonomia abrange diversos setores estratégicos, como energia, transporte e construção civil, definindo parâmetros específicos que orientam empresas e investidores na transição para uma economia de baixo carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca por um alinhamento de métricas ESG, acabou alinhando duas das maiores entidades normativas do planeta em torno de métricas ESG universais<strong>:&nbsp;</strong>a IFRS Foundation (padrões IFRS1 S1 e S2) e a Global Reporting Initiative (GRI). Em entendimento formalizado, a atuação em conjunto visou definir padrões, indicadores temáticos e setoriais, tanto no International Sustainability Standards Board (ISSB) quanto no Global Sustainability Standards Board (GSSB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as entidades, “esta colaboração busca fornecer um sistema de relatórios de sustentabilidade integrado, global e abrangente para empresas que buscam atender às necessidades de informações de investidores e de uma gama mais ampla de partes interessadas”.<sup>[1]</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se pode depreender desse esforço é que as métricas ESG estão deixando de ser um diferencial competitivo para se consolidar como requisito regulatório essencial. Dessa forma, os relatórios ESG deixam de ser somente documentos voluntários ou separados para se tornarem parte dos relatórios financeiros obrigatórios das empresas, conectados à materialidade financeira, até porque questões ambientais, sociais e de governança afetam o desempenho econômico das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito de sustentabilidade veio se robustecendo corporativamente nos anos 2000. Revive o que estava registrado no pioneiro Relatório de Brundtland, de 1987, elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este documento, que recebeu o título de “Nosso Futuro Comum”<sup>[2]</sup>, trouxe a público pela primeira vez, o que seria o conceito de desenvolvimento sustentável, como sendo aquele que “atende as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras”. E foi nessa toada que o ESG acelerou sua evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse espectro, as empresas não poderiam mais ficar apartadas do que acontecia no mundo , elas também tinham um papel a cumprir no desenvolvimento sustentável do planeta, e isso ficou claro com o aumento das pressões exercidas por parte dos stakeholders (comunidades, investidores, clientes, funcionários, parceiros negociais, reguladores etc.), que não aceitavam omissão social, operações poluidoras, demandando a criação de diretrizes capazes de avaliar os impactos ambientais (provavelmente o mais visível, seja a poluição do ar e dos oceanos, com reflexos imediatos na saúde da população) e surgimento de frameworks para mensurar todos esses impactos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ponto de virada do ESG, segundo pesquisadores, veio com a crise financeira de 2008 ou a chamada “crise do subprime”, causada por empréstimos imobiliários concedidos nos Estados Unidos a devedores que não tinham como honrar suas dívidas. Com isso, o calote cresceu, levou a uma queda nos preços dos imóveis e colapso de grandes empresas, inclusive bancos, gerando impactos na economia norte-americana e mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era hora de adotar práticas austeras de governança que se encontravam explicitadas no ESG, aliando-as aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, criados três anos antes. Ambos possuem uma sinergia em comum – a criação de um futuro sustentável, visando mitigar riscos e impulsionar reputações.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>VEJA TAMBÉM: </strong><a href="https://lbca.online/treinamento-de-ias-generativas-o-direito-autoral-em-disputa/">Treinamento de IAs generativas: o direito autoral em disputa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo ponto de virada para a consolidação do ESG, já enraizado nos ODS, veio com a pandemia da Covid-19, que aumentou a pressão para a participação das corporações na vida do planeta, seja do ponto social, ambiental ou econômico no sentido de contribuir para fomentar um futuro mais sustentável, essa responsabilidade teria de ser compartilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um impacto de saúde pública dessa dimensão teve uma resposta do mercado e, segundo a Bloomberg, os ativos ESG somaram US$ 38 trilhões em 2020, registrando um crescimento de 25% se comparado ao período anterior à pandemia, um compromisso do mercado com metas sustentáveis e com a perspectivas de prosperidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o vetor da sustentabilidade em prioridade na última década, o ESG vem ampliando a conformidade. Em termos de padronização métrica, a União Europeia saiu na frente e continua a expandir sua taxonomia verde (mitigação das alterações climáticas, proteção de água e recursos, restauração de biodiversidade ecossistema, prevenção e redução da poluição, transição para economia circular e adaptação às mudanças climáticas), que define um sistema de classificação de sustentabilidade das empresas, inspirando vários países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação europeia é feita pela Diretiva CSRD (Corporate Sustainability Reporting Directive), a determinar que as companhias divulguem nos relatórios ESG seus impactos ambientais e sociais e como suas ações envolvendo a sustentabilidade afetam seus negócios, a partir do princípio da dupla materialidade, ou seja, demonstram impactos dos risos, mas também as oportunidades de suas operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, recentemente, a Comissão de Valores Mobiliários (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cvm">CVM</a>), responsável pelo sistema regulatório, lançou pesquisa sobre a divulgação de informações sobre a pauta ESG no mercado de valores mobiliários brasileiro para reunir dados sobre o estudo de Análise de Resultado Regulatório (ARR), conforme Resolução CVM 59, no que concerne à divulgação de informações ESG no Formulário de Referência.<sup>[3]</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Resolução CVM 59/2021 atualizou o arcabouço normativo aplicável ao Formulário de Referência, instrumento obrigatório para companhias abertas no Brasil. Entre suas inovações, a norma passou a exigir a divulgação de informações relativas a práticas ambientais, sociais e de governança, reforçando o princípio da transparência perante o mercado de capitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a obrigação não delimite padrões específicos de reporte, a CVM espera que as companhias apresentem informações relevantes, consistentes e comparáveis, de forma a permitir a adequada avaliação, por parte de investidores e outros stakeholders, dos riscos e oportunidades relacionados a aspectos ESG que possam afetar a situação econômico-financeira ou a estratégia da empresa. A medida representa um avanço na integração dos fatores ESG ao regime informacional das companhias brasileiras, em alinhamento com tendências internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ter na sustentabilidade seu pilar estratégico, o ESG traz uma nova questão: as metas de sustentabilidade têm, sim, relação com o desempenho financeiro das empresas, por isso a ideia de priorizar a sustentabilidade em detrimento dos lucros está ultrapassada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Surge na esfera do ESG o conceito de “impact accounting”, tão bem definido pela pesquisadora portuguesa Sofia Conde: “Na prática, trata-se de quantificar externalidades, ou seja, calcular, por exemplo, o custo ambiental e social de cada tonelada de emissões de gases com efeitos de estufa, ou o valor econômico gerado por melhorias nas condições laborais. A monetização destes efeitos permite que investidores, reguladores e consumidores compreendam, de forma objetiva, o impacto monetário das empresas sobre o ambiente e a sociedade”.<sup>[4]</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto de mudanças de paradigmas, o ESG caminha para ser um modelo estratégico mais integrado e mensurável para as empresas, com foco real e dotado de valor de longo prazo. Há um impacto transformador do ESG, lastreado pela sustentabilidade dentro das corporações, influindo na otimização de práticas, no fortalecimento dos stakeholders e na tomada de decisões estratégicas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">Yun Ki Lee &#8211; Doutorando em Direito Internacional pela USP, mestre em Direito Econômico pela PUC-SP, membro efetivo da Comissão Especial de Comércio Exterior da OAB-SP. Presidente da Overseas Korean Traders Association &#8211; São Paulo Branch, vice-presidente para América do Sul da World Overseas Korean Traders Association e advogado-sócio da Lee, Brock Camargo Advogados</p>



<p class="wp-block-paragraph">Patricia Blumberg &#8211; Diretora de ESG da Lee, Brock, Camargo Advogados e Master em Digital Communication pela Westminster Kingsway College London</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>OpenAI Lança Modelo Gratuito de Raciocínio Simulado em Resposta ao DeepSeek</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 14:14:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[DeepSeek]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro mês de 2025 foi de muitas reviravoltas para o cenário dos modelos de IA. A posição da OpenAI no topo da hierarquia de modelos de IA foi fortemente desafiada pelo modelo chinês DeepSeek. A OpenAI, no entanto, reagiu com o lançamento público do o3-mini, seu mais recente modelo de raciocínio simulado e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro mês de 2025 foi de muitas reviravoltas para o cenário dos modelos de IA. A posição da OpenAI no topo da hierarquia de modelos de IA foi fortemente desafiada pelo modelo chinês DeepSeek. A OpenAI, no entanto, reagiu com o lançamento público do o3-mini, seu mais recente modelo de raciocínio simulado e o primeiro desse tipo a ser disponibilizado gratuitamente para todos os usuários, sem necessidade de assinatura.</p>
<p>A OpenAI afirma que o o3-mini &amp;quot;avança os limites do que modelos pequenos podem alcançar&amp;quot;. Assim como o o1-mini, lançado em setembro de 2024, o novo modelo foi otimizado para tarefas de ciência, matemática e programação, oferecendo maior eficiência e menor custo operacional em comparação com seu antecessor.</p>
<p>Os usuários poderão escolher entre três níveis diferentes de esforço de raciocínio ao utilizar o o3-mini, permitindo um equilíbrio entre latência e precisão dependendo da tarefa. De acordo com a OpenAI, o nível mais baixo de raciocínio exibe um desempenho semelhante ao o1-mini em benchmarks de matemática e programação, enquanto o nível mais alto alcança ou até supera o modelo completo o1 nos mesmos testes. Testadores relataram uma redução de 39% nos erros graves ao utilizar o o3-mini, em comparação com o o1-mini, e<br />
preferiram as respostas do novo modelo 56% das vezes.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>LEIA MAIS: <a href="https://lbca.online/eu-ai-act-em-vigencia-entenda-as-mudancas-e-os-impactos-da-lei/" target="_blank" rel="noopener">EU AI Act em vigência: entenda as mudanças e os impactos da lei</a></strong></p>
<p>Apesar disso, a versão intermediária do o3-mini oferece um tempo de resposta 24% mais rápido que o o1-mini, reduzindo a latência média de 10,16 segundos para 7,7 segundos. A OpenAI também promete que o o3-mini inclui um protótipo inicial de uma função de busca, permitindo que o modelo encontre respostas atualizadas com links para fontes relevantes na web, sempre que<br />
apropriado.</p>
<p>Os assinantes dos planos Plus, Team ou Pro da OpenAI verão o o3-mini substituir o o1-mini nas opções de modelo a partir de fevereiro. Para os assinantes dos planos Plus e Team, o limite diário foi aumentado para 150 mensagens por dia, em comparação com o limite anterior de 50 mensagens diárias do o1-mini.</p>
<p>Usuários sem assinatura também terão acesso ao modelo ao selecionar a opção &amp;quot;Reason&amp;quot; no menu suspenso da interface do ChatGPT, tornando-se a primeira vez que a OpenAI disponibiliza gratuitamente um modelo de raciocínio<br />
simulado.</p>
<p>Junto ao anúncio, a OpenAI divulgou um detalhes de testes e as medidas de segurança implementadas antes do lançamento. Os testes avaliaram o modelo em tópicos sensíveis, como armas químicas e biológicas, além de sua capacidade de persuasão, que foi considerada similar à de textos escritos por humanos sobre os mesmos temas.</p>
<p>A OpenAI, no entanto, alerta que o o3-mini ainda apresenta um desempenho fraco em avaliações projetadas para testar capacidades avançadas de pesquisa em aprendizado de máquina, o que significa que a empresa ainda está longe de desenvolver uma IA capaz de se aprimorar sozinha. Além disso, o o3-mini teve um desempenho desastroso em um teste específico que mede a capacidade dos modelos de automatizar o trabalho de um engenheiro de pesquisa da OpenAI em programação, obtendo uma pontuação de 0%.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/litigancia-predatoria-e-um-reves-a-justica-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Litigância predatória é um revés à Justiça sustentável</a> </strong></p>
<p>O modelo foi treinado com uma combinação de dados publicamente disponíveis e conjuntos de dados personalizados desenvolvidos internamente, segundo a OpenAI, que reforça que houve um processo rigoroso de filtragem para garantir a qualidade dos dados e mitigar riscos potenciais.</p>
<p>O lançamento do o3-mini marca um passo importante na evolução da inteligência artificial e reforça a competição acirrada entre as grandes<br />
empresas de tecnologia pelo domínio desse setor. À medida que novos modelos aprimoram sua capacidade de raciocínio e se tornam mais acessíveis, empresas e profissionais precisarão repensar como interagem com a tecnologia, desde a automação de tarefas até a tomada de decisões estratégicas.</p>
<p>O impacto da IA generativa vai além da inovação, influenciando mercados, regulamentos e padrões de segurança. No Tech Radar, seguimos monitorando essas transformações e trazendo insights sobre como elas podem moldar o futuro dos negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/openai-lanca-modelo-gratuito-de-raciocinio-simulado-em-resposta-ao-deepseek/">OpenAI Lança Modelo Gratuito de Raciocínio Simulado em Resposta ao DeepSeek</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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		<title>Representante da LBCA é recebido pelo Embaixador da Coreia</title>
		<link>https://lbca.online/representante-da-lbca-e-recebido-pelo-embaixador-da-coreia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 18:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Consulado da Coreia]]></category>
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		<category><![CDATA[questões societárias]]></category>
		<category><![CDATA[Sang Jun Kim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado da Lee, Brock, Camargo Advogados, Sang Jun Kim, foi recebido em audiência pelo Embaixador da República da Coreia, Jeong Gwan Lee, no último dia 30 de junho, em Brasília.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Advogado da Lee, Brock, Camargo Advogados, Sang Jun Kim, foi recebido em audiência pelo Embaixador da República da Coreia, Jeong Gwan Lee, no último dia 30 de junho, em Brasília.</p>
<p>Na pauta, Sang Jun Kim apresentou o trabalho que a LBCA vem desenvolvendo em parceria com o Consulado da Coreia em São Paulo e a Kotra (Divisão Comercial do Consulado), em prol das empresas coreanas instaladas no Brasil.</p>
<p>Entre as iniciativas, estão a prestação de <strong>consultoria jurídica</strong> às companhias coreanas em diversas áreas do Direto, como Propriedade Intelectual, questões societárias, elaboração e revisão de contratos, estratégia para lidar com devedora em recuperação judicial e recuperação de créditos .</p>
<p>A <strong>LBCA</strong> também auxilia a Kotra na organização do <strong>Paulista Fórum</strong>, evento que reúne os CEOs das principais empresas coreanas em atuação no território brasileiro para palestra em reunião-almoço sobre visão estratégica de marketing e novas oportunidades de negócios e publica o <a href="http://www.law4biz.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Law4Biz</a>, boletim digital bilíngue (coreano e inglês), que traz um sumário das principais mudanças legais ocorridas mensalmente no Brasil.</p>
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