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	<title>Arquivos floresta - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos floresta - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Quem tem uma floresta, tem quase tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 17:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diálogos Amazônicos abriram os microfones para franquear a palavra aos grupos subalternizados</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/quem-tem-uma-floresta-tem-quase-tudo/">Quem tem uma floresta, tem quase tudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Se a cobertura florestal do mundo é de 31% (FAO), o Brasil atinge quase o dobro: 58,5% nos cálculos do Serviço Florestal Brasileiro e promete desmatamento zero em sete anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De 2023 a 2030 eventos internacionais estarão chamando a atenção do mundo para a agenda climática, na qual as florestas têm um papel de destaque: a recente Cúpula da Amazônia (2023), em Belém; a COP 28 (Cúpula do Clima da ONU), em Dubai – capital do petróleo – e a COP 30, com candidatura brasileira. Esses encontros com milhares de participantes atraem a atenção governamental, midiática e corporativa e acabam tornando ainda mais robusto o pilar ambiental do ESG. </span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/narrativas-que-politizam-o-esg/" target="_blank" rel="noopener">Narrativas que politizam o ESG</a></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Amazônia, terra de Macunaíma</span><span style="font-weight: 400;">[1]</span><span style="font-weight: 400;">, “<em>herói de nossa gente</em>”, está cada dia mais no foco nacional e internacional, e isso ficou ainda mais nítido com a recente realização da Cúpula da Amazônia</span><span style="font-weight: 400;">[2]</span><span style="font-weight: 400;">, que contou com a participação de oito países amazônicos – integrantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este movimento ainda agrega países asiáticos e africanos, que possuem florestas tropicais, a demonstrar a possível constituição de um bloco capaz de ditar políticas públicas e não mais ser levado pelas forças extrativistas de suas regiões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na década de 1920, quando </span><i><span style="font-weight: 400;">Macunaíma</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi escrito, a pauta amazônica era centrada na decadência do ciclo da borracha. Agora, o tema amazônico tem amplitude, repercussão mundial, status de recurso inestimável para o planeta e envolve outros tipos de riquezas e problemas: crise climática, biodiversidade, mitigação para o equilíbrio atmosférico, rios voadores que garantem chuvas necessárias ao agronegócio, falta de recursos dos países ricos para o financiamento climático etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A revista Nature resume bem ao dizer que a Amazônia é um </span><i><span style="font-weight: 400;">“cadinho de biodiversidade e um grande sumidouro de carbono terrestre”</span></i><span style="font-weight: 400;">[3]</span><span style="font-weight: 400;">, tudo o que o mundo precisa para diminuir a temperatura da Terra e evitar desastres naturais severos e propiciar integridade aos investimentos ESG. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem lugar de fala em uma sociedade patriarcal e eurocentrada? Representantes governamentais, de fundos de investimentos, acadêmicos etc.? Os Diálogos Amazônicos, evento prévio à Cúpula de Belém, abriram os microfones para franquear a palavra aos grupos subalternizados, como indígenas e quilombolas, que pensam criticamente seu lugar social dentro da estrutura da ordem mundial e também querem ter seu lugar de fala ampliado.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fala está ligada ao poder, que influencia, que determina, que oprime, que faz escolhas, que define vidas. Como entender uma sociedade desigual, que não é neutra? Nessa perspectiva, os povos originários estão se organizando para ter seu lugar de fala dentro dessa meta coletiva de desenvolvimento sustentável e de combate ao desmatamento da Amazônia que, às vezes, consegue unir culturas diversas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A filósofa, feminista e ativista negra Djamila Ribeiro popularizou o conceito de lugar de fala como sendo uma construção social, um ponto de vista relacionado à própria história. É </span><i><span style="font-weight: 400;">“falar a partir de lugares, é também romper com essa lógica de que somente os subalternos falem de suas localizações, fazendo com que aqueles inseridos na norma hegemônica sequer se pensem”</span></i> <span style="font-weight: 400;">[4]</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Declaração de Belém abriu lugares de fala. É o caso do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que de forma solitária defendeu o fim da extração do petróleo em prol do bioma amazônico, do combate à crise climática e à preservação da biodiversidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também não encontrou eco o compromisso do governo brasileiro de atingir o desmatamento zero na Amazônia até 2030? A meta coletiva não foi abraçada pelos oito países que compuseram a Cúpula da Amazônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nível de desmatamento da cobertura florestal na Amazônia ainda é alto, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (INPE). No entanto, cada país da OTCA quer investir na descarbonização em ritmo próprio, o que enfraquece o bloco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados são importantes para todos os países, mas também para os investidores internacionais dimensionarem os riscos à vida, aumentando um possível comprometimento com a conservação, restauração e manejo sustentável das florestas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o sistema DETER (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real) do INPE, só nos dois primeiros meses do ano, 489 km</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> de área apresentaram indícios de desmatamento na Amazônia, segunda maior nesses dois meses desde 2006, quando teve início a série histórica</span><span style="font-weight: 400;">[5]</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso sustentável da terra, contudo, depende das comunidades amazônicas originárias, ribeirinhas, de onde vem Macunaíma, um símbolo mítico, um locus social de experiências coletivizadas, que pensa criticamente a partir desse lugar, ocupado por aqueles que sempre tiveram seus direitos negados. Macunaíma nasce negro retinto, em uma tribo indígena, embora depois fique branco ao tomar banho em uma cova d’água. Uma discussão étnico-racial polêmica do tamanho do Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mário de Andrade, o autor de </span><i><span style="font-weight: 400;">Macunaíma</span></i><span style="font-weight: 400;">, pensa seu personagem como um brasileiro-símbolo, capaz de ir além de nacionalismos, de se “desgeografizar”, de um ser dotado de muita resiliência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é importante porque a Amazônia não é só Brasil e isso está provado na Cúpula de Belém, onde diferentes atores tomaram seu lugar de fala. Foi um ato ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança), porque vincula desmatamento, transição energética, subsistência da população amazônica, mercado de carbono a questões de política e de mercado.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro de seu lugar de fala, financiadores externos, como o Credit Suisse</span><span style="font-weight: 400;">[6]</span><span style="font-weight: 400;">, apontam que os três maiores bancos privados brasileiros, que atuam na Amazônia a fim de cumprir metas de desenvolvimento bioeconômico, conservação ambiental e direitos da população, </span><i><span style="font-weight: 400;">“assumiram a posição de liderança no cenário ESG na região”</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/desdobramentos-do-greenwashing-afrontam-a-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Desdobramentos do greenwashing afrontam a sustentabilidade</a><br />
</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certamente, investidores têm o poder de pressionar quem tiver de ser pressionado, porque já foi provado que quando a região amazônica está em desequilíbrio produz menos chuva, a agricultura do país fica mais vulnerável e traz uma série de consequências negativas para a população e para os negócios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há investidores ESG voltados especificamente a questões de desmatamento, caso do Investors Policy Dialogue on Desforestation, reunindo 55 organizações financeiras e um capital de US$ 7 trilhões</span><span style="font-weight: 400;">[7]</span><span style="font-weight: 400;">. Também há muita promessa colocada na mesa. Somente para o Fundo Amazônia, o governo alemão prometeu mais € 35 milhões; o Reino Unido, £ 80 milhões; a União Europeia, € 20 milhões e os Estados Unidos, US$ 500 milhões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil ainda não viu a cor do dinheiro, além de esperar, como outros países mais carentes, que os países mais ricos cumpram o seu compromisso de doar R$ 300 bilhões para ajudar o meio ambiente e contribuir para vencer a crise climática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pauta requer ainda programação robusta de governança ambiental. Em 2022, a taxa de desmatamento na floresta amazônica brasileira atingiu o maior nível desde 2006, devastando 13.235 km</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> segundo dados do INPE.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O PPCDAm (Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal) precisaria também ter seu orçamento garantido e suas ações integradas entre os diversos órgãos, como Ibama, ICMBio e Funai. O monitoramento por satélites deve ser constante, com fiscalizações rápidas onde forem identificados novos desmatamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Programas estaduais como o municípios verdes também são cruciais, premiando as prefeituras que desenvolvem boas práticas de conservação ambiental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria público-privada (PPP) exige recursos para unidades de conservação e para a fiscalização em terras indígenas, com engajamento da sociedade civil e populações locais por meio de programas de educação ambiental e projetos de bioeconomia sustentável. Governança integrada e participativa é a chave para a proteção das nossas florestas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa da ONG CDP (que reúne investidores, empresas e governos em ação colaborativa, usado no score da B3) sobre como as empresas brasileiras contribuem para reduzir as metas de desmatamento e promovem a proteção da biodiversidade, de julho de 2023, é otimista; </span><i><span style="font-weight: 400;">“mais da metade das empresas (53%) declararam ter incorporado questões florestais em todos os aspectos do plano estratégico de negócios da organização.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Isso parece sinalizar para uma maior maturidade do setor privado brasileiro em relação à avaliação dos riscos e oportunidades dos impactos florestais em sua cadeia de valor, o que leva a melhores estratégias de mitigação ou prevenção de impactos negativos do uso de recursos naturais</span></i><span style="font-weight: 400;">”</span><span style="font-weight: 400;">[8]</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Macunaíma</span></i><span style="font-weight: 400;"> é importante não por ser uma das obras mais significativas do modernismo, mas porque faz um inventário cultural brasileiro, por ser uma ponte entre raízes populares (100% plural) e o vanguardismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conta a história de nosso herói que luta contra o gigante Venceslau Pietro Pietra – a encarnar os conquistadores e os colonizadores – que roubou sua pedra da sorte, a Muiraquitã, um talismã indígena verde, como verde é a floresta. A pedra é muito simbólica, como a pedra filosofal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Que a pedra buscada pelo Brasil nas reuniões das COPs possa sempre conter a raiz de nossa natureza, que é avessa às pedras dos garimpos ilegais e do drama humano que desenterra.</span></p>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">[1] ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. São Paulo: Martins, 1979.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[2] Países integrantes da Cúpula da Amazônia: Bolívia, Brasil, Colômbia, Peru, Guiana, Venezuela, Equador e Suriname.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[3] Disponível em: </span><a href="https://www-nature-com.translate.goog/articles/s41558-022-0" target="_blank" rel="noopener"><b>https://www-nature-com.translate.goog/articles/s41558-022-0</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[4] Ribeiro, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, 2017.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[5] Disponível em: </span><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/analise-dos-alertas-de-desmatamento-na-amazonia-legal-jan-fev-2023#:~:text=Nos%20meses%20de%20janeiro%20e,passado%20(629%20km2)" target="_blank" rel="noopener"><b>https://www.gov.br/mma/pt-br/analise-dos-alertas-de-desmatamento-na-amazonia-legal-jan-fev-2023#:~:text=Nos%20meses%20de%20janeiro%20e,passado%20(629%20km2)</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[6] Disponível em: </span><a href="https://www-euromoney-com.translate.goog/article/294d2iskfibg49jqaeww0/esg/will-amazon-deforestation-finally-lead-to-a-financing-drought?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc" target="_blank" rel="noopener"><b>https://www-euromoney-com.translate.goog/article/294d2iskfibg49jqaeww0/esg/will-amazon-deforestation-finally-lead-to-a-financing-drought?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=sc</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[7] Disponível em: </span><a href="https://www.unpri.org/collaborative-engagements/investors-policy-dialogue-on-deforestation-ipdd/11031.article" target="_blank" rel="noopener"><b>https://www.unpri.org/collaborative-engagements/investors-policy-dialogue-on-deforestation-ipdd/11031.article</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">[8] Disponível em: </span><a href="https://cdn.cdp.net/cdp-production/cms/reports/documents/000/007/255/original/Facsheet_Floresta_NDC_PT_VF.pdf?1691430704" target="_blank" rel="noopener"><b>https://cdn.cdp.net/cdp-production/cms/reports/documents/000/007/255/original/Facsheet_Floresta_NDC_PT_VF.pdf?1691430704</b></a></p>
<hr />
<p><b>YUN KI LEE</b><span style="font-weight: 400;"> – Sócio da Lee, Brock, Camargo Advogados, mestre em Direito Econômico pela PUC-SP e professor de pós-graduação em Direito</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>PATRICIA BLUMBERG</b><span style="font-weight: 400;"> – Diretora de ESG da Lee, Brock, Camargo Advogados e Master em Digital Communication pela Westminster Kingsway College London</span></p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/quem-tem-uma-floresta-tem-quase-tudo/">Quem tem uma floresta, tem quase tudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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