<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Google - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<atom:link href="https://lbca.online/tag/google/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Sep 2016 22:44:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://lbca.online/wp-content/uploads/2023/06/favicon-150x150.png</url>
	<title>Arquivos Google - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Candidato tenta tirar denúncia contra ele do YouTube, mas perde ação</title>
		<link>https://lbca.online/candidato-tenta-tirar-denuncia-contra-ele-do-youtube-mas-perde-acao/</link>
					<comments>https://lbca.online/candidato-tenta-tirar-denuncia-contra-ele-do-youtube-mas-perde-acao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 22:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Miachon Tenório]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[LBCA]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolle Duek Silveira Bueno]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Pereira Batista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=4504</guid>

					<description><![CDATA[<p>A LBCA, por meio dos advogados Caio Miachon Tenório, Nicolle Duek Silveira Bueno e Rafael Pereira Batista, fez a defesa da Google Brasil, acionada por candidato à prefeitura de Caraguatatuba (SP), que desejava a retirada de um vídeo do YouTube, com críticas. O juiz julgou improcedente a ação e afastou “a responsabilidade do provedor de internet pelo conteúdo de terceiros” . Também atuaram no processo os advogados da Google Fabiana Siviero e André Zanatta.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/candidato-tenta-tirar-denuncia-contra-ele-do-youtube-mas-perde-acao/">Candidato tenta tirar denúncia contra ele do YouTube, mas perde ação</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma gravação feita em via pública, à luz do dia, não pode ser considerada ilegal no âmbito da disputa eleitoral. O entendimento é do juiz eleitoral Gilberto Alaby Soubihe Filho, de Caraguatatuba (SP), em um caso no qual o candidato a prefeito Gilson Mendes (PSDB) solicitou na Justiça que o Google retirasse um vídeo publicado no YouTube que mostra um carro com os adesivos de sua campanha recebendo cestas básicas de uma secretária municipal – o caso motivou investigação do Ministério Público Eleitoral.</p>
<p>O candidato alegou que o artigo 45 da Lei 9.504/97 veda qualquer tipo de manifestação contrária a candidatos ou partidos. O juiz reconhece, mas é duro ao descartar o argumento: “Embora o texto legal traga ainda essa excrescência jurídica, que é verdadeira afronta ao regime democrático, desde 2010 o Supremo Tribunal Federal suspendeu a norma através da ADI 4.451”, afirmou Soubihe Filho.</p>
<p>Outro ponto ressaltado pelo juiz é que durante o período eleitoral a liberdade de expressão deve ser ainda maior, “haja vista ser o momento em que o cidadão mais precisa de plenitude de informação e opiniões, favoráveis ou não, a um ou outro candidato”.</p>
<p>Por fim, Soubihe Filho recorre ao artigo 13 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), que afasta a responsabilidade do provedor de internet pelo conteúdo de terceiros, “o que se aplica ao caso com as devidas adaptações interpretativas”.</p>
<p>A defesa do Google foi feita pelos advogados <strong>Caio Miachon Tenório, Nicolle Duek Silveira Bueno e Rafael Pereira Batista, do Lee, Brock &amp; Camargo Advogados</strong>, coordenada pelos advogados da empresa Fabiana Siviero e André Zanatta.</p>
<p><strong><a href="http://s.conjur.com.br/dl/gravacao-candidato-feita-local-publico.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> para ler a decisão. </strong></p>
<h3>Veja abaixo uma reportagem que mostra o vídeo que o candidato tentou retirar:</h3>
<p><iframe title="ASSESSOR DE CANDIDATO É FILMADO EM POSSÍVEL CRIME ELEITORAL EM CARAGUÁ.@weberaiquesusto" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/vT3I8NkWMaw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/candidato-tenta-tirar-denuncia-contra-ele-do-youtube-mas-perde-acao/">Candidato tenta tirar denúncia contra ele do YouTube, mas perde ação</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/candidato-tenta-tirar-denuncia-contra-ele-do-youtube-mas-perde-acao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sites de busca não devem retirar links de notícias sobre Aécio Neves</title>
		<link>https://lbca.online/sites-de-busca-nao-devem-retirar-links-de-noticias-sobre-aecio-neves/</link>
					<comments>https://lbca.online/sites-de-busca-nao-devem-retirar-links-de-noticias-sobre-aecio-neves/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2015 14:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Brock]]></category>
		<category><![CDATA[Camargo Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[LBCA]]></category>
		<category><![CDATA[Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Vinicius]]></category>
		<category><![CDATA[Solano de Camargo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=1977</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Google, representado pelos advogados Solano de Camargo e Paulo Vinicius de Carvalho Soares, do Lee, Brock, Camargo Advogados, obtém decisão que garante o direito da coletividade à informação.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/sites-de-busca-nao-devem-retirar-links-de-noticias-sobre-aecio-neves/">Sites de busca não devem retirar links de notícias sobre Aécio Neves</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode, sob o pretexto de dificultar a propagação de conteúdo ilícito na internet, reprimir o direito da coletividade à informação, mesmo que a notícia seja falsa. Essa foi a resposta da 45ª Vara Cível de São Paulo ao pedido do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que pedia a condenação dos sites de busca da internet Google, Bing e Yahoo.</p>
<p>Aécio pedia a restrição das buscas na internet, e que o seu nome não fosse relacionado a notícias de desvio de recursos públicos durante seu governo em Minas Gerais. O senador afirmou ser vítima de crime virtual pela propagação de matéria caluniosa.</p>
<p>Entretanto, para o juiz Rodrigo Garcia Martinez, inibir o acesso às informações públicas por meio de filtros na ferramenta de busca representa “retrocesso à liberdade de manifestação e de informação sobre acontecimentos do mundo globalizado”.</p>
<p>O juiz afirmou que o provedor de pesquisa não inclui, organiza ou gerencia as páginas indicadas nos resultados que disponibiliza, se limitando apenas a indicar os &#8220;links&#8221; onde podem ser encontrados os termos de busca fornecidos pelo próprio usuário.</p>
<p>Martinez disse que os sites de buscas seriam como bibliotecários do ambiente virtual. “Se numa biblioteca pedimos um livro, ou qualquer outro material (periódico, mídia etc) a um destes profissionais, eles os localizam e os trazem a nós. Se o conteúdo é apto a cometer um ilícito contra alguém, seu autor é quem deve responder, não a biblioteca, ou o bibliotecário, sob pena de realizarmos práticas fascistas, comunistas ou nazistas, cujos regimes a História nos ensina muito bem as consequências.”</p>
<h3>Improbidade administrativa</h3>
<p>O motivo da revolta de Aécio eram notícias que o acusavam de ter desviado R$ 4,3 bilhões da saúde quando foi governador de Minas Gerais (2003-2010). Os textos eram baseados em uma ação de improbidade administrativa proposta no final de 2010 pelo Ministério Público do estado, que alegava que verbas destinadas à área haviam sido repassadas para a Companhia de Saneamento de Minas (Copasa). Para os promotores, a entidade não faz parte do Estado, tornando a transferência irregular.</p>
<p>Os advogados de Aécio então recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, alegando que somente o chefe do MP teria competência para mover ação contra o governador. Os desembargadores concordaram com os argumentos da defesa e determinaram que se ouvisse o procurador-geral de Justiça mineiro à época, Carlos Bittencourt.</p>
<p>Bittencourt declarou, então, não enxergar lesão ao patrimônio público. Com base nisso, em fevereiro de 2014, o juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública em MG Adriano de Mesquita Carneiro extinguiu o processo sem resolução do mérito.</p>
<p>O juiz Martinez chegou a afirmar que as notícia era falsa, mas, disse que “por mais que seja odiosa a prática de ridicularizar a imagem de um político que representa os ideais de uma grande parcela da população brasileira, não é justo que as requeridas respondam por atos de terceiros, ainda mais quando elas mesmas colaboram na revelação dos verdadeiros delinquentes”, afirmou.</p>
<h3>“Mero instrumento de busca”</h3>
<div class="destacar">O Google, representado pelos advogados <strong>Solano de Camargo</strong> e <strong>Paulo Vinicius de Carvalho Soares</strong> do <strong>Lee, Brock, Camargo Advogados</strong>, alegou que seria impossível retirar o conteúdo de terceiros, a inviabilidade de controlar, fiscalizar ou interferir nas buscas ou sugestões de buscas, bem como a necessidade de priorizar o princípio da liberdade de expressão e o direito à informação.</div>
<p>O Yahoo afirmou não ter mecanismos aptos para fiscalizar todo o conteúdo da internet e identificar os autores ou sites de conteúdo ofensivo ou outra forma de ilícito. Além disso, afirmou que atua como mero instrumento de busca.</p>
<p>O Bing também disse não ser responsável pelo conteúdo gerado por terceiros na internet e afirmou considerar o pedido de Aécio ilegítima e inconstitucional por violar direito ao acesso à informação.</p>
<p><em>*Notícia alterada às 17h46 do dia 28/5 para acréscimos.</em></p>
<p><a href="http://goo.gl/8OYra6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> para ler a decisão.</p>
<p>Processo 1102375-05.2013.8.26.0100</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/sites-de-busca-nao-devem-retirar-links-de-noticias-sobre-aecio-neves/">Sites de busca não devem retirar links de notícias sobre Aécio Neves</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/sites-de-busca-nao-devem-retirar-links-de-noticias-sobre-aecio-neves/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
