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	<title>Arquivos IBGE - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos IBGE - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Municípios brasileiros privatizam pouco, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 17:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia2020]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que os municípios brasileiros promovem poucas privatizações e PPPs. Confira.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/municipios-brasileiros-privatizam-pouco-diz-ibge/">Municípios brasileiros privatizam pouco, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa pioneira do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que os municípios brasileiros promovem poucas privatizações e PPPs.</p>
<h2>1. Qual o percentual de cidade com iniciativas de privatização ?</h2>
<p>Dos 5.570 municípios do país, somente 431 promoveram privatizações nos últimos 24 meses anteriores a setembro de 2019, que representam 7,7%. A região com maior percentual foi a região Centro-Oeste (12,2%) e o menor percentual ficou com o Nordeste (4,6%). O IBGE também apurou que quanto mais populoso o município, mais frequente é a privatização.</p>
<h2>2. Houve registro na pesquisa da adoção de Parcerias Público -privadas?</h2>
<p>Sim, 170 administrações municipais fizeram PPPs, promovendo uma parceria do setor público e do privado para compensar a falta de remuneração na operação da concessão. No total, quase 30% dos municípios com mais de 500 mil habitantes.</p>
<h2>3.Quantas cidades venderam empresas públicas?</h2>
<p>Apenas oito municípios venderam empresas estatais, 377 empregaram a concessão , ou seja, transferência da prestação de serviço público à iniciativa privada, por prazo determinado com cobrança para remunerar o concessionário.</p>
<h2>4. Quais Estados apresentaram índices acima da média nacional?</h2>
<p>Santa Catarina (15,9%), Goiás (15,0%), Espírito Santo (11,5%), Ceará (11,4%), <a href="https://lbca.online/cidades-mais-competitivas-do-brasil-ficam-em-sao-paulo/">São Paulo</a> (10,4%), Paraná (10,3%), Mato Grosso do Sul (10,1%) , Rondônia (9,6%), Piauí (9,4%) e Mato Grosso (7,8%).</p>
<h2>5 .A desestatização foi adotada por quantos municípios?</h2>
<p>De acordo com o levantamento do IBGE, quase 30% dos municípios com mais de 500 mil habitantes fizeram algum tipo de desestatização.</p>
<p><a class="botao-noticia" href="https://lbca.online/coronavirus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira as últimas atualizações jurídicas sobre o impacto do Coronavírus no Brasil e no mundo/a&gt;&lt;/a</a></p>
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		<title>Gestão Estratégica do Capital Humano nas Sociedades de Advogados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 17:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Jacó]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[LBCA]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Brock Camargo Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad/IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[RefJur]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo publicado no portal jurídico REFJUR, o Diretor de Recursos Humanos da LBCA, Eduardo Jacó, analisa os fatores de rotatividade dos profissionais dentro dos escritórios da advocacia e  que iniciativas podem contribuir para reter esses talentos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em momentos de alta competitividade, a retenção pelos profissionais fica acirrada, ainda mais nos segmentos de prestação de serviço, como os escritórios de advocacia, onde o fator humano tem elevado peso, uma vez que seu desempenho está intimamente ligado ao desempenho da sociedade de advogados. Isso transforma o fator humano em uma função estratégica diferenciada do todo. Cabe aos líderes em conjunto com os profissionais de recursos humanos fazer o elo entre os negócios e as pessoas.</p>
<p>Na área de RH, um dos principais índices de risco na gestão é a rotatividade dos trabalhadores. Quando muito elevada constitui ponto negativo para as empresas, porque implica em custos diretos com novas contratações, treinamentos; e custos indiretos, como desperdício de tempo, imagem da empresa no mercado, entre outros fatores.</p>
<p>O <i>turnover</i> no Brasil atualmente é, em grande parte, motivado pela crise econômica do País, que tem levado ao desaquecimento do mercado e, consequentemente, ao corte de postos de trabalho. A Pnad/IBGE relativa ao primeiro trimestre desse ano apontou 11,4 milhões de desempregados no Brasil, sendo que a taxa de desemprego vem subindo continuamente há 17 meses.</p>
<p>O outro fator de rotatividade é de ordem cultural, motivado por uma legislação trabalhista, que possibilita ao brasileiro deixar o emprego a qualquer momento e ter um ganho de curto prazo com verbas rescisórias e seguro-desemprego, mesmo que o desligamento não implique em ação trabalhista.</p>
<p>No passado recente, o pleno emprego também contribuiu para a alta rotatividade do trabalhador brasileiro. Em 2014, o <i>turnover</i> foi da ordem de 46%, segundo o DIEESE, mas em anos de economia superaquecida, tivemos picos acima de 50%, entre 2010 e 2014.</p>
<p>Os grandes desafios dos gestores de RH atualmente são contratar bem, no prazo e no custo adequado. Oferecer um desafio coerente com a expectativa do contratado e um ambiente respeitoso e propício para o desenvolvimento contínuo. Cabe ao RH alinhar as expectativas de carreira, inclusive antes de contratar, é imprescindível analisar o banco de talentos internos. De acordo com o Instituto Saratoga – PwC, 16% das vagas das empresas são fechadas por recrutamento interno. Em um escritório de advocacia, por exemplo, esse número acumulado nos últimos 12 meses é de 33%.</p>
<figure id="attachment_6736" aria-describedby="caption-attachment-6736" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-6736" src="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/07/Eduardo-Jaco-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/07/Eduardo-Jaco-300x300.jpg 300w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/07/Eduardo-Jaco-150x150.jpg 150w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/07/Eduardo-Jaco.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-6736" class="wp-caption-text">Eduardo Jacó, Diretor de Recursos Humanos da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA)</figcaption></figure>
<p>A retenção dos talentos passou a ser um desafio do <i>employer brand</i>, que deve incluir, necessariamente, a adoção de um pacote de remuneração adequado, incluindo benefícios e remuneração variável. Também torna-se fundamental reunir ações para a retenção do colaborador, como propiciar um ambiente de trabalho adequado, um clima organizacional positivo dentro da empresa, uma imagem interna e externa de credibilidade e transparência, atualização tecnológica e abrir possibilidades de ascensão na carreira profissional.</p>
<p>Num escritório de advocacia, o maior tempo de casa, sinal de retenção, concentra-se entre as posições de liderança. Já a <i>rotatitivdade</i> é maior no segmento dos advogados em começo de carreira, ou seja, menor tempo de inscrição na OAB, certamente pelas aspirações de carreira não atendidas no escritório e por considerarem outras possibilidades de mercado.</p>
<p>A cada dia, torna-se mais clara a contribuição do RH para o resultado dos negócios corporativos, uma vez que seu trabalho vai além da gestão dos talentos e de mensurar o lucro por colaborador. Na verdade, constrói o engajamento do capital humano por melhores resultados e garimpa futuros talentos, visando antecipar as demandas do escritório de advocacia.</p>
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