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	<title>Arquivos impacto - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos impacto - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>STF x TST: os limites da condenação trabalhista e o impacto para empresas e advogados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 19:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O centro da controvérsia está no valor atribuído à reclamação trabalhista na petição inicial. O TST há tempos entende que esse valor é meramente estimativo, permitindo que a condenação ultrapasse o montante inicial conforme o andamento do processo. O STF, porém, vem reagindo a esse entendimento. O Tribunal tem anulado decisões que tratam o valor [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O centro da controvérsia está no valor atribuído à reclamação trabalhista na petição inicial. O TST há tempos entende que esse valor é meramente estimativo, permitindo que a condenação ultrapasse o montante inicial conforme o andamento do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O STF, porém, vem reagindo a esse entendimento. O Tribunal tem anulado decisões que tratam o valor da causa como simples referência, reafirmando que os pedidos devem ser certos, determinados e acompanhados da indicação de valor, conforme o artigo 840, § 1º, da CLT.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em maio de 2025, o ministro Alexandre de Moraes julgou procedente a Reclamação 79.034/SP, proposta contra decisão monocrática do ministro Breno Medeiros, do TST. A empresa alegou violação da Súmula Vinculante 10, que veda que órgãos fracionários, como turmas ou câmaras, afastem a aplicação de uma lei. Moraes reforçou que apenas o plenário ou órgão especial pode fazê-lo, nos termos do artigo 97 da Constituição Federal.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS:</strong> <a href="https://lbca.online/tst-decide-alterar-uso-de-testemunhas-em-cargos-de-confianca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TST decide alterar uso de testemunhas em cargos de confiança</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos meses depois, o ministro Gilmar Mendes também anulou acórdão da 5ª Turma do TST que ampliava condenação além dos limites da petição inicial (Reclamação 77.179/PR).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Essas decisões mostram uma tendência clara: o STF quer reafirmar a reserva de plenário, dar força normativa à reforma trabalhista e conter interpretações expansivas do TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>O que muda na prática?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong>Para as empresas, essa guinada pode representar uma redução expressiva do passivo trabalhista, já que restringe condenações que ultrapassem o valor originalmente indicado. Para os advogados empresariais, abre-se um novo<br>espaço de atuação estratégica, tanto no planejamento preventivo quanto na defesa técnica.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>VEJA TAMBÉM:</strong> <a href="https://lbca.online/por-que-as-acoes-trabalhistas-voltaram-a-crescer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por que as ações trabalhistas voltaram a crescer?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para os trabalhadores e seus representantes, exige-se maior precisão desde a formulação dos pedidos para que os valores sejam certos e determinados de modo que reflita a realidade daquela relação de emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É provável que o número de reclamações constitucionais ao STF cresça nos próximos meses, na tentativa de uniformizar critérios. Mas há um preço: morosidade processual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o tema não se consolida, empresas e advogados devem manter uma postura proativa, técnica e vigilante, reconhecendo que ainda existe margem para discutir valores de condenação acima do indicado na petição inicial, mas que o entendimento segue instável nas cortes superiores.</p>
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		<title>Papel da contabilidade de impacto no ESG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 19:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[conformidade]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[sutentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riscos e oportunidades exigem cada vez mais informações ESG integradas às demonstrações financeiras A contabilidade de impacto (impact accounting) no ESG é uma prática que visa criar estruturas padronizadas e escaláveis na cadeia de valor das empresas.&#160; Ocorre quando os relatórios financeiros das corporações são aplicáveis aos seus reportes ambientais, sociais e de governança (ESG). [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Riscos e oportunidades exigem cada vez mais informações ESG integradas às demonstrações financeiras</p>



<p class="wp-block-paragraph">A contabilidade de impacto (impact accounting) no ESG é uma prática que visa criar estruturas padronizadas e escaláveis na cadeia de valor das empresas.&nbsp; Ocorre quando os relatórios financeiros das corporações são aplicáveis aos seus reportes ambientais, sociais e de governança (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ESG">ESG</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até recentemente, pensava-se ser incompatível unir a complexidade dos sistemas contábeis com as estruturas dos relatórios ESG – ainda dispersos em diferentes frameworks – para chegar a uma apresentação concreta sobre a sustentabilidade corporativa. A realidade vem provando o contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao priorizar o desafio, a contabilidade de impacto vem ganhando espaço na academia e nos chamados&nbsp;<em>white papers</em>, relatórios informativos que analisam determinada questão e apresentam metodologias e soluções na busca de convencer um público-alvo:</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>CONFIRA O ARTIGO COMPLETO: </strong><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/papel-da-contabilidade-de-impacto-no-esg">Papel da contabilidade de impacto no ESG</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Estudo aponta que há no Judiciário ‘gap’ de profissionais especializados em recuperação de empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 13:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[AMB]]></category>
		<category><![CDATA[extrajudicial]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O impacto da recuperação de empresas no Judiciário brasileiro ganhou um diagnóstico realizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto da recuperação de empresas no Judiciário brasileiro ganhou um diagnóstico realizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>1.O que o estudo apurou?</strong></span><br />
O Estudo teve como objetivo apontar as potencialidades e fragilidades do instituto da recuperação judicial e de sua aplicação nos tribunais visando propor soluções e o aprimoramento na recuperação de empresas. Um dos dados apurados foi que, na média, o Judiciário brasileiro possue pouca expertise sobre o tema de recuperação judicial de empresas.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>2.Qual foi a base utilizada no estudo?</strong></span><br />
Dados estatísticos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o processo de recuperação judicial e extrajudicial, no período de 2018 até 2020. Juízes, advogados e empresas participaram do estudo respondendo questionários.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>3.Todos os Tribunais Estaduais contam com projetos para incentivar a recuperação extrajudicial?</strong></span><br />
Não, somente Pernambuco, Santa Catarina e Roraima; sendo que São Paulo e Rio de Janeiro concentraram quase metade dos pedidos de recuperação judicial no ano passado, tendo portanto a maior demanda por esse tipo de serviço.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>4.Que dados a pesquisa apurou sobre mediação extrajudicial no que tange às empresas em dificuldades financeiras?</strong></span><br />
Além dos magistrados, 82% dos advogados entrevistados pela pesquisa são favoráveis à mediação e aconselham seus clientes em dificuldades financeiras e que visam a recuperação judicial a buscarem soluções autocompositivas de solução de conflito, antes de ingressarem com pedido judicial.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>5.O Judiciário apoia a busca pela mediação?</strong></span><br />
Pela pesquisa, 82% dos magistrados apoiam a aplicação da mediação para as empresas que estão em processo de recuperação.</p>
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