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	<title>Arquivos indenização - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos indenização - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>TST tem decidido pela culpa exclusiva do trabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:10:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[culpa exclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisões do TST têm reconhecido a culpa exclusiva do trabalhador em acidentes, afastando a responsabilidade da empresa quando comprovado o cumprimento das normas. A culpa exclusiva do trabalhador ocorre quando um evento danoso é causado única e exclusivamente por uma conduta imprudente, negligente ou imperita do próprio empregado, sem qualquer contribuição do empregador ou de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Decisões do TST têm reconhecido a culpa exclusiva do trabalhador em acidentes, afastando a responsabilidade da empresa quando comprovado o cumprimento das normas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A culpa exclusiva do trabalhador ocorre quando um evento danoso é causado única e exclusivamente por uma conduta imprudente, negligente ou imperita do próprio empregado, sem qualquer contribuição do empregador ou de terceiros. Nesses casos, entende-se que não há nexo causal entre o dano e a conduta do empregador, o que afasta sua responsabilidade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente decisão do TST reconheceu a responsabilidade exclusiva do trabalhador e afastou o dever de indenizar da empresa. O caso envolveu um motorista de entrega que morreu ao tentar parar seu caminhão em uma ladeira, sendo que ele havia deixado o veículo ligado sem acionar o freio de estacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A despeito de a família do motorista ingressar com ação judicial, alegando que houve falha mecânica, a empresa comprovou que o veículo estava em perfeitas condições de uso, sem problemas mecânicos ou elétricos e que o acidente ocorreu em decorrência de imprudência e violação das normas de segurança por parte do empregado.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>CONFIRA O ARTIGO COMPLETO:</strong> <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/436123/tst-tem-decidido-pela-culpa-exclusiva-do-trabalhador">TST tem decidido pela culpa exclusiva do trabalhador</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>A responsabilidade solidária entre fabricante e assistência técnica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 12:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[assistência técnica]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de consumo]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[custos com condenação]]></category>
		<category><![CDATA[escritório especialista em CDC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se as empresas já sabem o quanto gastam em condenações, por que não passam a investir na prevenção desses problemas?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A responsabilidade solidária costuma ser um ponto sensível entre parceiros comerciais, principalmente aqueles relacionados à fabricação de produtos eletrônicos, e sendo gerador de muitos atritos associados à relação de consumo e judicialização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso acontece porque a responsabilidade solidária prevista nas relações de consumo, em termos práticos, significa que o consumidor pode escolher quem acionar em casos de vício ou defeito de produto ou falhas na prestação de serviços: se a um ou a todos que participaram da cadeia de consumo; se só o fabricante, ou se o fabricante e a assistência técnica conjuntamente, mesmo nas hipóteses em que só está última seja a efetiva responsável pelo problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não obstante, o Código de Defesa do Consumidor (</span><a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cdc" target="_blank" rel="noopener"><b>CDC</b></a><span style="font-weight: 400;">) também prevê que os fornecedores – </span><i><span style="font-weight: 400;">compreendendo nessa expressão todos aqueles que participam da cadeia de consumo de acordo com definição contida no artigo 3º do CDC</span></i><span style="font-weight: 400;"> – devem responder objetivamente pelos vícios e fatos de produtos ou serviços, ou seja, independente de terem agido com culpa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na responsabilidade objetiva, ao contrário da responsabilidade subjetiva, basta a demonstração do nexo de causalidade e do dano para sua caracterização, independentemente de qualquer averiguação sobre a culpa.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://lbca.online/quais-os-limites-da-responsabilidade-entre-fabricantes-e-as-tecnicas-autorizadas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quais os limites da responsabilidade entre fabricantes e as assistências técnicas autorizadas?</strong></a></li>
<li><a href="https://lbca.online/responsabilidade-pelo-vazamento-de-dados-pessoais-em-assistencia-tecnica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Responsabilidade pelo vazamento de dados pessoais em assistência técnica</strong></a></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Observa-se que o legislador quis conferir proeminência à posição do consumidor, para este possa exigir os seus direitos, principalmente sob o aspecto da busca pela reparação integral – direito básico do consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É inegável o caráter protecionista do Código de Defesa do Consumidor, traço este desenhado intencionalmente pelo legislador consumerista em decorrência do estabelecido no artigo 170, V, da Constituição Federal, que para melhor compreensão, transcreve-se abaixo:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">(…)</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">V – defesa do consumidor;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, é sempre importante asseverar que aquele fornecedor que arcar integralmente com eventual indenização em uma cadeia de consumo composta por outros fornecedores poderá propor ação autônoma visando discutir qual fornecedor agiu com culpa e que, portanto, deve ser responsabilizado pelo dano sofrido pelo consumidor a ser arcado pelo fornecedor, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta hipótese, o consumidor já foi indenizado e os fornecedores que compõem a cadeia de consumo discutirão, em ação autônoma, sob a égide da responsabilidade subjetiva, quem agiu com culpa para ocasionar o dano sofrido pelo consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aquele que agiu com culpa ressarcirá os prejuízos daquele que teve que arcar com a indenização, integral ou parcialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, embora tal hipótese de ressarcimento de danos pareça ser bastante simples à primeira vista, em grande parte das ocasiões, o custo e o tempo envolvidos não compensarão o proveito econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa afirmação decorre da necessidade de recolhimento de custas judiciais, contratação de advogados, dilação probatória – que em casos em que se discute a responsabilidade subjetiva, obviamente, acaba sendo mais custosa –, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Surge, então, um paradoxo sobre as estratégias e ações para contornar a responsabilidade solidária após a concretização de um problema ao consumidor. Advogados buscam implementar novas teses, argumentam sobre a inexistência de solidariedade na cadeia de consumo, entre outras estratégias. Por vezes tais estratégias surtem efeito, no entanto, geralmente o caráter protetivo do Código de Defesa do Consumidor prevalece e a responsabilidade solidária é confirmada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E neste ponto cabe, então, um pensamento crítico, para conduzir uma exploração do conhecimento sobre o assunto, por meio de uma série de perguntas indutivas para revelar padrões disfuncionais e, assim, permitir mudanças nesses padrões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um desses questionamentos é se não existe outra forma de tratar a responsabilidade solidária, além da forma combativa e repressiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Oliver Williamson, um dos mais importantes administradores e economistas norte-americanos e responsável por grandes contribuições à Nova Economia Institucional, teoriza que as instituições econômicas do capitalismo têm como função principal, embora não exclusiva, a de reduzir os custos de transação</span><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-responsabilidade-solidaria-entre-fabricante-e-assistencia-tecnica-20052023#_ftn1"><span style="font-weight: 400;">[1]</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Williamson, a empresa deve ser tratada como uma estrutura de governança, na qual o objetivo é garantir uma coordenação que economize os custos de transação, reduzindo a incerteza, compensando os agentes da racionalidade limitada e protegendo-os do oportunismo.</span><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-responsabilidade-solidaria-entre-fabricante-e-assistencia-tecnica-20052023#_ftn2"><span style="font-weight: 400;">[2]</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resumindo, Williamson acredita que através de estrutura de governança é possível reduzir custos de transação e, consequentemente, tornar a empresa mais eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir dos ensinamentos apresentados por Oliver Williamson e tentando aplicá-los ao meio jurídico, é inegável reconhecer que o desafio dos departamentos jurídicos e consequentemente dos advogados, é de entregar valor, podendo isso se dar também através da redução de custos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E neste momento, passa-se a questionar a seguinte lógica: se as fabricantes já sabem o quanto gastam em condenações decorrentes de responsabilidade solidária, por que não passam a investir mais dinheiro na prevenção desses problemas e assim, paulatinamente, caminhar para uma redução dessa conta de condenações?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O instrumento para possibilitar isso é uma sólida estrutura de governança que sirva para mapear os riscos e, através disso, estabelecer um plano de ação, para exercer maior controle sobre outros fornecedores da cadeia de consumo: um verdadeiro compliance consumerista, se assim podemos dizer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal estrutura de governança, consequentemente, permitirá uma melhor gestão dos recursos financeiros da empresa fabricante, que ao invés de ser destinado ao pagamento de condenação, poderá ser utilizado para aperfeiçoamento da cadeia de fornecedores e, consequentemente, melhorará a reputação da marca perante os seus consumidores, sem olvidar que reduzirá paulatinamente as condenações fundamentadas em responsabilidade solidária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma conclusiva, não se busca aqui convencer que os fabricantes devem sempre se conformar com a responsabilidade solidária, mas sim de não deixar de exercitar o pensamento crítico e vislumbrar outras possibilidades de enfrentar as questões associadas à responsabilidade solidária, tal como as estruturas de governanças teorizadas por Williamson, além daquelas corriqueiramente utilizadas.</span></p>
<hr />
<p><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-responsabilidade-solidaria-entre-fabricante-e-assistencia-tecnica-20052023#_ftnref1"><span style="font-weight: 400;">[1]</span></a><span style="font-weight: 400;"> WILLIAMSON, Oliver. The Economic Institutions of Capitalism: firms, markets, relational contracting. New York: The Free Press, 1985. P. 17)</span></p>
<p><a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-responsabilidade-solidaria-entre-fabricante-e-assistencia-tecnica-20052023#_ftnref2"><span style="font-weight: 400;">[2]</span></a><span style="font-weight: 400;"> Zanella, C., Lopes, D. G., Leite, A. L. da S., &amp; Nunes, N. A. (2015). Conhecendo o Campo da Economia dos Custos de Transação: uma análise epistemológica a partir dos trabalhos de Oliver Williamson. </span><i><span style="font-weight: 400;">Revista de Ciências da Administração</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">1</span></i><span style="font-weight: 400;">(2), 64–77. </span><a href="https://doi.org/10.5007/2175-8077.2015v17n42p64" target="_blank" rel="noopener"><b>https://doi.org/10.5007/2175-8077.2015v17n42p64</b></a></p>
<hr />
<p><b>FERNANDO DE PAULA TORRE</b><span style="font-weight: 400;"> – Sócio na LBCA e mestrando em direito político e econômico pelo Mackenzie</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como funciona a prescrição no transporte aéreo internacional?</title>
		<link>https://lbca.online/como-funciona-a-prescricao-no-transporte-aereo-internacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 18:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção de Montreal]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[prazo prescricional]]></category>
		<category><![CDATA[transporte aereo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com as regras do direito internacional, previstas pela Convenção de Montreal, disputas sobre transportes aéreos internacionais prescrevem em 2 anos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com as regras do direito internacional, previstas pela Convenção de Montreal, disputas sobre transportes aéreos internacionais prescrevem em 2 anos.</p>
<p><strong><span style="font-size: 18pt;">1. O prazo prescricional para os conflitos na Justiça brasileira não são de 5 anos?</span></strong></p>
<p>O Código de Defesa do Consumidor prevê prescrição quinquenal, mas a Convenção de Montreal prevê prazo diferente. O artigo 35º do Decreto 5.910, de 27 de setembro de 2006, que promulga a Convenção de Montreal, prevê que eventual direito à indenização se extingue se a ação não for iniciada em 2 anos.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>2. Nos termos da Convenção de Montreal, qual a data de início da contagem do prazo prescricional ?</strong></span></p>
<p>De acordo com os artigos 19º e 35º da Convenção de Montreal será em três circunstâncias: a partir da data de chegada ao destino, do dia em que a aeronave deveria ter chegado ao destino ou da interrupção do transporte.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>3. Por que a Convenção de Montreal deve ser sempre aplicada pelo Judiciário brasileiro?</strong></span></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal diante do reconhecimento do Tema 210, quando do julgamento do Recurso Extraordinário n. 636331, entendeu que “nos termos do artigo 178 da Constituição da República, as normas e tratados internacionais limitadores da responsabilidade das transportadoras aéreas de passageiros, especialmente, as Convenções de Varsóvia e Montreal, têm prevalência em relação ao Código de Defesa do Consumidor&#8221;.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>4. A aplicação da Convenção está pacificada no Judiciário Brasileiro?</strong></span></p>
<p>Infelizmente, não há consenso sobre sua aplicação, a partir da justificativa de que os consumidores seriam prejudicados, quando na verdade é justamente o contrário. A Convenção de Montreal visa resguardar e estabelecer regras específicas sobre o transporte aéreo internacional, que culminam em salvaguardas aos direitos dos consumidores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Juizados livram varejistas de indenização por defeito</title>
		<link>https://lbca.online/juizados-livram-varejistas-de-indenizacao-por-defeito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 18:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Celso Faria de Toledo]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[DCI]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[LBCA]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Brock Camargo Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Dumke]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O advogado Afonso Celso Faria de Toledo, Diretor da Área de Direito do Consumidor da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA), concedeu entrevista ao jornal DCI para comentar decisões da Justiça, que não acataram responsabilização solidária  de fabricantes e varejistas diante de vícios apresentados por mercadorias, como prevê o CDC.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de os consumidores poderem processar simultaneamente loja e fabricante por problemas não resolvidos com um produto adquirido, alguns Juizados Especiais Cíveis (JEC) já estão fixando critérios para que apenas a empresa culpada seja condenada na Justiça.</p>
<p>Foi o que ocorreu em decisão recente do juizado de São João de Meriti (RJ). No caso, uma consumidora adquiriu um eletrodoméstico com defeito e, ao recorrer à assistência técnica, não conseguiu o reparo. Em busca do ressarcimento pelo prejuízo, ela acionou tanto a rede de varejo quanto o fabricante.</p>
<p>O juiz responsável, Leonardo Cardoso e Silva, entendeu que a atitude da fabricante &#8220;causou angústia e sofrimento para a autora&#8221; e que o ressarcimento à consumidora fazia parte do &#8220;risco da atividade&#8221;. Com isso, ele determinou a devolução do valor pago pelo produto, além de danos morais, mas recaindo a obrigação somente sobre o fabricante do produto.</p>
<p>Confrontado com um caso semelhante, o juizado de São Luís (MA) decidiu, em abril, que a culpa pelo defeito de fabricação de um celular deveria ser atribuída apenas ao fabricante. &#8220;O defeito do produto não foi sanado por culpa exclusiva da fabricante, razão pela qual, estou convencido de que na espécie apenas a fabricante deve responsabilizada&#8221;, afirmou o juiz Celso Orlando Aranha Pinheiro Júnior.</p>
<p><figure id="attachment_4106" aria-describedby="caption-attachment-4106" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4106" src="https://lbca.online/site/wp-content/uploads/2016/05/Afonso.jpg" alt="Afonso Celso Faria de Toledo, Diretor da área de Direito do Consumidor da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA)" width="300" height="350" srcset="https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/05/Afonso.jpg 300w, https://lbca.online/wp-content/uploads/2016/05/Afonso-257x300.jpg 257w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4106" class="wp-caption-text">Afonso Celso Faria de Toledo, Diretor da área de Direito do Consumidor da Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA)</figcaption></figure></p>
<p>As duas decisões fogem do comum porque em muitos casos lojistas e fabricantes acabam condenados, independentemente de quem foi a culpa, explica o advogado e diretor da <strong>Lee, Brock, Camargo Advogados (LBCA), Afonso Celso Faria de Toledo.</strong></p>
<p>Nessa situação, ele conta que poderia inclusive surgir novo processo judicial, apenas para verificar qual das duas empresas de fato teria que pagar a indenização. Essa ação judicial, em que se apura de quem é a responsabilidade pelo dano, é chamada de &#8220;ação de regresso&#8221;, diz o advogado.</p>
<p>&#8220;Esses juízes foram inovadores no sentido de, ao entrar no mérito das questões, já apontarem quem foi o responsável pelo problema. Acaba sendo [uma decisão] mais racional. Consegue-se nos próprios autos definir o responsável e não se precisa invocar ações de regresso&#8221;, comenta Toledo.</p>
<p>Apesar de as duas decisões terem beneficiado varejistas, o advogado conta que isso ocorreu porque os casos envolviam defeitos de fabricação. Ele entende, contudo, que nos casos em que o problema está relacionado à atuação da loja, o mesmo raciocínio poderia ser usado para excluir o fabricante da ação judicial e condenar apenas o varejista pelo erro. &#8220;Isso poderia ocorrer se o problema foi de logística, resultando no atraso da entrega do produto&#8221;, acrescenta ele.</p>
<p>Outro benefício desse melhor direcionamento das condenações por parte do Judiciário seria que, num futuro próximo, os próprios consumidores poderiam processar apenas a empresa culpada. &#8220;Essas decisões acabam criando situações propícias para que o consumidor já saiba para quem direcionar seu processo&#8221;, reforça o advogado.</p>
<h3>Jurisprudência</h3>
<p>O especialista aponta que hoje tanto varejistas quanto fabricantes acabam sendo incluídos nos processos porque, na visão dos consumidores, isso aumentaria a chance de que a indenização fosse paga. Ao mesmo tempo, já é pacificado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) o entendimento de que ambas as empresas são responsáveis pela mercadoria.</p>
<p>Segundo Toledo, essa posição foi consolidada nos recursos especiais de número 402.356/MA e 554.876/RJ, em que se definiu que as concessionárias também eram responsáveis pelos veículos com defeito. Apesar de isso nem sempre ocorrer, já na época, em 2003, o ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira destacou que a responsabilidade compartilhada não impede que seja apurada a culpa de apenas um dos responsáveis pelo dano.</p>
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