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	<title>Arquivos licença paternidade - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Licença-paternidade: o que muda com a Lei nº 15.371/2026?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:39:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei nº 15.371/2026 passa a disciplinar de forma mais específica a licença-paternidade e o salário-paternidade.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/licenca-paternidade-o-que-muda-com-a-lei-n-15-371-2026/">Licença-paternidade: o que muda com a Lei nº 15.371/2026?</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foi publicada a Lei nº 15.371, de 31 de março de 2026, que dispõe sobre a licença-paternidade, institui o salário-paternidade no âmbito da Previdência Social e altera dispositivos da legislação trabalhista e previdenciária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma entra em vigor em 1º de janeiro de 2027. Até essa data, permanece aplicável a sistemática atualmente em vigor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da licença-paternidade ocorrerá de forma gradual. Nos casos de nascimento ou adoção de criança ou adolescente com deficiência, o período de licença previsto na lei será acrescido de 1/3 (um terço).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A duração da licença-paternidade e do salário-paternidade, considerados isoladamente, será a seguinte:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <strong>10 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2027</strong>;<br>• <strong>15 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2028</strong>;<br>• <strong>20 dias</strong>, a partir de <strong>1º de janeiro de 2029</strong>, observada a condição prevista no § 1º do art. 11 da lei (atingimento de meta fiscal).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://lbca.online/novo-manual-do-mte-orienta-empresas-sobre-a-aplicacao-da-nr-1-e-a-gestao-de-riscos-ocupacionais/" type="post" id="31265" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novo manual do MTE orienta empresas sobre a aplicação da NR-1 e a gestão de riscos ocupacionais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da ampliação progressiva do prazo, a norma também prevê:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• instituição do salário-paternidade no âmbito da Previdência Social;<br>• concessão do direito nos casos de nascimento de filho, adoção e guarda judicial para fins de adoção;<br>• proteção contra dispensa arbitrária ou sem justa causa desde o início da licença até 1 mês após seu término;<br>• prorrogação da licença em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, quando relacionada ao parto;<br>• aplicação do benefício, nos termos da lei, a diferentes categorias de segurados da Previdência Social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a perspectiva empresarial, a nova legislação deverá ser acompanhada por empregadores, áreas de Recursos Humanos (RH) e departamentos jurídicos, especialmente quanto à adequação de políticas internas e de procedimentos relacionados aos afastamentos e à gestão trabalhista e previdenciária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também evidencia, no âmbito das relações de trabalho, que o cuidado com os filhos e a estrutura familiar não pode ser compreendido como responsabilidade exclusiva da mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a Lei nº 15.371/2026 passa a disciplinar de forma mais específica a licença-paternidade e o salário-paternidade, com definição de prazos, hipóteses de concessão e efeitos jurídicos no campo trabalhista e previdenciário.&nbsp;</p>
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