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	<title>Arquivos Marco Regulatório - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos Marco Regulatório - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>PL 2338/23: 3 pontos de atenção sobre o marco regulatório da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Regulatório]]></category>
		<category><![CDATA[PL 2338/23: 3]]></category>
		<category><![CDATA[tramitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PL 2338/23: 3 pontos de atenção sobre o marco regulatório da IA A tramitação do PL 2338/23, que trata da regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil, já ocupa um lugar central na agenda regulatória do país. Após um período intenso de debates técnicos, institucionais e setoriais, o projeto caminha para uma fase decisória, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>PL 2338/23: 3 pontos de atenção sobre o marco regulatório da IA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>tramitação do PL 2338/23,</strong> que trata da regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil, já ocupa um lugar central na agenda regulatória do país. Após um período intenso de debates técnicos, institucionais e setoriais, o projeto caminha para uma fase decisória, com impactos relevantes sobre modelos de negócio, estruturas de governança e estratégias de inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que estabelecer novas obrigações legais, o PL 2338/23 inaugura uma <strong>mudança de paradigma regulatório no Brasil</strong>: a inteligência artificial deixa de ser tratada apenas como uma ferramenta tecnológica e passa a ser regulada a partir de uma lógica de risco, impacto e responsabilidade organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insta pontuar que esse paradigma dialoga diretamente com a experiência europeia, em especial com o <strong>AI Act,</strong> que influenciou o debate brasileiro ao consolidar uma abordagem baseada em risco como eixo central da regulação da IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas, isso significa que o uso de IA passa a exigir decisões estruturadas de governança, integração entre áreas jurídicas, técnicas e de negócio, e mecanismos formais de controle ao longo de todo o ciclo de vida dos sistemas.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS:</strong> <a href="https://lbca.online/lei-complementar-no-224-2025-e-os-impactos-no-lucro-presumido/">Lei Complementar nº 224/2025 e os impactos no lucro presumido</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, o debate legislativo tem avançado também sobre a <strong>estrutura institucional de governança da IA</strong>, incluindo o papel da ANPD e a articulação com reguladores setoriais, o que reforça que a implementação do marco regulatório envolverá não apenas regras de conduta, mas um modelo coordenado de supervisão e fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Separamos três tópicos jurídicos levantados pelo PL 2338/23, para apoiar empresas que buscam se preparar para um ambiente regulatório mais seguro, ético e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o PL 2338/23?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 2338/23 busca estabelecer regras para desenvolvimento, fornecimento e uso de sistemas de Inteligência Artificial no Brasil. A proposta foi construída a partir de debates públicos, audiências e contribuições de especialistas, e deve ser votada ainda em 2026. O texto parte do reconhecimento de que sistemas de IA podem gerar benefícios relevantes, mas também <strong>riscos significativos a direitos fundamentais, à segurança e à tomada de decisão</strong>, especialmente quando utilizados em contextos sensíveis ou de alto impacto, resultado da influência direta do AI Act europeu na proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu objetivo central é equilibrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inovação tecnológica</li>



<li>direitos fundamentais</li>



<li>ética e segurança</li>



<li>responsabilidade organizacional</li>



<li>fomento à competitividade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse equilíbrio se reflete na adoção de uma abordagem regulatória baseada em risco, alinhada a tendências internacionais e a modelos como o europeu, mas adaptada à realidade institucional brasileira. No entanto, vale observar que esse alinhamento ocorre em um momento em que a própria União Europeia já revisita sua estratégia regulatória, com propostas recentes de simplificação das regras de IA e de proteção de dados, no contexto do chamado Omnibus Digital, com foco explícito em inovação e competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos práticos, o PL cria uma estrutura de classificação de risco para sistemas de IA e define obrigações diferentes dependendo do impacto dessas tecnologias nas pessoas e nas organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento evidencia um ponto de atenção para o debate nacional: enquanto o Brasil consolida um modelo inspirado na fase mais densa da regulação europeia, o cenário internacional já aponta para ajustes voltados à redução de complexidade regulatória e à atração de empresas de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tópico 1: Responsabilidade e transparência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL impõe um conjunto de obrigações aos desenvolvedores, fornecedores e usuários de IA. Para o ambiente empresarial, isso significa revisitar fluxos operacionais e padrões de governança digital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, essas exigências reforçam que a responsabilidade pelo uso de IA não é apenas técnica, mas também <strong>organizacional e institucional</strong>, exigindo definição clara de papéis, tomada de decisão documentada e supervisão contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-principais-obrigacoes">Principais obrigações:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>informar quando uma pessoa está interagindo com uma IA;</li>



<li>disponibilizar explicações claras sobre o funcionamento de sistemas que influenciam decisões;</li>



<li>garantir que dados usados para treinar algoritmos sejam confiáveis e livres de vieses;</li>



<li>registrar logs e evidências sobre o uso da tecnologia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que cumprir requisitos formais, essas obrigações exigem que as empresas adotem <strong>estruturas de governança de IA</strong>, com políticas internas, processos de validação, critérios de uso aceitável e mecanismos de revisão humana, especialmente em decisões automatizadas com impacto relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa exigência reforça a necessidade de processos transparentes, governança de dados e supervisão contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tópico 2: Classificação de risco dos sistemas de IA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL 2338/23 estabelece categorias de risco para definir o nível de exigência sobre cada sistema. Isso significa que as empresas precisarão identificar em qual categoria suas soluções se encaixam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse exercício de classificação pressupõe que as organizações conheçam seus próprios sistemas de IA, mapeando finalidades, dados utilizados, grau de autonomia decisória e impactos potenciais, o que demanda inventários atualizados e avaliações estruturadas de risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Categorias existentes:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Risco excessivo (proibidos)</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas considerados incompatíveis com direitos fundamentais. Exemplos: vigilância biométrica em tempo real sem base legal, manipulação subliminar de comportamento, pontuação social.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alto risco</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnologias que podem afetar direitos, segurança ou bem-estar das pessoas. Exemplo práticos para empresas: IA usada em áreas críticas como saúde, transporte e infraestrutura;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Risco médio</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas que interagem com o público, mas não tomam decisões sensíveis. Exemplo: chatbots corporativos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Baixo risco</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ferramentas cotidianas com uso básico de IA. Exemplo: filtros de e-mail ou sugestões automáticas de texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a classificação de risco funciona como um gatilho regulatório: quanto maior o risco, maior o nível de documentação, testes, monitoramento e governança exigidos, inclusive com avaliações de impacto e envolvimento de instâncias internas multidisciplinares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong></strong><strong>Tópico 3: Convergência com a LGPD</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por último, mas não menos importante, temos a intersecção do PL com a <strong>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong>. Na prática, a conformidade com a LGPD será um pré-requisito para qualquer uso seguro e regular de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a LGPD, por si só, não esgota os riscos associados à inteligência artificial. O PL amplia o foco regulatório ao incorporar aspectos como <strong>decisões automatizadas, vieses algorítmicos, explicabilidade e impactos sociais</strong>, exigindo uma abordagem integrada entre proteção de dados, governança tecnológica e gestão de riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais impactos para empresas incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Base legal para treinamento de modelos</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Dados pessoais só podem ser usados em IA com base legal válida e finalidade determinada.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Minimização e finalidade</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Coletar apenas o necessário e deixar claro como as informações serão utilizadas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Direitos dos titulares</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O usuário poderá solicitar revisão humana de decisões automatizadas, pedir explicações e questionar resultados.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Segurança da informação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O PL exige medidas robustas contra vazamentos, manipulação indevida ou ataques a modelos de IA.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gestão de vieses e discriminação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas precisarão demonstrar que seus algoritmos são auditáveis, testados e monitorados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto de exigências reforça a necessidade de que sistemas de IA sejam <strong>auditáveis, monitorados continuamente e passíveis de revisão</strong>, especialmente quando utilizados em contextos que envolvem dados pessoais sensíveis ou decisões com efeitos relevantes sobre indivíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A união entre o PL e a LGPD reforça a proteção do consumidor e aumenta a responsabilidade das organizações que utilizam dados sensíveis em larga escala.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>VEJA TAMBÉM:</strong> <a href="https://lbca.online/temporalidades-extremas-judicializacao-e-equilibrio-atrasos-climaticos-exigem-nova-lente/">Temporalidades extremas, judicialização e equilíbrio: Atrasos climáticos exigem nova lente</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário em que empresas de todos os setores adotam soluções baseadas em dados, algoritmos e automação, entender o que a futura legislação estabelece tornou-se essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação da IA não deve ser compreendida apenas como um conjunto de restrições, mas como um <strong>instrumento de maturidade institucional</strong>, capaz de aumentar a confiança, reduzir riscos jurídicos e orientar o uso responsável da tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o debate brasileiro acerca da regulamentação deve considerar o atual cenário internacional, que evoluiu significativamente desde 2023. O legislador deve ter o cuidado de não apenas considerar o nível de maturidade e os desafios locais ao se inspirar no modelo regulatório europeu, mas também de acompanhar as iniciativas mais recentes de simplificação normativa, que buscam conciliar a proteção de direitos com a promoção da inovação e da competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de votação do PL 2338/23 ainda em 2026 sinaliza que o país está se aproximando de um marco regulatório que irá moldar o futuro da inteligência artificial no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa regulamentação da IA não é uma barreira à inovação. Pelo contrário: é um passo essencial para construir confiança, reduzir riscos e permitir que o país avance com segurança em direção a um futuro tecnológico mais justo, inclusivo e responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio estará em assegurar que esse marco regulatório seja suficientemente flexível para acompanhar a dinâmica tecnológica e não se distancie das tendências globais de atração e desenvolvimento de soluções de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na LBCA, acompanhamos de perto a evolução do PL 2338/23 e atuamos na implementação prática de estruturas de governança de inteligência artificial, integrando privacidade, proteção de dados, compliance, segurança da informação e estratégia de negócio.</p>
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		<title>Reflexos do Marco Regulatório Trabalhista Infralegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Regulatório]]></category>
		<category><![CDATA[normas trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[temporários]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalhista Infralegal]]></category>
		<category><![CDATA[vale-transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo Federal editou o Decreto 10.854, que revisou a legislação, portarias , instruções e normas trabalhistas e previdenciárias. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Federal editou o Decreto 10.854, que revisou a legislação, portarias , instruções e normas trabalhistas e previdenciárias, que estavam dispersas ou precisavam de atualização, consolidando em um só documento, com reflexos para as companhias. Essa revisão deve acontecer a cada dois anos.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>1. Quais as medidas contempladas pelo Decreto 10.854/2021?</strong></span></p>
<p>Esse Decreto reúne mais de 180 artigos. Promoveu a compilação, unificação e consolidação da regulamentação trabalhista e previdenciária, reduzindo a burocracia para o empregador. Entre outras medidas, exclui normas obsoletas, como a emissão e registro na Carteira de Trabalho, cujas anotações são feitas digitalmente desde 2019, traz diretrizes sobre revisão de normas de segurança e saúde no trabalho, institui o Programa Permanente de Consolidação, Simplificação e Desburocratização de Normas Trabalhistas Infralegais. Nessa atualização, alterou o registro eletrônico de controle de jornada de trabalho, que pode utilizar qualquer tipo de tecnologia, como reconhecimento facial e flexibilizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), a criação do Livro de Inspeção do Trabalho Eletrônico (eLIT), certificação de equipamentos de proteção individual (EPIs), Relatório Anual de informações (RAIS) etc.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>2. O Decreto simplificou normas trabalhistas?</strong></span></p>
<p>Sim, ao consolidar cerca de mil normas infralegais esparsas, buscando tornar os conceitos mais claros e gerar mais segurança jurídica. Proíbe, por exemplo, a edição de atos normativos autônomos no caso de matéria que já esteja disciplinada, devendo reduzir com isso o número de autuações contra empresas. O Brasil, edita atos normativos em abundância e isso traz mais problemas do que soluções para as relações trabalhistas e previdenciárias.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>3. O que o decreto traz de novidade em termos de terceirização e temporários?</strong></span></p>
<p>Regulamenta o dispositivo da Lei 6.019/74, deixando claro que o vínculo trabalhista entre o tomador de serviços só se efetiva em causa de fraude, implicando em não eventualidade, onerosidade e pessoalidade. A possível caracterização de vínculo empregatício precisará levar em conta elementos concretos. Também elenca direitos e deveres dos empregados temporários, empregadores e tomadores de serviços, que não se confundem com o trabalho temporário, além de sanar lacunas deixadas pela lei.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>4. Quais as novidades sobre o vale-transporte?</strong></span></p>
<p>Não deve ser utilizado para reembolso do uso para transporte do empregado por transportes via aplicativos, a não ser se houver indisponibilidade do sistema, devendo o trabalhador ser reembolsado pelo empregador na folha de pagamento, quando realizar o pagamento de seu deslocamento por conta própria.</p>
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