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	<title>Arquivos relatório ESG - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos relatório ESG - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Os desafios da comunicação ESG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação ESG]]></category>
		<category><![CDATA[relatório ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comunicar bem não é somente relatar dados, é demonstrar compromisso, coerência e responsabilidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A despeito dos diferentes níveis de comprometimento com o&nbsp;<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/esg">ESG</a>&nbsp;(boas práticas ambientais, sociais e de governança) ou do framework adotado (CSRD, GRI, SASB, ISSB etc.), a onda da sustentabilidade vem ganhando força no universo empresarial ao consolidar estratégias, impulsionar marcas e reforçar a necessidade de um legado positivo a ser deixado pelas empresas. Dentro dessa perspectiva, a divulgação das informações contidas nos relatórios ESG (obrigatórios ou voluntários) vem mudando a forma de como a comunicação corporativa cumpre seu papel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor de jornalismo Ciro Marcondes Filho nos explica a importância da comunicação: “Há uma formação cultural que nos ensina a nos relacionar com o outro na forma de aprendizagem e conhecimento. De fato, isso é inevitável e mesmo necessário. […] . Mas, assim como a informação é parte obrigatória e mesmo majoritária da relação do homem com o mundo, a comunicação é o salto qualitativo que identifica a mudança de planos ou níveis no próprio processo de vivência&#8221;.<sup>[1]</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra:<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/os-desafios-da-comunicacao-esg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/praticas-esg/os-desafios-da-comunicacao-esg</a></p>
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		<title>ESG sofre aceleração regulatória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariene Alves Leite Pereira Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Due diligence]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gases do efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[gee]]></category>
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		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[relatório ESG]]></category>
		<category><![CDATA[riscos ambientais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ondas de regulamentações vem crescendo e marcam uma nova era nos relatórios sobre divulgação de dados ESG.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/esg?non-beta=1">ESG</a> (boas práticas ambientais, sociais e de governança) segue em rápida evolução em todo o mundo corporativo, tornando-se peça-chave para mensurar a sustentabilidade de uma companhia e seu negócio. Ao lado de sua consolidação, vem crescendo as ondas de regulamentações, que incluem desde normas instituídas por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/agencias-reguladoras?non-beta=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agências reguladoras</a> até legislações abrangentes, que marcam uma nova era nos relatórios sobre divulgação de dados ESG.</p>
<p>Há uma exigência em torno da gestão de riscos ambientais, sociais e de governança, porque agora os investidores querem saber o quanto custa para a empresa seus impactos, como poluir um rio, utilizar mão de obra análoga à escravidão ou ter um conselho administrativo sem diversidade.</p>
<p>No Brasil, a partir deste ano, as empresas de capital aberto listadas na B3 podem voluntariamente reportar suas informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. O relatório de risco ESG para as companhias abertas se tornará obrigatório somente a partir de 2026. O ideal da antecipação é permitir ajustes quanto à adoção dos requisitos, conforme a <a href="https://conteudo.cvm.gov.br/legislacao/oficios-circulares/sep/oc-anual-sep-2024.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Resolução 193/2023 da CVM</a>, que adotou as métricas do International Sustainability Standards Board (ISSB).</p>
<p>O Brasil é pioneiro na adesão às regras internacionais em sua agenda sustentável visando que as empresas reportem suas práticas ambientais, sociais e de governança em sintonia com o movimento global regulatório. Na apresentação do <a href="https://www.gov.br/cvm/pt-br/acesso-a-informacao-cvm/acoes-e-programas/plano-de-acao-de-financas-sustentaveis/plano_de_acao_financas_sustentaveis_cvm_bienio_2023_2024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Ação sobre Finanças Sustentáveis 2023/2024</a>, a CVM explicita a busca por uma economia descarbonizada: “O cuidado com a pauta de sustentabilidade e a responsabilidade em relação às mudanças climáticas se tornaram mais urgentes e fizeram com que esse tema deixasse de ser simplesmente algo socialmente desejável e recebesse atenção que transformasse o assunto”.</p>
<p>A exemplo do Brasil, Japão, Singapura, Indonésia e Hong Kong fomentam projetos de normatização ESG alinhados aos dispositivos do ISSB, além de sofrer paralelamente influência da rigorosa legislação europeia. A Coreia do Sul, outro importante player asiático, comunicou que adiará as regras obrigatórias para divulgação ESG, embora os relatórios de sustentabilidade voluntários já sejam publicizados. A decisão do adiamento levou em conta o peso dos ônus que tal divulgação imporia às empresas coreanas. Além disso, Seul também debate a <a href="https://iclg.com/practice-areas/environmental-social-and-governance-law/korea" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Promoção da Gestão Ambiental, Social e de Governança</a> (gestão ESG) em tramitação na Assembleia Nacional daquele país.</p>
<p>A China, por sua vez, divulgou em 2022 as diretrizes oficiais padronizadas para os relatórios voluntários de emissões destinados a empresas estatais e privadas, com ênfase nos grandes poluidores e empresas de capital aberto. Neste ano, dá um passo adiante e diminui o descompasso de transparência referente ao ESG em relação à Europa e os Estados Unidos.</p>
<p>As empresas chinesas listadas nas Bolsas de Valores de Xangai, Shenzhen e Pequim, as principais, passarão a divulgar relatórios de sustentabilidade a partir de 2026, com dados sobre os três pilares ESG, abrangendo diferentes categorias, como alterações climáticas, biodiversidade, energia, economia circular, cadeia de abastecimento, governança etc.</p>
<p>A medida, por enquanto, atinge 450 empresas da China continental, mas tem grande importância em decorrência do papel das empresas chinesas na cadeia de abastecimento das principais companhias do mundo, e por assumir um novo compromisso de mais transparência e alinhamento com a padronização da <a href="https://www.china-briefing.com/news/chinas-stock-exchanges-announce-esg-reporting-guidelines-for-listed-companies" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgação corporativa sobre informações ESG</a>.</p>
<p>Este descompasso normativo em torno da sustentabilidade consolidou um entrave para as empresas de todo o mundo que possuem cadeia de abastecimento com fornecedores chineses e a necessidade de estarem em conformidade com a legislação de seus países.</p>
<p>Neste ritmo crescente de normatizações, o <a href="https://www.s-rminform.com/hubfs/Campaigns/ESG%20Report%202024/S-RM%20ESG%20Report%202024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório ESG de 2024 da S-RM</a>, consultoria global, aponta preocupação com o tema, juntamente com o fator Social, o menos regulamentado. Segundo a pesquisa, 84% das empresas europeias afirmam não estarem totalmente preparadas para a carga de regulamentação ESG da União Europeia. Na análise, também surge o dado de que o ESG era pouco regulamentado por conta das questões díspares envolvidas (ambientais, sociais e de governança), mas que isso vem mudando nos últimos cinco anos, com a consolidação de um quadro regulamentar mais consistente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/crescem-disputas-judiciais-relacionadas-ao-esg/" target="_blank" rel="noopener">Crescem disputas judiciais relacionadas ao ESG</a></strong></p>
<p>Ainda perdura o suspense mantido pela Securities and Exchange Commission (SEC), a comissão de valor mobiliário dos Estados Unidos, sobre as novas regras de divulgação climática para empresas listadas em Bolsas, que terminaria em abril. Pelo <a href="https://www.idx.inc/blog/investor-relations/what-new-sec-sustainability-rule-means-investor-relations" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novo projeto norte-americano</a>, as empresas deverão divulgar suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e outros requisitos a partir de 2026. Devem incluir em seus relatórios as emissões de Escopo 3, que não são controladas diretamente pelas companhias, porque abarcam as cadeias de fornecimento de suprimentos, transportes, descarte de resíduos etc., o que torna o relatório extremamente complexo.</p>
<p>Outro ponto dos novos requisitos da SEC é o chamado Regulamento SX, uma espécie de nota de rodapé dos relatórios, que será acrescida ou alterada, levando em conta a crise climática. A SEC também prepara regras para divulgação adicional de investimentos ESG, observando a gestão do capital humano e diversidade no Conselho Administrativo das companhias.</p>
<p>Pela agenda regulatória do governo norte-americano, a SEC teria de divulgar suas regras climáticas para as empresas reportarem os riscos de suas operações no ambiente no primeiro quadrimestre deste ano. Atribuiu-se o atraso à oposição republicana e à Câmara de Comércio dos EUA, que prometeu mover um processo contra o órgão. Em suma, quanto mais próximo das eleições presidenciais deste ano, mais sensível se torna a aprovação das novas normas, principalmente porque se discute se a SEC tem legitimidade para impor este tipo de regramento, uma vez que não tem papel de reguladora climática. Além da SEC, o Departamento do Tesouro e a Comissão Federal de Comércio dos EUA trabalham para finalizar novas regras climáticas para as corporações.</p>
<p>Não é apenas a SEC que tem de administrar divergências internas, o Parlamento Europeu teve de superar ameaças de parlamentares da extrema direita negacionista para aprovar em abril um conjunto de regulamentos ambientais. Um dos textos aprovados, de grande relevância, foi a Diretiva de Due Diligence de Sustentabilidade Corporativa (CSDDD), que passou pelo plenário com alterações, depois de resistências iniciais da Alemanha e da Itália, sendo que os alemães são responsáveis por 25% das emissões de CO2 da União Europeia.</p>
<p>A CSDDD define requisitos para responsabilizar as grandes empresas europeias no sentido de gerenciarem os impactos ambientais e de direitos humanos dentro de suas operações ao longo de toda sua cadeia de valor, abrangendo todo o espectro ESG. Essa “rede” tem longo alcance porque atinge as empresas europeias de menor porte e empresas fora da UE, uma vez que integram a cadeia de fornecimento das grandes companhias e terão também de estar em conformidade com a Diretiva CSDDD. Quem não cumprir o regramento sofrerá sanções e potenciais vítimas podem acionar as empresas por danos.</p>
<p>Na <a href="https://www.europarl.europa.eu/news/en/press-room/20240419IPR20585/due-diligence-meps-adopt-rules-for-firms-on-human-rights-and-environment" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovação do Parlamento Europeu</a>, alguns dispositivos foram modificados e outros removidos da versão original, como aquele que obrigava as empresas a promover planos de transição climática. Inicialmente, o CSDDD seria aplicado a empresas com pelo menos 500 trabalhadores e receitas acima de € 150 milhões. Na revisão, passa a atingir empresas com 1.000 trabalhadores e receita de € 450 milhões. Foi um corte estimado em 2/3 do universo de companhias europeias que seriam atingidas. O cronograma para implementar a nova regra também mudou, sendo que as maiores empresas (com 5.000 trabalhadores e € 1,5 milhão de receitas) serão as primeiras a implantar a Diretiva até 2027. Ainda falta a aprovação formal do Conselho da UE, em maio.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA MAIS: <a href="https://lbca.online/compensacao-de-creditos-de-carbono-dentro-do-esg-corporativo/" target="_blank" rel="noopener">Compensação de créditos de carbono dentro do ESG corporativo</a></strong></p>
<p>Diante desse cenário de crescentes normatizações e complexidades em torno da divulgação de informações ESG, torna-se cada vez mais evidente a necessidade de orientação especializada para auxiliar empresas e órgãos públicos na jornada de adequação a esses novos requisitos. A expertise em analisar essas regulamentações, interpretá-las de acordo com o contexto de cada organização e desenvolver estratégias personalizadas de reporte se mostra fundamental. Estar em conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas também uma oportunidade de demonstrar compromisso com a transparência e a sustentabilidade aos seus stakeholders.</p>
<p>A construção de uma abordagem ESG consistente e eficaz requer uma compreensão profunda não apenas dos requisitos normativos, mas também das melhores práticas e tendências do mercado. É preciso traduzir esses aspectos em ações tangíveis, mensuráveis e alinhadas aos objetivos estratégicos de cada empresa.</p>
<p>O importante é que essa nova era de divulgação das informações sobre riscos e impactos ambientais, sociais e de governança nas corporações seja acompanhada de um plano de transição compatível com a cultura, política e metas das empresas e de uma mensagem transparente, sintética, compreensível e fiel aos dados corporativos, que se comunique com todas as partes interessadas (stakeholders). Portanto, é fundamental levar em consideração a lição minimalista e sensível do escritor Guimarães Rosa: “A gente cresce, sem saber para onde”.</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p><strong>YUN KI LEE</strong> – Sócio da Lee, Brock, Camargo Advogados. Doutorando em Direito Internacional Privado pela USP, mestre em Direito Econômico pela PUC-SP e professor de pós-graduação em Direito<br />
<strong>PATRICIA BLUMBERG</strong> – Diretora de ESG da Lee, Brock, Camargo Advogados e Master em Digital Communication pela Westminster Kingsway College London</p>
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		<item>
		<title>Novas regras da CVM para o ESG começam a vigorar em 2023</title>
		<link>https://lbca.online/novas-regras-da-cvm-para-o-esg-comecam-a-vigorar-em-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 12:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Valores Mobiliários]]></category>
		<category><![CDATA[cvm]]></category>
		<category><![CDATA[empresas brasileiras de capital aberto]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[greenwashing]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas ESG]]></category>
		<category><![CDATA[pilares ESG]]></category>
		<category><![CDATA[relatório de sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[relatório ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução CVM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No modelo “pratique ou explique”, os emissores de valores mobiliários que não divulgam informações sobre suas práticas ESG também devem prestar esclarecimentos.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/novas-regras-da-cvm-para-o-esg-comecam-a-vigorar-em-2023/">Novas regras da CVM para o ESG começam a vigorar em 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com previsão para entrada em vigor prevista para o dia 2 de janeiro de 2023, a Resolução n° 59/21 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) , cria novo regime de divulgação de informações para as empresas brasileiras de capital aberto, que devem aderir a novas métricas ESG em seu formulário de referência .</p>
<p>No modelo “pratique ou explique”, os emissores de valores mobiliários que não divulgam informações sobre suas práticas ESG também devem prestar esclarecimentos.</p>
<h2>1. Quais as influências da nova Resolução da CVM?</h2>
<p>A nova normatização para reportar métricas ESG substitui as Resoluções 480 e 481/09 e sofre influência direta da taxonomia ESG da União Europeia, para que que os investidores tenham informações mais claras, precisas e padronizadas sobre os pilares ambientais, sociais e governamentais das empresas, com ênfase no primeiro e último indicadores, de mais fácil mensuração.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong></p>
<ul>
<li><a href="https://lbca.online/sete-perguntas-sobre-relatorios-esg-que-as-organizacoes-devem-considerar/" target="_blank" rel="noopener">Sete perguntas sobre relatórios ESG que as organizações devem considerar</a></li>
</ul>
<h2>2. Como as empresas devem se preparar para essa mudança?</h2>
<p>Os dados são relativos ao exercício social anterior e há um prazo de cinco meses após o fim do exercício social de cada companhia para a entrega das informações. É importante entender que houve a simplificação do formulário, mas o volume de informações cresceu.</p>
<p>Devem coletar as informações e práticas, cumprir novos requisitos de divulgação de informação de caráter ambiental, social e corporativa, levando em consideração se considera os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE),</p>
<p>se adota as diretrizes da TCFD (Força-Tarefa para Divulgações financeiras Relacionadas às Mudanças Climáticas), como atua nos recursos humanos e remuneração dos profissionais , diversidade no Conselho de administração e diretoria e seus fatores de risco ambientais, sociais e climáticos.</p>
<p>Também foi adotada a política de Key Performance Indicator (KPI´s), ou seja, abre espaço para que as empresas expliquem porque adotam ou deixam de adotar determinadas práticas recomendadas, dando mais peso às justificativas, o que ajuda a ampliar a transparência.</p>
<h2>3. Essas medidas de mudanças constituem um avanço?</h2>
<p>Tornam a estrutura do formulário mais simplificada, visa das mais transparência às informações divulgadas envolvendo os pilares ESG e evita a prática do greenwashing, que é um risco negocial e reputacional a ser evitado pelas empresas quando divulgam informações sobre suas práticas sustentáveis.</p>
<p>Atualmente, os stakeholders (partes interessadas ou afetadas por um negócio) estão mais atentos a uma possível incorreção de dados que impactam negativamente as informações “ verdes”, seja pela incorreção ou pelas omissões sobre o desempenho ESG da companhia.</p>
<h2>4. É possível fazer uma simulação do novo formulário?</h2>
<p>Sim, a CVM já disponibilizou o novo formulário para que as empresas possam testá-lo em sua nova versão. E ao longo de 2023, pode ser que a CVM inclua possíveis alterações de aprimoramento.</p>
<p>A entrega está prevista para até cinco meses da data de encerramento do exercício social, segundo o art. 25, parágrafo 1, da Resolução CVM 80/22.</p>
<p>Como o próprio Fórum Econômico Mundial já observou é fundamental que as empresas possam medir seu desempenho ESG a partir da definição de métricas consistentes, criteriosas, uniformizadas e que as empresas forneçam dados robustos que explicitem metas e desempenhos ESG claros .</p>
<h2>5. Empresas que não tem capital aberto também precisam divulgar suas informações ESG?</h2>
<p>Empresas que não estão listadas em bolsa não estão obrigadas a divulgarem suas informações ESG, mas a tendência é que haja maior interesse do mercado para que as empresas sejam mais transparentes quanto às suas iniciativas e ganhem mais destaque aquelas que estão em linha com fatores ambientais, sociais e de governança corporativa.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/novas-regras-da-cvm-para-o-esg-comecam-a-vigorar-em-2023/">Novas regras da CVM para o ESG começam a vigorar em 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sete perguntas sobre relatórios ESG que as organizações devem considerar</title>
		<link>https://lbca.online/sete-perguntas-sobre-relatorios-esg-que-as-organizacoes-devem-considerar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 20:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas ESG]]></category>
		<category><![CDATA[relatório de sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[relatório ESG]]></category>
		<category><![CDATA[relatórios corporativos ESG]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=14570</guid>

					<description><![CDATA[<p>A LBCA destaca as 7 perguntas que as organizações devem fazer às suas equipes de gestão na hora de formular e divulgar o relatório ESG.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/sete-perguntas-sobre-relatorios-esg-que-as-organizacoes-devem-considerar/">Sete perguntas sobre relatórios ESG que as organizações devem considerar</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os relatórios de sustentabilidade ambiental, social e de governança (ESG) se tornaram quase como disciplina, com a maioria das empresas de capital aberto emitindo relatórios de sustentabilidade atualmente. Como garantir, contudo, que estes relatórios atendam às necessidades dos mais diversos stakeholders?</p>
<p>Nove entre dez empresas do S&amp;P 500 emitiram relatórios durante a temporada de relatórios de 2021. Isso equivale a um aumento de 75% em relação ao ano anterior, entregando uma mensagem clara de que o famoso trem para os relatórios ESG deixou a estação.</p>
<p>Além disso, há agora uma ênfase inegavelmente intensa em ESG e sustentabilidade corporativa por fiduciários, proprietários de ativos e gestores de ativos. Sem contar os próprios colaboradores e consumidores ESG, que exigem mais transparência em relação aos dados.</p>
<p>Inspirados pela ascensão global dos relatórios que vão além dos resultados financeiros, a LBCA destaca as 7 perguntas que as organizações devem fazer às suas equipes de gestão na hora de formular e divulgar o material. Confira:</p>
<h2>1. Definimos metas e objetivos de sustentabilidade atrativos?</h2>
<p>Os diretores devem compreender como as iniciativas de ESG da organização se comparam às dos concorrentes. O ESG deve ser integrado à estratégia corporativa geral, em vez de ser apenas uma reflexão tardia, tornando-o equivalente a uma atividade de conformidade.</p>
<h2>2. Qual história estamos contando?</h2>
<p>Os diretores devem questionar se o enredo de ESG da organização está ressoando no mercado e impactando a avaliação da empresa. Eles devem compreender como a mensagem da empresa se compara a de seus pares, líderes do setor e principais concorrentes.</p>
<p>A organização deve articular como as iniciativas de ESG fazem a diferença na execução da estratégia e identificar as áreas que constituem uma maior oportunidade de criação de valor.</p>
<h2>3. Podemos integrar os relatórios de ESG aos relatórios financeiros?</h2>
<p>Os investimentos e as iniciativas de ESG permitem estratégias-chave, criam novas fontes de receita e alcançam eficiência operacional, o que afeta os retornos financeiros presentes e futuros.</p>
<p>Portanto, pode ser mais significativo para os investidores integrar os relatórios de ESG aos relatórios financeiros, conferências trimestrais com investidores e roadshows para investidores consistentes com a convergência do interesse dos investidores no desempenho financeiro e de ESG. Tal alinhamento pode resultar em redução de tempo e de custos.</p>
<h2>4. Qual estrutura de relatório estamos usando e por quê?</h2>
<p>Com a proliferação de padrões no mercado e várias estruturas sendo reproduzidas, os relatórios em várias estruturas oficiais podem ser necessários para atender às necessidades dos stakeholders de métricas comuns do setor para comparar e contrastar o desempenho.</p>
<p>Até que uma estrutura universal seja adotada, esta prática de relatório pode ser esperada. O uso de uma estrutura estabelecida, como o SASB ou GRI, é uma forma eficaz de evitar o “greenwashing” ou exagerar os esforços de ESG.</p>
<h2>5. Quais responsabilidades definimos para o desempenho relacionado ao ESG?</h2>
<p>O desempenho ESG deve ser integrado ao monitoramento do desempenho financeiro e operacional; caso contrário, pode se tornar um apêndice e receber menos atenção da alta administração.</p>
<p>As expectativas e as métricas de desempenho devem estar vinculadas a planos de compensação de incentivos para impulsionar o progresso e estabelecer a responsabilidade pelos resultados. O patrocínio executivo das iniciativas de ESG é um imperativo.</p>
<h2>6. Quais são os nossos riscos relativos a ESG e quão bem os estamos gerenciando?</h2>
<p>Os objetivos e atividades de ESG apresentam riscos e oportunidades novos e exclusivos que devem ser considerados via as lentes de gerenciamento de riscos corporativos da organização.</p>
<p>Vale ressaltar que há orientações sobre como fazer isso. Os riscos relacionados a ESG devem ser incorporados às divulgações públicas de riscos (por exemplo, a divulgação dos fatores de risco).</p>
<h2>7. O que fizemos para garantir que nossas divulgações relacionadas ao ESG sejam confiáveis?</h2>
<p>Os diretores devem avaliar a confiança da administração de que os controles e procedimentos de divulgação da empresa são eficazes no que se refere às métricas e relatórios de ESG.</p>
<p>Esta pode ser uma oportunidade para que a função de auditoria interna inclua aspectos importantes dos relatórios de ESG da empresa no plano de auditoria, a fim de fornecer garantia à administração e ao conselho quanto à apresentação justa dos dados subjacentes. Uma consultoria ESG especializada, neste sentido, torna-se fundamental.</p>
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