<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos tecnologia-e-direito - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<atom:link href="https://lbca.online/tag/tecnologia-e-direito/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Mar 2022 17:42:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://lbca.online/wp-content/uploads/2023/06/favicon-150x150.png</url>
	<title>Arquivos tecnologia-e-direito - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Comissão de juristas começa a elaborar marco legal para inteligência artificial</title>
		<link>https://lbca.online/comissao-comeca-a-elaborar-marcolegal-para-inteligencia-artificial/</link>
					<comments>https://lbca.online/comissao-comeca-a-elaborar-marcolegal-para-inteligencia-artificial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 17:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[marco legal da IA]]></category>
		<category><![CDATA[marco-legal]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia-e-direito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=13495</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil poderá passar a ter um marco legal para o uso e desenvolvimento da inteligência artificial (IA). Um grupo de 18 juristas começa a trabalhar em um projeto de regulação, a pedido do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/comissao-comeca-a-elaborar-marcolegal-para-inteligencia-artificial/">Comissão de juristas começa a elaborar marco legal para inteligência artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil poderá passar a ter um marco legal para o uso e desenvolvimento da inteligência artificial (IA). Um grupo de 18 juristas começa a trabalhar, a partir de amanhã, em um projeto de regulação, a pedido do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Terá 120 dias para propor uma minuta de texto.</p>
<p>O desafio será desenhar um normativo que dê conta do paradoxo da inteligência artificial. A tecnologia, segundo especialistas, tem potencial de salvar vidas e de ajudar em soluções para as mudanças climáticas, mas também traz riscos à liberdade e à privacidade das pessoas. A ideia, de acordo com integrantes da comissão, é encontrar um equilíbrio para criar balizas que protejam direitos fundamentais, mas não freiem inovações.</p>
<p>“<em>A regulação poderá estabelecer as bases para o desenvolvimento de tecnologias e aplicações que utilizem inteligência artificial de forma a proporcionar um ambiente fértil para o desenvolvimento e inovação ao mesmo tempo em que são preservadas as liberdades fundamentais, por meio destas medidas tomadas para a contenção deriscos, proporcionando uma IA sustentável e legítima</em>”, diz o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que preside a comissão.</p>
<p>O nome remete a algo do futuro, mas a inteligência artificial já está presente no dia a dia. A tecnologia é usada em diversos ramos &#8211; para pesquisa na internet, definir um diagnóstico ou tratamento de saúde, rotas de trânsito e para seleção de currículos. Também é aplicada para análise de comportamentos do consumidor, em controles de estoques de empresas e no atendimento ao público, por meio dos chatbots.</p>
<p>O início das discussões no Congresso ocorre em meio ao aumento nos investimentos das empresas em inteligência artificial, muito impulsionados pela pandemia. Levantamento da Universidade Stanford, nos Estados Unidos,<br />
apontou que, no ano passado, foram alocados US$ 93,5 bilhões em desenvolvimento de IA no mundo &#8211; mais do que o dobro do registrado em 2020.</p>
<p>A IBM divulgou, no ano passado, uma pesquisa que mostra o Brasil à frente de outros países da América Latina no uso da IA. De acordo com o estudo, 40% dos profissionais de tecnologia da informação (TI) entrevistados disseram ter implantado a inteligência artificial nas empresas onde trabalham &#8211; o índice na América Latina é de 21%.</p>
<p>No mesmo levantamento &#8211; intitulado de Global AI Adoption Index 2021 -, 94% dos profissionais de TI disseram ser importante para os negócios conseguir explicar como a máquina chegou a determinada decisão.</p>
<p>De acordo com o ministro Villas Bôas Cueva, do STJ, transparência e accountability (controle e responsabilização) serão temas debatidos pelos juristas. Assim como, diz ele, os direitos dos indivíduos e benefícios e impactos da inteligência artificial.</p>
<p>Um dos mais acalorados pontos de debate é sobre a responsabilidade por erros &#8211; um acidente com carro autônomo ou uma decisão automatizada que impede o acesso à saúde, por exemplo. Para especialistas ouvidos pelo Valor, o melhor seria seguir o modelo de responsabilidade subjetiva, em que a punição recai apenas se demonstrado o dolo ou a culpa em provocar o dano.</p>
<p>“<em>A adoção da responsabilidade objetiva pressupõe que o erro é risco da atividade. Pode impactar negativamente o desenvolvimento e a comercialização dessas ferramentas de IA</em>”, diz o advogado Fabrício da Mota Alves. Ele integra a comissão de juristas e o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD), braço consultivo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).</p>
<p>Também integrante da comissão, Juliano Souza de Albuquerque Maranhão, pesquisador associado do Centro de Inteligência Artificial da USP, afirma que a futura legislação deve prever padrões mínimos de governança, com relatórios de impacto, registro do funcionamento do sistema e cuidados na seleção dos dados.</p>
<p>“A norma deve ser combinada com uma autorregulação setorial, um código de boas práticas que poderia ser reconhecido por uma autoridade nacional de IA”, diz o advogado, sócio do Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados Associados.</p>
<p>Para a professora da Universidade de Brasília (UnB) Ana Frazão, que também compõe a comissão, o ideal é criar um modelo que converse com o de outros países. “<em>Esse é um assunto de relevância mundial, que precisa ter um marco legal que não impossibilite o Brasil na inserção no cenário global</em>”, afirma.</p>
<p>Na União Europeia, há um projeto de marco legal em discussão. De acordo com Igor Baden Powell, do escritório ASBZ, pelo texto, o peso regulatório varia de acordo com o risco da tecnologia &#8211; baixo, moderado ou alto. O chatbot, por exemplo, teria risco baixo. “<em>Por outro lado, pela proposta, o reconhecimento facial ficaria banido</em>.”</p>
<p>O uso do reconhecimento facial é polêmico também no Brasil. Já gerou litígios pela aplicação da tecnologia em transporte público e lojas, sem consentimento das pessoas. Há decisões recentes da Justiça que mandam suspender a captação de imagens pelo Metrô de São Paulo e ViaQuatro, que opera a Linha 4-Amarela do Metrô paulistano (ações no 1010667-97.2022.8.26.0053 e no 1090663-42.2018.8.26.0100).</p>
<p>As ações foram movidas pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que integra um movimento internacional de banimento das câmaras de reconhecimento facial. A avaliação da entidade é que há pouca transparência sobre como funcionam e sobre o compartilhamento dos dados com terceiros. “<em>Os benefícios não superam os danos individuais e coletivos que violam o direito de ir e vir, de privacidade</em>”, afirma Luã Cruz, pesquisador do programa de direitos digitais do Idec.</p>
<p>Em nota, a ViaQuatro diz que aguarda julgamento de recurso pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e que o sistema, objeto da ação, não permitia o reconhecimento facial. O Metrô, também por nota, informa que prestará todos os<br />
esclarecimentos à Justiça. E acrescenta que o sistema de monitoramento obedece aos requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p>Para o advogado Ricardo Freitas, do LBCA, ainda é difícil prever todo o potencial da inteligência artificial. Ainda assim, diz, é importante ter um normativo. “<em>Ao mesmo tempo que a lei pode ter o risco de engessar inovações, a ausência de norma pode impedir ou atrasar investimentos. Hoje há insegurança. Por que uma empresa é processada por uso da IA e outra não?</em>”</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/comissao-comeca-a-elaborar-marcolegal-para-inteligencia-artificial/">Comissão de juristas começa a elaborar marco legal para inteligência artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/comissao-comeca-a-elaborar-marcolegal-para-inteligencia-artificial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visual Law: saiba como ele pode ser aplicado ao Direito do Trabalho</title>
		<link>https://lbca.online/visual-law-saiba-como-ele-pode-ser-aplicado-ao-direito-do-trabalho/</link>
					<comments>https://lbca.online/visual-law-saiba-como-ele-pode-ser-aplicado-ao-direito-do-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 12:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios Visual Legal]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia-e-direito]]></category>
		<category><![CDATA[visual law]]></category>
		<category><![CDATA[Visual Law e Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[visual-legal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=13517</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gráficos, tabelas, vídeos e links aplicados ao Direito do Trabalho! Como isso é possível? Saiba mais sobre o Visual Law.  </p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/visual-law-saiba-como-ele-pode-ser-aplicado-ao-direito-do-trabalho/">Visual Law: saiba como ele pode ser aplicado ao Direito do Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gráficos, tabelas, vídeos e links aplicados ao Direito do Trabalho! Como isso é possível?</p>
<p>No passado, caso estes recursos gráficos e tecnológicos estivessem presentes em petições judiciais e contratos, com certeza os leitores, sobretudo os operadores do Direito estranhariam sua utilização.</p>
<p>Porém, essa nova forma de comunicação é uma realidade presente e futura no meio jurídico, vindo para facilitar a compreensão dos documentos que, normalmente possuem termos técnicos de difícil entendimento para a maioria das pessoas. Essa aplicação foi batizada como Visual Law, também chamada de Visual Legal pela LBCA – Lee Brock Camargo Advogado.</p>
<p>A partir da ideia central da utilização do design, tecnologia e Direito, em 2013, quando Margaret Hagan e outros pesquisadores de Stanford Law School, nos Estados Unidos, debruçaram-se sobre a necessidade de melhorar a forma de comunicar-se, centrando os esforços na pessoa e não apenas no conteúdo, foi criado o que veio a ser chamado de Legal Design Lab.</p>
<p>No Legal Design Lab, verdadeiro laboratório de imersão e busca de soluções, passaram a ser desenvolvidos serviços e soluções jurídicas centrados nas pessoas, especificamente nos clientes. Utilizando-se de técnicas de Design Thinking, foi criado o Visual Law, que se utiliza de técnicas visuais e ferramentas tecnológicas inovadoras na forma de comunicação.</p>
<p><strong><a href="https://lbca.online/a-transparencia-do-visual-law-e-a-adequacao-a-lgpd/" target="_blank" rel="noopener">Leia também: A transparência do Visual Law e a adequação à LGPD </a></strong></p>
<h2>Benefícios e aprovação do CNJ</h2>
<p>As técnicas de Visual Law permitem a confecção de documentos empáticos para os leitores, pois unem diversas os esforços de diversos profissionais dos mais variados ramos, desde webdesigners, redatores, profissionais de TI e advogados.</p>
<p>A aderência das técnicas é tamanha, que o próprio judiciário utiliza tais técnicas na expedição de mandados judiciais e sentenças. Como consequência e no melhor entendimento do assunto, a utilização auxilia na prevenção de conflitos, pois ajuda a afastar vícios de consentimento na formação de contratos, sejam eles da natureza que forem, até mesmo nas relações de trabalho. No judiciário, a redução de condenações é outro benefício da utilização do Visual Law.</p>
<p>Tais benefícios e segurança comprovada levou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), responsável pelo aprimoramento do trabalho jurídico brasileiro, a editar a Resolução Nº 347, que afirma a importância do Design Thinking e do Visual Law no aprimoramento de documentos.</p>
<p>Na verdade, a Resolução aconselha que “<em>Sempre que possível, dever-se-á utilizar recursos de visual law que tornem a linguagem de todos os documentos, dados estatísticos em ambiente digital, análise de dados e dos fluxos de trabalho mais claros, usuais e acessíveis.</em>”</p>
<p>Juízes já estão aderindo a essa nova de comunicação, com a prolação de decisões e sentenças utilizando-se de ilustrações, gráficos e ou outros recursos visuais.</p>
<p><a href="https://spoti.fi/3x636tl" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ouça o episódio #6 do podcast da LBCA sobre a aplicação e os benefícios do Visual Law na advocacia </strong></a></p>
<h2>Direito do trabalho e o Visual Law</h2>
<p>Como dito acima, o Visual Law pode ser aplicado em diferentes áreas do Direito, sobretudo na relações de trabalho.</p>
<p>Pensemos nos inúmeros novos dispositivos legais que foram publicados após o advento da pandemia da COVID-19, relacionados as relações de trabalho. Por óbvio que os trabalhadores, por vezes, poderão ter dúvidas sobre determinadas cláusulas e suas implicações.</p>
<p>Esse é um ótimo exemplo para colocarmos em prática o Visual Law, tornando os contratos de trabalho, antes documentos complexos, em documentos de fácil compreensão. O Visual Law passa a ser um auxiliar de governança e boas práticas de transparência, que geram empatia e evitam conflitos futuros.</p>
<p>Além dos elementos visuais já citados conheça outros elementos que podem ser utilizados:</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li> Imagens</li>
<li> Infográficos</li>
<li> Vídeos</li>
<li> Tabelas</li>
<li> Bullet Points</li>
<li> Gameficação</li>
<li> Ícones</li>
<li> QR Code</li>
<li> Links</li>
<li> Uso de cores para identificação</li>
<li> Outros elementos visuais</li>
</ul>
<p>Baixe o e-book gratuito <a href="https://conteudo.lbca.com.br/lbca-vl-cane?_ga=2.153404536.1346934804.1646921804-1995896828.1643902462" target="_blank" rel="noopener"><strong>PETIÇÃO VISUAL CANE</strong></a> da LBCA e tenha um exemplo de implementação do Visual Legal.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/visual-law-saiba-como-ele-pode-ser-aplicado-ao-direito-do-trabalho/">Visual Law: saiba como ele pode ser aplicado ao Direito do Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/visual-law-saiba-como-ele-pode-ser-aplicado-ao-direito-do-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LBCA ganha destaque em matéria sobre Tecnologia e Direito para a TV Brasil</title>
		<link>https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-em-materia-sobre-tecnologia-e-direito-para-a-tv-brasil/</link>
					<comments>https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-em-materia-sobre-tecnologia-e-direito-para-a-tv-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 15:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[lbca-direito]]></category>
		<category><![CDATA[lbca-tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[lbca-tv-brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia-direito-tv-brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia-e-direito]]></category>
		<category><![CDATA[tv-brasil-materia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.lbca.online/?p=8240</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à TV Brasil, a LBCA aponta como a tecnologia mudou o Direito e as perspectivas futuras que se abrem com a Inteligência Artificial.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-em-materia-sobre-tecnologia-e-direito-para-a-tv-brasil/">LBCA ganha destaque em matéria sobre Tecnologia e Direito para a TV Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista à TV Brasil/EBC, o sócio-fundador da LBCA <a href="https://lbca.online/index.php/noticias/eduardo-brock-e-tais-carmona-tiram-duvidas-sobre-a-reforma-trabalhista-em-livro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eduardo Brock</a> e o sócio Fernando de Paula Torre apontaram como a tecnologia mudou o Direito e as <a href="https://lbca.online/index.php/lbca-na-midia/escritorios-ja-usam-robos-que-ajudam-na-escolha-de-estrategias-nos-tribunais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">perspectivas futuras que se abrem com a Inteligência Artificial</a>, destacando o trabalho da plataforma Diana, um serviço de solução em tecnologia desenvolvido pelo próprio escritório.</p>
<p>Clique<a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2019/11/tecnologia-no-direito-agiliza-processos-e-diminui-papelada" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> aqui</a> para assistir à matéria completa.</p>
<h2><strong>Tecnologia Diana: serviço de inteligência artificial para o Direito</strong></h2>
<p><a href="https://lbca.online/index.php/noticias/consultor-da-lbca-participa-de-seminario-sobre-inteligencia-artificial-e-justica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A tecnologia da inteligência artificial vai transformar o Direito</a>, automatizando tarefas e proporcionando inovação para dar previsibilidade e assertividade nas decisões. DIANA surgiu nesse contexto: revolucionar o mercado jurídico.</p>
<p>O propósito do serviço é reduzir passivos e gerar ganhos através de soluções exclusivas com utilização da inteligência artificial. Nossos clientes são empresas que buscam alto resultado em suas negociações.</p>
<p>DIANA é uma pesquisadora que examina milhares de processos e documentos e utiliza os algoritmos para selecionar as informações mais relevantes, com processamento rápido e eficiente.</p>
<p>Com essa ferramenta auxiliar, os advogados podem executar tarefas mais jurídicas como o aconselhamento de clientes, redação de resumos legais e negociação, bem como a gestão individualizada dos casos.</p>
<p>Dentre as nossas soluções, destaca-se análise de litigiosidade do consumidor, análise preditiva do caso, gestão de testemunhas, analytics de segmentos e mapa de provas.</p>
<h2>Inteligência Artificial</h2>
<p>Inteligência artificial (por vezes mencionada pela sigla em português IA ou pela sigla em inglês AI &#8211; artificial intelligence) é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software, além de também ser um campo de estudo acadêmico.</p>
<p>Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo como &#8220;o estudo e projeto de agentes inteligentes&#8221;, onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso.</p>
<p>Andreas Kaplan e Michael Haenlein definem a inteligência artificial como “uma capacidade do sistema para interpretar corretamente dados externos, aprender a partir desses dados e utilizar essas aprendizagens para atingir objetivos e tarefas específicos através de adaptação flexível”</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-em-materia-sobre-tecnologia-e-direito-para-a-tv-brasil/">LBCA ganha destaque em matéria sobre Tecnologia e Direito para a TV Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lbca.online/lbca-ganha-destaque-em-materia-sobre-tecnologia-e-direito-para-a-tv-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
