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	<title>Arquivos inteligencia artificial - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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	<title>Arquivos inteligencia artificial - LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</title>
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		<title>Limites entre o ganho de produtividade e o uso judicial abusivo da IA</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na era da IA, assistimos à ascensão de uma “litigância algorítmica”, em que a boa-fé objetiva acaba atropelada por estratégias de manipulação digital.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/limites-entre-o-ganho-de-produtividade-e-o-uso-judicial-abusivo-da-ia/">Limites entre o ganho de produtividade e o uso judicial abusivo da IA</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No cenário corporativo e jurídico atual, a inteligência artificial (IA) deixou de ser apenas uma promessa de produtividade para se tornar o ponto central de conflitos éticos. Um fenômeno preocupante é o uso oportunista da tecnologia por usuários que buscam fabricar litígios. Assistimos à ascensão de uma “litigância algorítmica”, em que a boa-fé objetiva, que é o pilar fundamental das relações contratuais, trabalhistas e de consumo, acaba atropelada por estratégias de manipulação digital e pela propositura automatizada de reclamações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Relatório CX Trends 2025, da Zendesk¹, tais comunicações são impulsionadas por um novo e exigente padrão de consumo: 68% dos consumidores admitem que esperam respostas mais rápidas do que há apenas um ano, e 74% agora exigem atendimento disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Esse cenário favorece a saturação dos canais de atendimento por reclamações sintéticas, já que a agilidade e a precisão das respostas influenciam a decisão de compra de 86% das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra: <a href="https://www.conjur.com.br/2026-abr-19/limites-entre-o-ganho-de-produtividade-e-o-uso-judicial-abusivo-da-ia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.conjur.com.br/2026-abr-19/limites-entre-o-ganho-de-produtividade-e-o-uso-judicial-abusivo-da-ia/</a></p>
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		<title>Além do prompt: a nova fronteira da IA jurídica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:42:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A advocacia que vai liderar a próxima fase da transformação digital não será a que adotou mais ferramentas sofisticadas de IA. O prompt foi o começo. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Há dois anos, dominar a engenharia de prompts era suficiente para inserir um escritório na vanguarda do uso da inteligência artificial no Direito. Hoje, esse patamar virou um pré-requisito quase básico. O horizonte da inovação se deslocou, e o conceito que começa a pautar os debates mais avançados sobre IA no Direito possui um nome ainda pouco conhecido no Brasil: a nova&nbsp;<em>engenharia de contexto</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira na íntegra: <a href="https://www.fenalaw.com.br/fenalawlab/alem-do-prompt-a-nova-fronteira-da-ia-juridica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.fenalaw.com.br/fenalawlab/alem-do-prompt-a-nova-fronteira-da-ia-juridica/</a></p>



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<p>O post <a href="https://lbca.online/alem-do-prompt-a-nova-fronteira-da-ia-juridica/">Além do prompt: a nova fronteira da IA jurídica</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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		<title>Inteligência artificial e reconfiguração das profissões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 20:21:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não são as profissões, enquanto categorias abstratas, que desaparecem, mas determinadas tarefas que as compõem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A expansão contemporânea da inteligência artificial, especialmente com a difusão de modelos de linguagem de larga escala, tem sido frequentemente descrita sob retórica de ruptura. Contudo, a evidência histórica e econômica sugere que a transformação em curso não configura descontinuidade institucional abrupta, mas processo de reestruturação progressiva da organização do trabalho. Nesse sentido, a analogia pertinente é com a revolução industrial, não como recurso metafórico, mas como categoria analítica voltada à compreensão de mudanças estruturais no conteúdo das tarefas produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revolução industrial promoveu a mecanização de atividades físicas repetitivas, elevando a produtividade e deslocando ocupações artesanais intermediárias. Não houve supressão do trabalho humano em termos agregados, mas reconfiguração do conteúdo das funções exercidas. De modo semelhante, a literatura contemporânea em economia do trabalho demonstra que transformações tecnológicas alteram a estrutura das tarefas desempenhadas nas ocupações. Os economistas Acemoglu e Autor (2011) sustentam que a mudança tecnológica reorganiza a demanda por habilidades ao modificar a composição interna das tarefas, produzindo efeitos assimétricos ao longo da distribuição de qualificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o conteúdo na íntegra: <a href="https://www.migalhas.com.br/coluna/ia-em-movimento/452193/inteligencia-artificial-e-reconfiguracao-das-profissoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.migalhas.com.br/coluna/ia-em-movimento/452193/inteligencia-artificial-e-reconfiguracao-das-profissoes</a></p>



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		<title>Griefbots: Por que falar sobre os robôs do luto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:09:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os griefbots transformam o luto em serviço, assinatura mensal para que “a presença” de quem partiu permaneça</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde sempre, a morte foi a maior certeza e o maior mistério da condição humana. Por séculos, religiões, filosofias e culturas quiseram compreendê-la &#8211; e honrá-la. Em 2026, porém, a tecnologia desafia esse fim inevitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que antes parecia roteiro de ficção científica &#8211; como no episódio “Be Right Back”, da série Black Mirror &#8211; agora virou oferta comercial. Empresas já vendem “ressurreições digitais”: avatares de inteligência artificial capazes de replicar a voz, rosto e comportamentos de pessoas falecidas. Em questão de minutos de vídeo, promete-se que familiares poderão “conversar com você” mesmo após a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o artigo na íntegra: <a href="https://www.migalhas.com.br/coluna/ia-em-movimento/449919/griefbots-por-que-falar-sobre-os-robos-do-luto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Griefbots: Por que falar sobre os robôs do luto?</a></p>



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		<title>A nova fronteira da IA corporativa: quando agentes decidem por você</title>
		<link>https://lbca.online/a-nova-fronteira-da-ia-corporativa-quando-agentes-decidem-por-voce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 14:41:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A IA corporativa entrou em uma nova fase: agentes autônomos não apenas sugerem, mas decidem, agem e se conectam a sistemas críticos sem intervenção humana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a IA corporativa atuava como copiloto: sugeria textos, organizava e-mails, resumia relatórios. Útil, mas passiva. Respondia quando chamada. Essa era acabou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora surgem agentes autônomos: com memória persistente, acesso a calendários, e-mails, bases de dados e APIs. Eles decidem, agem, encadeiam tarefas e interagem com sistemas — muitas vezes sem humanos no loop. Essa mudança é profunda e ainda subestimada pelos executivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-caso-que-expos-a-vulnerabilidade">O caso que expôs a vulnerabilidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2026, o OpenClaw — antes chamado Moltbot e Clawdbot, um agente autônomo open-source criado por Peter Steinberger da Nutrient/PSPDFKit — viralizou ao rodar localmente em computadores, controlando apps reais como WhatsApp, Slack e e-mails para executar tarefas complexas via conversa simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o conteúdo completo: <a href="https://cryptoid.com.br/inteligencia-artificial/a-nova-fronteira-da-ia-corporativa-quando-agentes-decidem-por-voce-por-ricardo-freitas-silveira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A nova fronteira da IA corporativa: quando agentes decidem por você</a></p>
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		<title>Nova fronteira da integridade corporativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adm Sites]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LBCA na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
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		<category><![CDATA[governança generativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governança generativa e o compliance, aliados à IA, fortalecem a ética, a integridade e a criação de valor, tornando as empresas mais confiáveis.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/nova-fronteira-da-integridade-corporativa/">Nova fronteira da integridade corporativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico, ético e digital, a interação entre governança e compliance se acentua no sentido de propiciar às organizações a adoção de princípios e processos sustentáveis com uma estrutura de gestão de riscos eficaz e ética, a despeito de a governança ser mais estratégica e o compliance mais tático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerenciar e controlar uma organização está no cerne da governança, que vem evoluindo a partir do modelo tradicional para uma nova estrutura &#8211; a governança generativa, que incorpora práticas que promovem inovação, aprendizado contínuo e adaptação estratégica. No contexto do compliance, essa abordagem amplia o papel dos programas de integridade, que deixam de ser meramente reativos e passam a atuar como catalisadores de valor organizacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/novidade-importante-em-compliance-e-integridade-para-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Novidade importante em Compliance e Integridade para empresas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A governança corporativa tradicional está historicamente concentrada em dois modelos principais: o modelo fiduciário, voltado para o controle e a conformidade, e o modelo estratégico, que busca alinhar a governança aos objetivos de longo prazo da organização. No entanto, diante dos desafios do mundo corporativo atual, mais dinâmico e interconectado, surge a necessidade de novo modelo, da governança generativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CONFIRA O ARTIGO NA ÍNTEGRA:</strong> <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/443021/nova-fronteira-da-integridade-corporativa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nova fronteira da integridade corporativa</a></p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/nova-fronteira-da-integridade-corporativa/">Nova fronteira da integridade corporativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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		<title>Treinamento de IAs generativas: o direito autoral em disputa</title>
		<link>https://lbca.online/treinamento-de-ias-generativas-o-direito-autoral-em-disputa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 20:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos autorais]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo relatório do U.S. Copyright Office se aprofunda no tema: obras protegidas por direitos autorais criadas com inteligência artificial generativa e os cuidados necessários para seu uso</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/treinamento-de-ias-generativas-o-direito-autoral-em-disputa/">Treinamento de IAs generativas: o direito autoral em disputa</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A utilização de obras protegidas por direitos autorais no treinamento de modelos de inteligência artificial generativa tem se tornado um dos pontos mais tensionados da regulação da IA nos Estados Unidos. O novo relatório da U.S. Copyright Office, publicado em maio de 2025, aprofunda esse debate sob a perspectiva jurídica e técnica, com foco em três eixos: a caracterização do uso como infração, a aplicabilidade da doutrina de <em>fair use</em> e os modelos possíveis de licenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento reconhece que o uso massivo e automatizado de obras protegidas é parte central do funcionamento atual de modelos de linguagem e imagem. Em muitos casos, esses modelos são capazes de memorizar ou replicar trechos integrais de obras protegidas, o que pode configurar infração ao direito de reprodução e à criação de obras derivadas. A simples remoção do conteúdo original após o treinamento não afasta o risco jurídico. O problema não é apenas o uso pontual, mas a internalização dos padrões criativos no comportamento dos modelos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise de <em>fair use</em>, por sua vez, é tratada com cautela. Trata-se de uma doutrina do direito autoral norte-americano que permite o uso não autorizado de obras protegidas, desde que esse uso seja considerado justo com base em critérios como finalidade, natureza da obra, quantidade utilizada e impacto no mercado. São exemplos típicos de <em>fair use</em> o uso de trechos de obras para críticas e resenhas, paródias, reportagens jornalísticas, ensino e pesquisa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório reconhece que usos técnicos intermediários, como pré-processamento e extração de padrões estatísticos, podem ser enquadrados como usos transformativos. O uso é considerado transformativo quando a obra original é empregada com um novo propósito, diferente do originalmente pretendido pelo autor, como no caso do uso de uma fotografia publicitária incorporada a uma obra artística crítica, com função estética ou social distinta. Ainda assim, essa avaliação do elemento transformativo depende do grau de memorização, da natureza comercial do uso, do impacto no mercado da obra original e da clareza sobre a finalidade do uso. Nem todo uso técnico será automaticamente considerado transformativo, especialmente se houver risco de substituição ou confusão com a obra protegida.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>LEIA MAIS: <a href="https://lbca.online/cashback-na-era-dos-dados/" data-type="post" data-id="27537" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cashback na era dos dados</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de destaque é a viabilidade de soluções de licenciamento. O relatório explora alternativas como licenciamento voluntário, licenciamento compulsório e esquemas de licenciamento coletivo estendido, sugerindo inclusive a possibilidade de mecanismos de opt-out. A estruturação de um sistema que permita compensação justa aos titulares de direitos, sem inviabilizar o desenvolvimento tecnológico, é vista como essencial para o equilíbrio regulatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa nova realidade exige também uma revisão dos contratos tecnológicos que estruturam os modelos de IA generativa. Contratos de fornecimento de dados, licenciamento de conteúdo e integração de APIs precisam prever com precisão os limites de uso, os mecanismos de rastreamento de origem e as responsabilidades em caso de infração. Em um ecossistema onde os dados alimentam diretamente o comportamento do modelo, cláusulas genéricas sobre titularidade ou limitação de uso já não são suficientes. É necessário antecipar juridicamente o que ocorre tecnicamente em cada fase do ciclo de treinamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista regulatório, a falta de articulação entre os diferentes marcos legais que impactam a IA começa a gerar insegurança jurídica. Questões de propriedade intelectual, proteção de dados, defesa do consumidor e concorrência ainda são tratadas de forma setorial, apesar de os efeitos da IA atravessarem todos esses campos simultaneamente. O relatório da Copyright Office destaca que essa descoordenação compromete a eficácia regulatória e amplia assimetrias. Um modelo normativo consistente precisa refletir a arquitetura real das tecnologias, em vez de replicar categorias jurídicas estanques.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://lbca.online/avanca-o-debate-sobre-supervisao-humana-no-ciclo-de-vida-da-ia/" data-type="post" data-id="27525" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Avança o debate sobre supervisão humana no ciclo de vida da IA</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Começa a se formar, ainda que de forma incipiente, um mercado paralelo de dados treináveis com origem autorizada. Coletivos de autores, editoras, criadores independentes e empresas de mídia já estruturam bases de dados pensadas para alimentar modelos de IA de forma lícita e remunerada. Esse movimento pode abrir espaço para modelos de negócio alternativos, menos dependentes de scraping indiscriminado e juridicamente mais estáveis. A atuação jurídica, nesse cenário, passa a incluir também o desenho desses modelos de licenciamento, combinando critérios de compliance, remuneração e valorização da produção intelectual.</p>
<p>O post <a href="https://lbca.online/treinamento-de-ias-generativas-o-direito-autoral-em-disputa/">Treinamento de IAs generativas: o direito autoral em disputa</a> apareceu primeiro em <a href="https://lbca.online">LBCA | Lee, Brock, Camargo Advogados</a>.</p>
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